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Nathalie Fontes

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A oração é o alimento da alma – Padre Edimilson

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Foto: Paula Dizaró/cancaonova.com

Assim como nosso corpo precisa de alimento, nossa alma precisa da oração.

Em Jeremias 29,11-12, Deus nos diz que tem um projeto de felicidade para nós, não de sofrimento. Ele nos mostra o que temos de fazer para alcançar esses projetos por meio da oração.
Assim como o corpo não pode viver sem a alma, a alma sem a oração está morta. Outro exemplo é que, assim como nosso corpo precisa de alimentos, nossa alma precisa do alimento espiritual, que acontece na oração, ou seja, a nossa comunhão com Deus.

Quem deixa de se alimentar em Deus logo começa a corromper-se, pois as tentações vêm de todos os lados. Aqueles, no entanto, que permanecem orantes tornam-se fortes e em comunhão com o Senhor.

A oração é a arma mais poderosa que temos para nos defender dos inimigos. É possível, sim, mantermos um ritmo de oração no ritmo da vida. O segredo é a fidelidade na comunhão com Deus, é manter-se no comprometimento, mesmo que exigente.

Nosso erro é querer as graças de Deus sem cumprir as exigências básicas da comunhão com Ele. Não podemos resistir às tentações se não recorremos a Deus na hora que ela bate a nossa porta.
A tentação vem ainda mais forte quando tentamos rezar. A distração, na hora da oração, surge pelo celular, pelas coisas que acontecem a nossa volta.

Se a vida já está difícil rezando, quem dirá se deixarmos de rezar! Só por meio da oração podemos produzir bons frutos, pois as graças virão àqueles que oram. Começamos, às vezes, tão bem, mas, de repente, vamos fraquejando, diminuindo, até não fazermos mais nada.

Nós combatentes precisamos entrar nessa disputa para vencer com as armas mais poderosas, e elas são o jejum e a oração. Essa é a ordem que Deus nos dá por meio da Palavra: a oração combate a batalha espiritual, pois nossas batalhas humanas não são apenas travadas neste mundo.

Só é coroado quem vence; e nesta nossa guerra precisamos entrar com a convicção de que somos fracos e nossos inimigos são numerosos. Contudo, vamos vencê-los pela oração, por meio da qual Deus nos dará o que não temos.

Confira um trecho da pregação:

"Só não reza quem não quer!" Padre Edimilson #nocombatedaoracao #cancaonova

Posted by Canção Nova on Saturday, November 11, 2017

 

Matéria: Site Canção Nova

Transcrito e adaptado por João Paulo dos Santos

Cartilha Vida de Oração – Jovens Sarados

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Sarado,

essa cartilha foi pensada para te ajudar a crescer na vida de oração. A vida de oração é um dos nossos sete tesouros. É o alicerce de todos os outros, também. Sem ela, não podemos viver a acolhida, a sadia convivência, a radicalidade do evangelho, o viver reconciliado, o servir, o tau.

Sem vida de oração, não dá para ser sarado!

Procure seu coordenador para adquirir nossa cartilha e ajude a Associação JS na compra da nossa casa de retiro.

Deus não une apenas duas pessoas, une também propósitos!

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Todo mundo fala: “Deus não une pessoas, Ele une propósitos”, isso, realmente, é verdade. Quando Deus une duas pessoas, Ele não está pensando somente no casamento em si, mas em convergir aos propósitos do Seu reino.

Quando duas pessoas têm propósitos em comum, um fortalece o outro. Muitas pessoas me perguntam: “Como faço para saber qual é a pessoa que Deus preparou para mim?” Primeiramente, em Romanos 8:28 está escrito: “Todas coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus”, ou seja, se você é uma pessoa que ora, busca a Deus e tem temor pela Sua palavra, certamente, Ele irá colocar em sua vida alguém que o busque juntamente com você.
Deus sempre irá falar com você através de sinais, sonhos ou fatos, mostrando se a pessoa é ou não para sua vida. Coloque uma coisa na sua cabeça, Deus sabe o que é melhor para você e por isso, Ele não irá colocar qualquer pessoa ao seu lado. Ele vai colocar uma pessoa em sua vida que irá incentivar você a buscá-Lo. O problema é que muitos acham que apenas porque o rapaz ou a moça frequentam a igreja, é da vontade de Deus, mas não é apenas assim.
Ore, peça uma direção para Deus, veja o comportamento da pessoa. Se ele(a) de imediato chegar e falar: “Vamos nos beijar primeiro, depois pensamos em namorar”, bom, se isso acontecer, caia fora! Uma pessoa que procura ter um relacionamento sério com Deus, irá querer orar primeiro. Não importa se vocês vão orar um dia, uma semana, um mês, um ano, o importante será colocar tudo nas mãos de Deus e Ele irá se encarregar do resto.
Parece loucura, você se apaixona, ora, ora, ora e quando é para ser, você vê Deus mover o Céu e a Terra para poderem ficar juntos. Se Deus uniu, homem nenhum pode separar. Se é da vontade de Deus, o tempo certo vai chegar. Tem coisas que Deus ainda não entregou em suas mãos porquê você não está preparado para recebê-las. Não se preocupe, isso é apenas Deus mostrando o tamanho do cuidado d’Ele por você.

Abelicio Neto, autor.
Criador do instagram Um cristão escritor.

Um católico pode ser maçom?

Confira o vídeo e explicação do Padre Paulo Ricardo.

 

Via Padre Paulo Ricardo

Obediência – a escuta de um valor maior

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Obediência significa acolhida para escutar o valor maior. Quem abre os sentidos para perceber o maior e o melhor não tem medo de obedecer e mostra lealdade a um grande projeto.

Ser obediente é ser fiel a Deus e a Igreja, aos coordenadores do grupo, de ministérios, a hierarquia da missão. É saber escutar e acolher uma decisão, sendo fiel no pouco.

A obediência fornece uma via eficaz de amadurecimento humano e espiritual, é um sinal da presença de Deus.

Compromisso Jovens Sarados em Cachoeira Paulista – 2015

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O segredo para um casamento feliz

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Com o tema “O segredo para um casamento feliz”, padre Léo fala de maneira simples e concreta sobre a vivência do casal.

No programa “Buscai as coisas do alto” desta segunda-feira, às 21h, será reexibida a pregação memorável ministrada pelo saudoso padre Léo durante o “Acampamento para Casais” promovido pela Canção Nova no dia 25 de janeiro de 2004.

