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Jovens Sarados, a academia para sua alma.

O pecado tibieza enfraquece o relacionamento com Deus

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Hoje, há um grande esvaziamento espiritual no mundo inteiro. O povo está caindo na indiferença . A tibieza vai enfraquecendo o relacionamento com Deus, principalmente daqueles que já O conhecem ou tiveram uma profunda experiência com Ele.

O mal de tudo isso é a chamada tibieza que, em primeiro lugar, é a hesitação em responder ao e, se diz ser também: frouxidão, fraqueza, indolência, falta de ardor, ser morno.

Foto Ilustrativa: Wesley Almeida/cancaonova.com

Prostração espiritual

A tibieza é o hábito não combatido do venial. Ela tem levado muitos à prostração espiritual, ao desânimo para com as coisas de Deus.

Muitos têm caído no sedentarismo espiritual e se acostumado com a presença e ação de Deus na sua vida e no mundo. Nada para a pessoa tíbia é interessante ou novo, tudo vira rotina para ela. Nesses casos, há um profundo rompimento com a intimidade relacionada a Deus. Deus se torna tão banal para o tíbio que, muitas vezes, nem mesmo existe mais um relacionamento com Ele. E, além disso, torna-se uma pessoa morna em tudo.

Mas o Senhor adverte aos que são mornos: “Conheço a tua conduta. Não é frio, nem quente. Oxalá fosses frio ou quente! Mas, porque és morno, nem frio ou quente, estou para vomitar-te de minha boca” (Ap 3,15-16).

Hoje, cresce entre os católicos a falta de ardor, até mesmo entre os . O ardor, o fervor em ser de Deus foi se perdendo de maneira assustadora. E a vida com Deus, para muitos, torna-se um peso ou apenas um trabalho, de uma tal maneira, que se perde o verdadeiro sentido missionário e o amor por ser do Senhor.

Grupos de oração na tibieza

Outras coisas que caíram na tibieza, foram alguns grupos de oração, nos quais não há mais o fervor dos inícios, onde o Senhor podia agir de maneira esplêndida com a abertura das pessoas, tanto dos que estavam à frente, como daqueles que os frequentavam. Por isso, muitos têm deixado a Igreja, por falta de fervor e ardor na vida espiritual.

Inclusive muitos padres deixam o ministério, porque perderam o sentido da sua vocação, deixando-se ser levados pela tibieza, esfriando na , na intimidade com Deus e, assim, acabam por despencar no sedentarismo e ativismo.

A vida vira rotina quando não se faz mais as coisas com fervor, então, perdem a empolgação missionária e o gosto de serem consagrados ao Senhor.

Desse modo, muitos grupos de oração perderam o essencial, que é a intimidade com Deus, a vida no Espírito e o ardor na oração. Deixando apenas, serem conduzidos pela razão humana a fim de entender as coisas do Espírito.

A tibieza entrou na vida de muitos grupos, por causa da disputa por cargos, onde um quer ser melhor do que o outro, e a inveja também foi entrando nos grupos.

Fervor no Espírito Santo

Precisamos voltar ao primeiro amor, ao fervor no , no qual é sanada toda a raiz de tibieza, que foi tomando conta da nossa vida espiritual.

A tibieza nos amarra aos pecados, principalmente, aos vícios e aos pecados veniais. Ela retira nossa força de lutar, para sermos mais de Deus e superarmos os nossos pecados e falhas. Sendo assim, nos acostumando com o “feijão e arroz de todos os dias”  – da ”vidinha” de oração que temos. Nos contentamos com o pouco, sabendo que Deus tem muito mais para nos ofertar.

Acabamos cometendo pecados de olhos abertos, com plena consciência, aceitando-os “numa boa”, sem que ao menos, façamos algum esforço para evitá-los. A tibieza impede a nossa santificação.

São Gregório escreve: “A tibieza, que deixou o fervor, cai no desespero”.

A tibieza é o fermento do diabo, que quer arrastar todos para o inferno, a começar por aqueles que estão na vida com Deus. O tíbio, mesmo diante da , torna-se insensível. O seu coração se fecha à ação do Espírito e ao novo que Deus tem para a vida dele.

De modo que, acaba por se tornar uma pessoa carrancuda, mal-humorada, triste, insatisfeita, rancorosa, entristecendo-se com o progresso espiritual do outro. Perde, de fato, o sentido da vida, e por fim, tende a abandonar tudo, todo progresso espiritual com Deus.

Mas, se o tíbio não abandonar tudo, vai fazendo com que os outros, que estão na caminhada ou na comunidade com ele, vão, também, esfriando na fé, tornando-se tíbios como ele.

Por isso, precisamos urgentemente, combater a tibieza de nossa vida e da nossa comunidade.

Sacerdote membro da Canção Nova, estudante de psicologia, atua no Instituto Teológico Bento XVI e também exerce a função de diretor espiritual dos futuros sacerdotes da comunidade. Autor do livro: “Onde está Deus?”. Acesse: blog.cancaonova.com/padrereinaldo

Fonte: http://formacao.cancaonova.com

O pecado tibieza enfraquece o relacionamento com Deus

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Hoje, há um grande esvaziamento espiritual no mundo inteiro. O povo está caindo na indiferença . A tibieza vai enfraquecendo o relacionamento com Deus, principalmente daqueles que já O conhecem ou tiveram uma profunda experiência com Ele.