Com o tema “O segredo para um casamento feliz“, o sacerdote fala de maneira simples, direta e concreta sobre algumas atitudes fundamentais para que o casal viva bem e seja feliz. E faz um alerta: “Muitas vezes ouço alguém falar: ‘Padre, minha casa é um inferno’, e poucas vezes ouço: ‘Minha casa é um céu’. O único que pode transformar sua casa em um pedacinho do céu é você“.

.: A felicidade no casamento depende da decisão do casal

.: A felicidade é uma decisão

Em sua reflexão padre Léo destaca alguns detalhes da vida conjugal que são fundamentais para promover o amor, o respeito, a harmonia e o perdão entre o casal para que marido e mulher possam, juntos, trilhar sua caminhada em harmonia, deixando um rastro de céu por onde passam.

Acompanhe a pregação:

O casamento é algo lindo, maravilhoso, profundamente espiritual, mas se realiza no humano. O marido diz que ama sua mulher quando faz a barba, quando corta a unha, quando usa um desodorante e se veste bem. Já a esposa diz ao marido que o ama com um lençol limpinho, um travesseiro cheirosinho, uma peça íntima que lhe agrade. E há algo muito importante: muitas vezes, vocês vão ter que pedir perdão um para o outro. E nunca conseguirão dizer ‘eu te amo’ se não tiverem a coragem de dizer ao outro: ‘me perdoa’. Na vida conjugal o perdão e o amor são exercícios cotidianos, pois ninguém consegue conviver com uma pessoa sem a ferir.

O alimento para um casal é a Eucaristia! Um casal que deixa de alimentar o coração, que deixa de alimentar a alma e arruma desculpas para não ir à Santa Missa, pode ter certeza de que logo estará separado. E, separados, os dois passarão o resto da vida espalhando o inferno por onde passam. E um casal que não alimenta sua espiritualidade jamais saberá o que é o verdadeiro prazer sexual. Os casais precisam, com urgência, aprender a educar a alma um do outro. Comece a semear o céu dentro de você, cultive o perdão e a espiritualidade. O amor se faz com gestos concretos, pequenos“, ensinou o fundador da Comunidade Bethânia.

Fonte: Canção Nova

Casamento: estou preparado(a) para dar esse passo?

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Alguns critérios nos ajudam a discernir se estamos preparado para dar um passo para o casamento

Faltando pouco tempo para meu casamento, pergunto-me: existe hora certa para se casar?
(veja bem: já estou com dia e hora marcada para tal acontecimento)

Casamento estou preparada(o) para dar esse passo
Foto: Daniel Mafra/cancaonova.com

Uma decisão como essa trata-se de algo sem volta, algo para sempre, que muda sua história e o lança em uma dimensão de eternidade. Não pode ser, então, uma escolha indecisa; é necessário um profundo discernimento e se faz urgente uma parada para se pensar: é a hora?

Mas quais critérios devem ser utilizados para se firmar em tal postura? Quais os parâmetros para se decidir para sempre? É possível fazer esse compromisso definitivo?

Antes de dar sequência a esse assunto, vejo que, primeiro, precisamos entender os níveis pelos quais o amor humano passa até ser, de fato, um amor cristão de esposo para esposa. Sem isso, não se tem critérios para dizer “é a hora”! Para não ficar um texto longo, deixo aqui o link de uma pregação que fiz, na qual falo dos quatro níveis do amor segundo São João Paulo II:

Eu acredito no amor

Muito bom se você leu! Agora, se não leu, ficará um pouco difícil entender os três critérios básicos para ver se é a hora de se casar, pois só um amor que atingiu os quatro níveis será capaz de abranger as necessidades de um matrimônio autêntico.

Não sou um especialista no assunto, mas, a partir das leituras que fiz, da formação à qual me sujeitei a viver e baseando na Doutrina Católica, digo: a hora certa para se casar é quando se tem a disposição para morrer, quando se possui um amor desinteressado e tem-se a capacidade de dar a vida.

Você deve estar se perguntando: “disposição para morrer”? Como assim? Se quero me casar, é para ser uma questão de vida, não de morte! Primeiro e grande erro.

Primeiro critério é casar é ter disposição de morrer. Morrer para uma vida de solteiro, morrer para uma vida de egoísmo, para uma visão só; mas também é abrir-se para uma visão do mundo a dois. Quem se casa sem a disposição para morrer pode, no casamento, tornar-se “assassino” do outro, pois, em vez de morrer, pode assumir a postura de matar os sonhos e projetos, as esperanças e os desejos do outro.

Segundo critério é ter um amor desinteressado. Quando falo isso, não quero dizer ter uma postura passiva, mas ter um amor que não busca seu próprio interesse, mas que sempre está atento ao interesse do outro, o que o outro pensa, vive e sente . Sem um amor desinteressado não consigo ver o outro como sujeito, mas como objeto de satisfação de meus interesses.

O terceiro e para mim um dos centrais, é a capacidade de dar a vida. Neste caso, é necessário pensar essa vida concreta, pensar a abertura aos filhos, o projeto de fecundidade física, mas, além de tudo, uma vida que dá a vida todos os dias, que busca o nascimento constante do homem novo. Se, no primeiro critério, a questão é a morte do homem velho, aqui, neste terceiro critério, é questão de vida, nascimento do homem novo! Quem, ao se casar, não tem vontade de ser pai e mãe, não entendeu o sentido do casamento; logo, não é hora ainda de comprometer-se para sempre. O mundo carece e padece, pois faltam pais e mães de verdade.

Muitos podem ter parado para ler esse texto pensando que eu falaria em tempo cronológico, mas eu o chamei a uma reflexão além do tempo de segundos e minutos; na verdade, um pensamento sobre o essencial. Com isso, você pode usar os resultados de tais reflexões no concreto da vida e até nas demandas de um noivado. Por exemplo: quando o casal chega ao noivado, há um tanto de coisas que precisam ser vistas: móveis, casa, lugar para a  lua de mel etc. Tudo isso é lindo, mas pode se tornar um inferno se o casal não tiver disposição, às vezes, de morrer na sua vontade sobre a cor de cozinha preta e branca, e deixar a cozinha azul e branco da esposa viver.

Se não vivo um amor desinteressado por ela, será difícil entender que o vestido de noiva diz algo essencial de seus sonhos, e que preciso acolher as lágrimas quando ela pensar nele. Se não estou aberto à vida, posso culpá-la por já engravidar na lua de mel e não ter seguido à risca o método natural.

Percebe que mais do que a hora de relógio, há uma hora do coração que precisa ser vista?

Voltando ao início do texto, digo-lhe que estou a pouco tempo do meu casamento e na luta para viver bem este período. Abro-me, acima de tudo, a Cristo, pois só com Ele aprendo a ser noivo e esposo, e assim ter a disposição de dar a vida sempre! Ele é o modelo do noivo que dá a vida pela noiva, pois se entregou pela Sua noiva, a Igreja, e Sua entrega foi para sempre, foi definitiva!

Tamu junto!

Por Adriano Gonçalves

Fonte: Canção Nova

DECIDI. QUERO ME CASAR!

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Esta decisão ‘Quero me casar!’ não pode ser tomada sem antes entender bem o que significa construir uma vida a dois.

Esse é, sem dúvida, um momento especial na vida de muitas pessoas: “Decidi. Quero me casar!”. Porém, antes de fazer essa pergunta para a pessoa amada, deveríamos nos questionar em diversos pontos. Afinal, o que levou você a fazer ou aceitar esse convite? É um filho que vem por aí? Está buscando ser feliz? Será bom financeiramente? Ela (e) é muito linda (o)? Ele (a) tem um ótimo emprego? É a tradição? Se não der certo, terminaremos?

Dias atrás, ouvi um pregador que dizia: “Não se pode buscar a felicidade no outro, é preciso antes ser feliz, estar bem resolvido e procurar fazer o cônjuge feliz. Buscar a felicidade no outro é um erro, pois é muito fácil se desapontar, pois ‘só em Deus é que o homem encontra a verdade e a felicidade que não se cansa de procurar’” (Catecismo da Igreja Católica n. 27).

decidi-quero-casar

O matrimônio é, na verdade, uma vocação ao amor e ao serviço da vida, porém, essa instituição vem sendo atacada fortemente pela mídia nos últimos tempos. O adultério parece bonito nas novelas, o relacionamento entre pais e filhos está abalado com a falta de autoridade dos pais, a indissolubilidade nem é cogitada, a supervalorização do corpo, a fé e a oração ficam em último plano.

A principal vocação do ser humano é o amor. Fomos criados por um ato de amor de Deus, temos esse desejo inscrito em nosso coração. Para nós cristãos, o matrimônio é um símbolo da Nova e Eterna Aliança, é uma representação real, pelo sinal sacramental, da mesma relação de Cristo com a Igreja, por isso mesmo indissolúvel.

Conteúdo enviado pelo internauta Murilo Antunes

Fonte: Destrave

E o sexo? Qual significado ele tem ou deveria ter?

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O que digo quando faço sexo?

Toda palavra é uma tentativa de comunicação. Todo gesto traz em si uma forma de se comunicar. Um aperto de mão, aqui no Brasil, é sinal de cordialidade. Para o gaúcho, dar uma cuia de chimarrão para alguém tomar é, no mínimo, dizer “você pode fazer parte de nossa roda de amigos”. Tomar um café oferecido por um mineiro é aceitar o acolhimento oferecido por ele.

E o sexo? Qual significado ele tem ou deveria ter?

Gestos brasileiros comunicam muita coisa. Mas se observarmos outras culturas teremos diferentes gestos que falam muito. Na cultura tibetana, por exemplo, algumas tribos cumprimentavam-se mostrando a língua, um sinal de que jamais pronunciarão palavras ofensivas contra o amigo. Já os nativos de Nova Guiné, quando uma pessoa querida vai embora, eles se despedem chorando e enlameando-se totalmente. Gestos que trazem muito significado para eles.

E o sexo? Qual significado ele tem ou deveria ter? Quando tenho uma relação sexual, o que eu estou dizendo com esse gesto? Que significado ele tem? O que traz como sentido para a vida daqueles que ali estão envolvidos?

Toda relação sexual diz: “Eu me dou por inteiro para você e o recebo por inteiro. Uma vez que me dou e o recebo, é para sempre que o faço”.

Aí, você pode dizer: “Cara, isso é muito radical! Não vejo o sexo assim. Para mim é só prazer, um momento de ter gozo e pronto! Essa definição que você trouxe é muito romantizada!”. Aí eu lhe digo: “Cara, desculpe-me, não tem como você falar para um tibetano: ‘Essa sua língua para fora, para mim, é falta de respeito’. Ele vai olhar para você e dizer: ‘Esse é o sentido para mim, mostrar a língua é sinal de amizade’.”

O que quero dizer é que quem criou o sexo foi Deus e Ele colocou um sentido, um significado para esse gesto. Queira você ou não, todas as vezes que tiver uma relação sexual estará dizendo: “Eu me dou por inteiro para você e o recebo por inteiro. Uma vez que me dou e recebo, é para sempre”.

No entanto, se você diz isso numa relação sexual, mas essa não é a sua verdade, pois para você será só prazer de momento, algo de corpo somente, o que está vivendo é, na realidade, uma mentira.

Diz: “Dou-me por inteiro e o recebo por inteiro”, mas doa só o corpo e só recebe o corpo. Você não doa seus sentimentos, suas emoções, seus desejos, seu amor e sua alma. Então, sua relação é uma mentira.

Digo: “Dou-me e recebo em vista de um ‘para sempre’”. Todo encontro nos marca para sempre, ainda mais uma relação sexual! Mas o que acontece depois de algumas relações sem compromisso? Você veste suas calças, dá um beijo de adeus (talvez) e não a vê mais.

Ou você vai me dizer: “Adriano, estamos juntos há três anos. Temos relações sexuais e a certeza de que iremos nos casar”. Então, eu lhe digo que ainda está “ruidosa” essa relação sexual, pois com a alma e corpo vocês dizem “somos inteiros um para o outro”, mas como somos seres espirituais, falta a parte de Deus nessa relação, falta o compromisso frente a Ele, diante do altar que tudo eleva à plenitude. Então, meu caro, ainda não é total esse sexo.

Quando Deus diz que o sexo é entrega total em vista de um “para sempre”, ele coloca um ingrediente indispensável para tal objetivo: o amor.

O amor ordena sentimentos, emoções, impulsos sexuais em vista de uma entrega total e para sempre de duas pessoas que se amam. Quando namoramos e nos guardamos para o casamento, o amor nos educa para protegermos a pessoa amada, nos faz esperar para nos darmos por inteiros e de maneira definitiva. Quando casamos e vamos para as núpcias, o amor nos leva a tocar na total entrega de duas pessoas que se amam; entrega não só dos corpos, mas das almas em uma profunda sintonia de espírito. O Espírito Santo, ali presente, sela aquele amor em torno do eterno!

Você, então, pode dizer: “ Você está dizendo que sexo é isso, mas para mim sexo é só momento de extravasar e pronto!”.

Desculpe-me, mas quem criou o sexo foi Deus, e como fabricante ele deu o “manual de instruções”. Não o ler ou interpretá-lo segundo o que você pensa, pode fazê-lo não viver a plenitude de tudo o que o espera.

Muitos querem viver a sexualidade como um “não” à pessoa. Não há uma sexualidade sadia sem uma perfeita ordem de amor.

O amor promete o ‘para sempre’, e o sexo será, no casamento, um dos gestos de dar-se por inteiro a quem se ama!

Tamu junto!

Adriano Gonçalves

Via: Canção Nova

Motivos para viver a castidade

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2014-735909614-2014072355957.jpg_20140723O sexo tem um sentido muito profundo; é o instrumento da expressão do amor conjugal e da procriação. Toda vez que o sexo é usado antes ou fora do casamento, de qualquer forma que seja, peca-se contra a castidade.

A castidade é uma virtude moral. É também um dom de Deus, uma graça, um fruto da obra espiritual (Cf. Gl 5,22-23). O Espírito Santo concede o dom de imitar a pureza de Cristo àquele que foi regenerado pela água do Batismo. (Cat. §2345)

“E todo aquele que nele tem esta esperança, se torna puro como ele é puro.” (1Jo 3,3)  A castidade significa a integração correta da sexualidade na pessoa e, com isso, a unidade do homem em seu ser corporal…

Para se viver uma vida casta é necessário uma aprendizagem do domínio de si; ou o homem comanda suas paixões e obtém a paz, ou se deixa subjugar por elas e se torna infeliz.

Santo Agostinho disse que: “A dignidade do homem exige que ele possa agir de acordo com uma opção consciente e livre, isto é, movido e levado por convicção pessoal e não por força de um impulso interno cego ou debaixo de mera coação externa. O homem consegue esta dignidade quando, libertado de todo cativeiro das paixões, caminha para o seu fim pela escolha livre do bem e procura eficazmente os meios aptos com diligente aplicação.” (Confissões, 10,29,40).

Para se viver segundo a castidade é preciso resistir às tentações através dos meios que a Igreja nos ensina: fugir das tentações, obedecer os mandamentos, viver uma vida sacramental, especialmente freqüentando sempre a Confissão e a Comunhão, e viver uma vida de oração. Muito nos ajuda nisto a reza do santo Rosário de Nossa Senhora e a devoção e auxílio dos santos. (cf. Cat. §2340)

Santo Agostinho disse que: “A castidade nos recompõe, reconduzindo-nos a esta unidade que tínhamos perdido quando nos dispersamos na multiplicidade.” (Confissões, 10,29,40) A virtude da castidade é comandada pela virtude cardeal da temperança, que faz depender da razão as paixões e os apetites da sensibilidade humana. (cf. Cat. §2341). O homem que vive entregue às paixões da carne, na verdade vive de “cabeça para baixo”; sua escala de valores é invertida; torna-se fraco. Não é mais um homem; mas um caricatura de homem.

Infelizmente a sociedade hoje ensina os jovens a darem vazão e satisfação a todos os baixos instintos; essa “educação” é uma forma de animalizar o ser humano, pois coloca os seus instintos acima de sua razão e  de sua espiritualidade.

O domínio de si mesmo é fundamental para a pessoa ser capaz de doar-se aos outros. A castidade torna aquele que a pratica apto para amar o próximo e ser uma testemunha do amor de Deus. Quem não luta para ter o domínio de si mesmo é um egoísta; não é capaz de amar. Por isso, a castidade é escola de caridade. A Igreja ensina que: “Todo batizado é chamado à castidade. O cristão “se vestiu de Cristo” (Cf. Gl 3,27), modelo de toda castidade. Todos os fiéis de Cristo são chamados a levar uma vida casta segundo seu específico estado de vida. No momento do Batismo, o cristão se comprometeu a viver sua afetividade na castidade” ( Cat. §2348).

Santo Ambrósio ensinava que: “As pessoas casadas são convidadas a viver a castidade conjugal; os outros praticam a castidade na continência; isto significa viver a vida sexual apenas com o seu cônjuge. Existem três formas da virtude da castidade: a primeira, dos esposos; a segunda, da viuvez; a terceira, da virgindade. Nós não louvamos uma delas excluindo as outras. Nisso a disciplina da Igreja é rica (Vid. 23)”. ( Cat. §2349)

Também os noivos são chamados a viver em castidade. A vida sexual só deve ser vivida após o casamento, pois só então o casal se pertence mutuamente, e para sempre, com um compromisso de vida assumido um com o outro para sempre.

“Os noivos são convidados a viver a castidade na continência. Nessa provação eles verão uma descoberta do respeito mútuo, uma aprendizagem da fidelidade e da esperança de se receberem ambos da parte de Deus. Reservarão para o tempo do casamento as manifestações de ternura específicas do amor conjugal. Ajudar-se-ão mutuamente a crescer na castidade”. ( Cat. §2350)

Prof. Felipe Aquinocleofas.com.br

Fonte: Canção Nova

8 Conselhos para quem quer viver a castidade

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Há uma geração de jovens que buscam a santidade, e um dos grandes desafios dessa juventude é viver a castidade. Por isso, coloco abaixo alguns conselhos para aqueles que almejam essa virtude:

1. Participar da Santa Missa, se possível todos os dias. A Celebração Eucarística é um grande encontro com Jesus, Ele que se fez pão, que nos traz vida em abundância. Sua constância produzirá diversos frutos, dentre eles, a fortaleza.

2. Oração pessoal, comunitária e a oração do santo terço. Estar em contato com Deus nos permite aprofundar a amizade com Ele. Qual amigo quer decepcionar o outro? Portanto, rezar nos permite ser livres para viver a vontade do Senhor. Ao rezar o terço, comece com uma Ave-Maria, depois duas… Quando perceber, estará rezando o rosário. Nossa Senhora é sua grande auxiliadora, não se esqueça disso!

3. Jejuar. O jejum, se bem praticado, por mais simples que seja produz frutos como a disciplina e o autocontrole.

4. Ler a Palavra. É preciso buscar a leitura e a reflexão diária da Bíblia. Muitas vezes, estaremos como Jesus no deserto; o demônio tentará nos convencer de que devemos pecar contra a castidade. Mas é possível combatê-lo com o auxílio de Deus, por meio de Suas palavras.

5. Buscar o Sacramento da Reconciliação. Os santos sempre se confessavam. Não seria bom fazer o mesmo? A confissão renova nossa amizade com o Senhor e traz paz e ânimo necessários para continuarmos a caminhada. Caiu? Não consegue se arrepender? Peça a ajuda de Deus. Levante-se!

CAMINHO PARA UM NAMORO SANTO

6. Pensamentos, palavras e olhares para o céu. Diante das fragilidades, é necessário que sempre sejam evitados o pensamento, a palavra e o olhar impuros. É preciso cortá-los pela raiz! Se um ambiente, um site ou algum tipo de roupa não transmitir pureza, é melhor percorrer outro caminho. Lembre-se: um vazamento pequeno pode se transformar em uma inundação!

7. Fuga do pecado. Esse tipo de fuga não é covardia; pelo contrário, é muito corajosa! Muitas vezes, o rapaz e a moça pensam que são capazes de suportar a tentação. Cuidado! Camufladamente, isso pode ser falta de humildade. O cristão deve compreender quais são os seus limites.

8. Castidade como objetivo. Muitas vezes, o jovem quer viver a castidade, mas, por falta de determinação, acaba caindo em pecados que poderiam ser evitados. É necessário levantar para si mesmo essa bandeira. PHN, “Por hoje não quero mais pecar”!

Jovem, que Deus o ilumine e apresente mais caminhos seguros para você alcançar a castidade. Lembre-se do que São Paulo disse ao jovem Timóteo: “Torna-te modelo para os fiéis no modo de falar e de viver, na caridade, na fé, na castidade”.

Nossa Senhora da Pureza, rogai por nós!

Conteúdo enviado pelo internauta Thiago Thomaz Puccini

Fonte: Destrave

O que é a Castidade?

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Se você tivesse um grande tesouro, e ele estivesse sob o risco de ser roubado, o que você faria?

Começo esse texto chamando a atenção do leitor para que ele não confunda castidade com celibato. Esse é a continência sexual vivida pela causa do Reino de Deus. Já castidade é uma virtude que pode ser vivida em qualquer estado de vida, ou seja, como solteiro, casado e, inclusive, celibatário, religioso e padre.

O que é a castidade - 940x500

Esclarecido isso, entramos na questão. Se você tivesse um grande tesouro, e ele estivesse sob o risco de ser roubado, o que você faria? Com certeza, você o protegeria da melhor maneira possível. Aliás, hoje em dia, os bancos existem para isso. E qual é seu maior tesouro? É a capacidade de amar, ou seja, o dom de dar e receber amor. Essa é a grandeza suprema do ser humano. A liberdade tem seu sentido mais profundo quando somos capazes de exercer esse dom do amor.

“A castidade é a energia espiritual que sabe defender o amor dos perigos do egoísmo e da agressividade, sabe promovê-lo para a sua mais plena realização” 1. A castidade, então, é a proteção, a defesa de nosso maior tesouro: o amor. Assim, a virtude da castidade não pode ser “entendida como uma virtude repressiva, mas, pelo contrário, como a transparência e, ao mesmo tempo, a guarda de um dom recebido, precioso e rico, o dom do amor, em vista do dom de si que se realiza na vocação específica de cada um” 2.

A capacidade de amar do ser humano vem do fato de Deus nos ter feito à Sua imagem e semelhança. “‘Deus é amor’ (1Jo 4,8) e vive em si mesmo um mistério de comunhão pessoal de amor. Criando-a à sua imagem, Ele inscreve na humanidade do homem e da mulher a vocação, e, assim, a capacidade e a responsabilidade do amor e da comunhão. O amor é, portanto, a fundamental e originária vocação do ser humano”. Assim, o ser humano, criado à imagem e semelhança de Deus, é “capaz de um tipo de amor superior: não o amor da concupiscência, que vê só objetos com que satisfazer os próprios apetites, mas o amor de amizade e oblatividade, capaz de reconhecer e amar as pessoas por si mesmas”4.

Essa capacidade de amar se manifesta em nossa vida através da nossa sexualidade e afetividade. Contudo, pelo pecado original, nossa capacidade de amar ficou deformada pelo egoísmo e pela busca de satisfação própria (prazer), por um amor desordenado e irracional por si mesmo. Essas marcas nos impedem de viver o amor livre e puro. É justamente aí que entra a castidade: ela nos educa e liberta, devolvendo-nos a capacidade de amar livremente a Deus e aos homens com toda plenitude do nosso ser. Ordena toda a dinâmica da nossa afetividade e sexualidade para Deus, limpando-as dos desvios e da desordem do pecado (amor centrado em si mesmo: egoísmo e busca da própria satisfação – prazer) para que possamos viver o amor na sua dimensão mais pura e sublime que é a caridade: ofertar-se inteiramente para o bem do outro.

Referências Bibliográficas

1- São João Paulo II, Exortação Apostólica Familiaris Consortio, n. 33
2- Conselho Pontifício para a Família, Sexualidade Humana: Verdade e Significado, n. 4.
3- São João Paulo II, Exortação Apostólica Familiaris Consortio, n. 11
4- Conselho Pontifício para a Família, Sexualidade Humana: Verdade e Significado, n. 9.

Por André Botelho

Fonte: Canção Nova

Papa confidencia aos jovens a sua maneira de ler a Bíblia

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“Vocês querem me fazer feliz? Leiam a Bíblia”, afirma o Papa aos jovens. Foto: AP.

 

 

O prefácio de uma Bíblia voltada ao público jovem, escrito pelo Papa Francisco, foi publicado na revista dos jesuítas “La Civiltà Cattolica”. O Papa afirma no texto amar a sua velha Bíblia e que esta foi “testemunha” de sua alegria e foi “banhada” por suas lágrimas: “É o meu inestimável tesouro. Vivo dela e por nada no mundo me desfaria dela”. Francisco dá várias sugestões aos jovens em como usá-la, ao mesmo tempo em que confidencia a eles como lê a sua “velha Bíblia”.

Francisco iniciou o texto afirmando que os jovens se surpreenderiam com a aparência de sua Bíblia, velha e usada, mas que por nada faria menos dela pois ela o acompanhou em “metade” de sua vida. Em seguida, recordou as perseguições aos cristãos no mundo na atualidade, afirmando com certa ironia, que “evidentemente a Bíblia é um livro extremamente perigoso, causa tanto risco, que, no entanto, em certos países, quem possui uma é tratado como se escondesse no armário bombas ao alcance da mão”.

O Papa chama a atenção para o fato de que muitas vezes os cristãos consideram a Bíblia como uma simples obra-literária e chegou a fazer referências às palavras de Mahatma Gandhi que afirmava: “Aos cristãos foi confiado um texto com quantidade de dinamite suficiente para fazer explodir em mil pedaços a civilização inteira, para colocar de cabeça para baixo o mundo e levar a paz a um planeta devastado pela guerra, mas o tratam como se fosse uma simples obra literária, nada além disto”.

Contrastando esta abordagem do texto sagrado, Francisco recorda que a Bíblia não é uma seleção de histórias antigas e bonitas, mas “pela Palavra de Deus, a luz veio ao mundo e nunca mais se apagou. Acolhamos o tesouro sublime da Palavra revelada!”.

“Vocês têm entre as mãos, portanto, algo de divino, um livro como fogo, um livro no qual Deus fala. Por isto, recordem-se: a Bíblia não é feita para ser colocada em uma prateleira, mas é feita para ser levada na mão, para ser lida frequentemente, a cada dia, quer sozinho como acompanhados”, escreveu o Papa aos jovens.

Francisco sugere aos jovens a leitura conjunta da Bíblia, assim como se vai acompanhado ao shopping ou praticar esportes, propondo também que a leiam “ao ar livre, mergulhados na natureza, no bosque, na beira do mar, de noite à luz de velas. Vocês fariam uma experiência forte”. E questiona: “Ou quem sabe vocês têm medo de parecerem ridículos diante dos outros?”

O Papa explica que a Palavra de Deus, para mostrar a sua força e transformar a nossa vida, deve ser meditada e lida em profundidade, pois através dela “Deus está me falando”.  E confidencia como lê a sua velha Bíblia: “Frequentemente a pego, a leio um pouco, depois a deixo de lado e me deixo olhar pelo Senhor. Não sou eu que olho para ele, mas Ele que olha para mim, colocando assim na escuta do Senhor. Às vezes Ele não fala: e então não ouço nada, somente vazio, vazio, vazio…. Mas, paciente, permaneço lá e o espero assim, lendo e rezando. Rezo sentado, porque me faz mal ficar de joelhos. Às vezes, rezando, até mesmo adormeço, mas não tem problema: sou como um filho próximo ao seu pai, e isto é aquilo que conta”.

Ao concluir, enfatizou: “Vocês querem me fazer feliz? Leiam a Bíblia”.

O prefácio foi escrito para uma Bíblia dirigida aos jovens. A ideia da obra é de Thomas Söding, professor do Novo Testamento na Universidade de Bochu, e por longos anos membro da Comissão Teológica Internacional da Santa Sé. Pai de três filhos, sentia a necessidade de oferecer aos jovens uma possibilidade de acesso à Bíblia que fosse atraente. Assim, entrou em contato com Georg Fisher (Universidade de Innsbruck) e Dominik Markl (Pontifício Instituto Bíblico, em Roma), jesuítas austríacos e professores de Antigo Testamento, convidando-os a colaborar com o projeto. Após a ampla divulgação do catecismo para jovens Youcat, os autores convidaram a Youcat Foundation (Augsburg), junto com a Katholische Bibelanstalt (Stuttgart), para colaborar com o projeto.

Confira o texto na íntegra:

Meus queridos jovens amigos,

Se vocês vissem a minha Bíblia, talvez vocês não ficariam por nada tocados. Diriam: “O que? Esta é a Bíblia do Papa? Um livro assim velho, assim usado!”. Poderiam também me presentear uma nova, quem sabe uma de 1.000 euros: não, não gostaria. Amo a minha velha Bíblia, aquela que me acompanhou metade da minha vida. Viu a minha alegria, foi banhada pelas minhas lágrimas: é o meu inestimável tesouro. Vivo dela e por nada no mundo eu faria menos dela.

A Bíblia para os jovens, que vocês apenas abriram, me agrada muito: é tão vivaz, tão rica de testemunhos de santos, de jovens, que dá vontade de lê-la de uma só vez, desde o início até a última página. E depois? Depois a escondem, desaparece numa prateleira de uma biblioteca, quem sabe atrás, na terceira fila, acabando por encher-se de poeira. Até  o dia em que os vossos filhos  a venderão num mercadinho de usados. Não, isto não pode ser!

Quero dizer uma coisa a vocês: hoje, mais do que no início da Igreja, os cristãos são perseguidos; por qual razão? São perseguidos porque usam uma cruz e dão testemunho de Cristo; são condenados porque possuem uma Bíblia. Evidentemente a Bíblia é um livro extremamente perigoso, que causa tanto risco, que em certos países quem possui uma Bíblia é tratado como se escondesse no armário bombas de mão!

Mahatma Gandhi, que não era cristão, uma vez disse: “A vocês cristãos é confiado um texto que tem em si uma quantidade de dinamite suficiente para fazer explodir em mil pedaços a civilização inteira, para colocar de cabeça para baixo o mundo e levar a paz a um planeta devastado pela guerra. Mas a tratam, porém, como se fosse simplesmente uma obra literária, nada além disto”.

O que vocês têm, então, em mãos? Uma obra-prima literária? Uma seleção de antigas e belas histórias? Neste  caso, seria necessário dizer aos muitos cristãos que se deixam aprisionar e torturar pela Bíblia: “Vocês são realmente tolos e pouco sábios: é somente uma obra literária!”. Não, com a Palavra de Deus a luz veio ao mundo e nunca mais se apagou. Na minha Exortação Apostólica Evangelii gaudium escrevi:  “Nós não procuramos Deus tateando no escuro, nem precisamos esperar que Ele nos dirija a palavra, porque realmente «Deus falou, já não é o grande desconhecido, mas mostrou-Se a Si mesmo». Acolhamos o tesouro sublime da Palavra revelada!” (n.175)

Vocês têm entre as mãos, portanto, algo de divino: um livro como fogo, um livro no qual Deus fala. Por isto, recordem-se: a Bíblia não é feita para ser colocada em uma prateleira, mas é feita para ser levada na mão, para ser lida frequentemente, a cada dia, quer sozinho como acompanhados. De resto, acompanhados vocês praticam esporte, vão ao shopping; por que então não ler juntos, em dois, em três ou em quatro a Bíblia? Quem sabe ao ar livre, mergulhados na natureza, no bosque, na beira do mar, de noite à luz de velas…vocês fariam uma experiência forte e envolvente. Ou quem sabe vocês têm medo de parecerem ridículos diante dos outros?

Leiam com atenção. Não permaneçam na superfície, como se faz com histórias em quadrinho! A Palavra de Deus não pode ser lida com um passar de olhos! Antes, perguntem-se: “O que diz este texto ao meu coração?  Por meio desta palavra, Deus está me falando? Talvez esteja suscitando anseios, a minha sede profunda? O que devo fazer?”. Somente assim a Palavra de Deus poderá mostrar toda a sua força; somente assim a nossa vida poderá transformar-se, tornando-se plena e bela.

Quero confidenciar a vocês como leio a minha velha Bíblia. Frequentemente a pego, a leio um pouco, depois a deixo de lado e me deixo olhar pelo Senhor. Não sou eu que olho para Ele, mas Ele que olha para mim: Deus está realmente alí, presente. Assim me deixo observar por Ele e escuto – e não é um certo sentimentalismo – percebo no mais profundo de meu ser aquilo que o Senhor me diz.

Às vezes não fala: e então não ouço nada, somente vazio, vazio, vazio…. Mas, paciente, permaneço lá e o espero assim, lendo e rezando. Rezo sentado, porque me faz mal ficar de joelhos. Às vezes, rezando, até mesmo adormeço, mas não tem problema: sou como um filho próximo ao seu pai, e isto é aquilo que conta.

Vocês querem me fazer feliz? Leiam a Bíblia.

Por Rádio Vaticano

Via: Jovens Conectados

Em que ordem ler a Bíblia?

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Há pessoas que abrem a Bíblia no início e começam a ler a partir do Gênesis, mas logo desistem

A Bíblia não é um simples livro. Ela é uma biblioteca de 73 livros. Eles são bem diferentes uns dos outros, têm os mais diversos estilos, foram escritos em épocas muito distantes e em situações muito diferentes.

Imagine-se chegando a uma biblioteca como essa e começando a ler o primeiro livro que encontrar na estante, passando para o segundo e assim por diante. Essa leitura não pode dar certo! Há pessoas que abrem a Bíblia no iníco e começam a ler a partir do Gênesis. Elas, em geral, não passam do quinto livro. Desanimam e não retornam mais. E, o que é pior, acabam dizendo que é impossível, que não se consegue entender a Bíblia. Mas, isso aconteceria com qualquer biblioteca do mundo!

É necessário um Plano de leitura. No início, há muita coisa que não se entende, o que é muito natural. Até na leitura de um romance acontece isso. Não pare por causa disso, prossiga! À medida que se vai lendo, as coisas vão se esclarecendo. É uma regra de ouro: a Bíblia se explica por si mesma. Por isso, é tão importante um plano de leitura.

Existem vários planos de leitura. Todos eles são bons, porque se baseiam num princípio. Apresento aqui um determinado plano. Ele se destina àqueles que desejam começar a ler a Bíblia e não têm outros recursos a não ser conhecer a Bíblia através dela mesma. Siga a ordem indicada aqui, ela faz parte do método.

Plano de leitura do Novo Testamento:

1. 1ª Carta de São João (2 vezes)
2. Evangelho de São João
3. Evangelho de São Marcos
4. As pequenas cartas de São Paulo:
Gálatas
Efésios
Filipenses
Colossenses
1ª e 2ª Tessalonicences
1ª e 2ª Timóteo
Tito
Filêmom

5. Evangelho de São Lucas
6. Atos dos Apóstolos
7. Carta aos Romanos
8. Evangelho de São Mateus
9. 1ª e 2ª Carta aos Coríntios
10. Hebreus
11. Carta de São Tiago
12. 1ª e 2ª Carta de São Pedro
13. 2ª e 3ª Carta de São João
14. Carta de São Judas
15. Apocalipse
16. 1ª Carta de São João (3ª vez)
17. Evangelho de São João (2ª vez)

Qual a importância da Bíblia para você?

Por que começar pela 1ª carta de São João?

A primeira necessidade de um cristão é ter certeza de sua salvação. É saber que Deus o ama e o escolheu. Gratuitamente, sem nenhum merecimento seu. Deus o pôs na lista daqueles que quer salvar. Foi uma escolha gratuita! Amorosa! Sem merecimento! Saber disso nos dá a certeza da salvação. E todo cristão precisa tê-la.

Dos 73 livros da Bíblia, só essa pequena carta foi escrita com esse propósito: o de nos dar a certeza da salvação. Na conclusão de sua carta, São João diz: “Isto vos escrevi para que saibais que tendes a vida eterna, vós que credes no nome do Filho de Deus” (1 Jo 5, 13). Lendo e relendo, você vai se convencendo desta feliz realidade: você é salvo! Você é escolhido!

Leituras dos livros do Antigo Testamento

“Traze sempre na boca as palavras deste livro da lei; medita-o dia e noite, cuidando de fazer tudo o que nele está escrito; assim prosperarás em teus caminhos e serás bem-sucedido (Josué 1,8).

Comece a leitura pelos três livros sapienciais: Sabedoria, Eclesiástico e Provérbios. São livros muito próximos ao Novo Testamento e fontes de ricos ensinamentos. Leia, juntamente, o livro dos Salmos. O portal de entrada do Antigo Testamento são os Salmos. Faça deles o seu livro de cabeceira. Eu já lhe disse que vale a pena ter uma edição de bolso do Novo Testamento para você levar consigo continuamente e ir lendo nos momentos livres. De qualquer maneira, o que quero acentuar aqui é que você deve trabalhar com os Salmos independentemente de alguma ordem específica. Sempre que se sentir impelido a isso, leia um Salmo. Faço o seu diário sobre ele, sem receio de interromper o trabalho que estiver fazendo na sequência. Salmo é como fruta: comemos a qualquer hora, pouco importando as refeições. E nunca faz mal. Sempre faz bem.

Neste ponto você já estará muito mais livre e criativo para a execução do seu diário.
Não deixe de fazê-lo. Você poderá fazer um verdadeiro estudo vivencial de cada capítulo
desses livros sapiências e de cada Salmo. Será muito rico.

Os livros do Antigo Testamento serão lidos na ordem cronológica: das origens até a
vinda de Cristo.

Plano de leitura do Antigo Testamento

1. Gênesis
2. Êxodo
3. Números
4. Josué
5. Juízes
6. 1° Samuel
7. 2º Samuel
8. 1º Reis
9. 2º Reis
10. Amós
11. Oséias
12. Isaías (1-39)
13. Miquéias
14. Naum
15. Sofonias
16. Habacuc
17. Jeremias
18. Lamentações
19. Ezequiel
20. Abdias
21. Isaías (40-55)
22. 1º Crônicas
23. 2º Crônicas
24. Esdras
25. Neemias
26. Ageu
27. Zaracarias
28. Isaías (56-66)
29. Malaquias
30. Joel
31. Jonas
32. Rute
33. Tobias
34. Judite
35. Ester
36. Eclesiástico
37. Cânticos dos Cânticos
38. Jó
39. Eclesiastes
40. 1º Macabeus
41. 2º Macabeus
42. Baruc
43. Daniel
44. Sabedoria
45. Levítico
46. Deuteronômio

Deixe o seu comentário e partilhe sua experiência com a Palavra de Deus!

 

Fonte: Canção Nova

Por que ler a Bíblia?

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É preciso ler todos os livros da Bíblia, entendendo que tudo converge para Jesus

A Bíblia é palavra inspirada, é Deus que se revela aos homens; em contrapartida, é necessária a fé de quem a lê. É preciso a adesão da fé para que essa palavra produza frutos na vida de quem se debruça sobre a Palavra de Deus e acredita na ação divina. E para que esta fé exista é preciso contar com o auxílio do Espírito Santo que nos direciona a Deus e nos dá o entendimento necessário para aceitar e crer na Revelação.

Por que ler a bíblia

Já nos ensinou São Jerônimo: “Ignorar as Escrituras é ignorar Cristo”. Não podemos ignorar Jesus. Temos de contar com o Espírito Santo, que nos conduz na leitura da Sagrada Escritura e nos põe no caminho do Cristo. Ler e acreditar na Sagrada Escritura é caminhar com o Senhor, é ouvir o Seu convite: “Vem e segue-me!”

Daí a importância de lermos a Sagrada Escritura, em especial os Evangelhos. Toda a Bíblia é Revelação de Deus. O Antigo Testamento e o Novo Testamento possuem a mesma importância, mas os Evangelhos têm um lugar de excelência, pois ali se encontra a vida de Jesus e todos os outros livros se convergem para o centro que é o Cristo.

Orienta-nos a Dei Verbum, Constituição Dogmática sobre a Revelação Divina: Ninguém ignora que entre todas as Escrituras, mesmo do Novo Testamento, os Evangelhos têm o primeiro lugar, enquanto são o principal testemunho da vida e doutrina do Verbo encarnado, nosso salvador.

É preciso ler todos os livros da Bíblia, entendendo que tudo converge para Jesus. E quando lemos os quatro Evangelhos não é diferente. É importante ler estes livros para percebermos vários aspectos da vida de Jesus. Os quatro Evangelhos se completam. Cada um possui suas características próprias e vistos em conjunto nos ajudam a conhecer e seguir Jesus.

O Evangelho segundo São Marcos, por exemplo, quer nos apresentar a pessoa de Jesus. Precisamos conhecê-Lo, pois decidimos segui-Lo. Com o Evangelho de São Mateus, considerado o mais catequético dos quatro, aprendemos ensinamentos de Jesus, pois só é possível segui-Lo se soubermos como escolher o Seu caminho nas situações da vida. O Evangelista São Lucas nos apresenta a universalidade da mensagem de Cristo. É para todos! E somos chamados a anunciar essa mensagem a todos. E, por fim, o Evangelho segundo São João, que possui uma literatura mais simbólica, pois nos propõe a fé nos mistérios de Jesus, que é Deus.

Conhecer Jesus, saber Seus ensinamentos, levar a mensagem de salvação aos outros e experimentar fé nos mistérios divinos, eis alguns dos motivos pelos quais devemos ler e estudar os Evangelhos. Além disso, nos permitir compreender que Jesus é o centro da Sagrada Escritura, e assim ler cada um dos outros livros da Bíblia com suas características próprias e relacionando-os com os demais [livros bíblicos], é um bom caminho para aceitar o convite da Igreja de que nos debrucemos gostosamente sobre o texto sagrado (Dei Verbum), ou seja, sintamos seu sabor, seu gosto na nossa vida.

Fonte: Canção Nova

Nossa Senhora

Oração a Nossa Senhora

Ó Maria, Virgem e Mãe santíssima,
eis que recebi o vosso amado Filho,
que concebestes em vosso seio imaculado e destes à luz,
amamentastes e estreitastes com ternura em vossos braços.
Eis que humildemente e com todo o amor
vos apresento e ofereço de novo
aquele mesmo cuja face vos alegrava e enchia de delícias,
para que, tomando-o em vossos braços
e amando-o de todo o coração,
o apresenteis à Santíssima Trindade
em supremo culto de adoração,
para vossa honra e glória,
por minhas necessidades
e pelas de todo o mundo.
Peço-vos, pois, ó Mãe compassiva, que imploreis a Deus
o perdão dos meus pecados,
graças abundantes para servi-lo mais fielmente
e a perseverança final,
para que convosco possa louvá-lo para sempre.
Amém.

Fórmula de intenção para a missa

Fórmula de intenção para a missa

Quero celebrar a Missa
e consagrar o Corpo e Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo, conforme o rito da santa Igreja Romana,
em louvor do Deus todo-poderoso
e de toda a Igreja triunfante,
para meu próprio bem e de toda a Igreja militante,
por todos os que se recomendaram às minhas orações,
de modo geral e em particular,
e pela felicidade da santa Igreja Católica.
Amém.
Que Deus todo-poderoso e cheio de misericórdia
nos conceda alegria e paz,
conversão de vida,
tempo para a verdadeira penitência,
a graça e a força do Espírito Santo
e perseverança nas boas obras.
Amém.

Fonte: Católico Orante

Ó Maria concebida sem pecado

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Ó Maria concebida sem pecado

Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós!

Sagrado Coração de Jesus

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Sagrado Coração de Jesus

Sagrado Coração de Jesus
eu tenho confiança em vós.