O mal de tudo isso é a chamada tibieza que, em primeiro lugar, é a hesitação em responder ao e, se diz ser também: frouxidão, fraqueza, indolência, falta de ardor, ser morno.

Foto Ilustrativa: Wesley Almeida/cancaonova.com

Prostração espiritual

A tibieza é o hábito não combatido do venial. Ela tem levado muitos à prostração espiritual, ao desânimo para com as coisas de Deus.

Muitos têm caído no sedentarismo espiritual e se acostumado com a presença e ação de Deus na sua vida e no mundo. Nada para a pessoa tíbia é interessante ou novo, tudo vira rotina para ela. Nesses casos, há um profundo rompimento com a intimidade relacionada a Deus. Deus se torna tão banal para o tíbio que, muitas vezes, nem mesmo existe mais um relacionamento com Ele. E, além disso, torna-se uma pessoa morna em tudo.

Mas o Senhor adverte aos que são mornos: “Conheço a tua conduta. Não é frio, nem quente. Oxalá fosses frio ou quente! Mas, porque és morno, nem frio ou quente, estou para vomitar-te de minha boca” (Ap 3,15-16).

Hoje, cresce entre os católicos a falta de ardor, até mesmo entre os . O ardor, o fervor em ser de Deus foi se perdendo de maneira assustadora. E a vida com Deus, para muitos, torna-se um peso ou apenas um trabalho, de uma tal maneira, que se perde o verdadeiro sentido missionário e o amor por ser do Senhor.

Grupos de oração na tibieza

Outras coisas que caíram na tibieza, foram alguns grupos de oração, nos quais não há mais o fervor dos inícios, onde o Senhor podia agir de maneira esplêndida com a abertura das pessoas, tanto dos que estavam à frente, como daqueles que os frequentavam. Por isso, muitos têm deixado a Igreja, por falta de fervor e ardor na vida espiritual.

Inclusive muitos padres deixam o ministério, porque perderam o sentido da sua vocação, deixando-se ser levados pela tibieza, esfriando na , na intimidade com Deus e, assim, acabam por despencar no sedentarismo e ativismo.

A vida vira rotina quando não se faz mais as coisas com fervor, então, perdem a empolgação missionária e o gosto de serem consagrados ao Senhor.

Desse modo, muitos grupos de oração perderam o essencial, que é a intimidade com Deus, a vida no Espírito e o ardor na oração. Deixando apenas, serem conduzidos pela razão humana a fim de entender as coisas do Espírito.

A tibieza entrou na vida de muitos grupos, por causa da disputa por cargos, onde um quer ser melhor do que o outro, e a inveja também foi entrando nos grupos.

Fervor no Espírito Santo

Precisamos voltar ao primeiro amor, ao fervor no , no qual é sanada toda a raiz de tibieza, que foi tomando conta da nossa vida espiritual.

A tibieza nos amarra aos pecados, principalmente, aos vícios e aos pecados veniais. Ela retira nossa força de lutar, para sermos mais de Deus e superarmos os nossos pecados e falhas. Sendo assim, nos acostumando com o “feijão e arroz de todos os dias”  – da ”vidinha” de oração que temos. Nos contentamos com o pouco, sabendo que Deus tem muito mais para nos ofertar.

Acabamos cometendo pecados de olhos abertos, com plena consciência, aceitando-os “numa boa”, sem que ao menos, façamos algum esforço para evitá-los. A tibieza impede a nossa santificação.

São Gregório escreve: “A tibieza, que deixou o fervor, cai no desespero”.

A tibieza é o fermento do diabo, que quer arrastar todos para o inferno, a começar por aqueles que estão na vida com Deus. O tíbio, mesmo diante da , torna-se insensível. O seu coração se fecha à ação do Espírito e ao novo que Deus tem para a vida dele.

De modo que, acaba por se tornar uma pessoa carrancuda, mal-humorada, triste, insatisfeita, rancorosa, entristecendo-se com o progresso espiritual do outro. Perde, de fato, o sentido da vida, e por fim, tende a abandonar tudo, todo progresso espiritual com Deus.

Mas, se o tíbio não abandonar tudo, vai fazendo com que os outros, que estão na caminhada ou na comunidade com ele, vão, também, esfriando na fé, tornando-se tíbios como ele.

Por isso, precisamos urgentemente, combater a tibieza de nossa vida e da nossa comunidade.

Sacerdote membro da Canção Nova, estudante de psicologia, atua no Instituto Teológico Bento XVI e também exerce a função de diretor espiritual dos futuros sacerdotes da comunidade. Autor do livro: “Onde está Deus?”. Acesse: blog.cancaonova.com/padrereinaldo

Fonte: http://formacao.cancaonova.com

O pecado tibieza enfraquece o relacionamento com Deus

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Hoje, há um grande esvaziamento espiritual no mundo inteiro. O povo está caindo na indiferença . A tibieza vai enfraquecendo o relacionamento com Deus, principalmente daqueles que já O conhecem ou tiveram uma profunda experiência com Ele.

O mal de tudo isso é a chamada tibieza que, em primeiro lugar, é a hesitação em responder ao e, se diz ser também: frouxidão, fraqueza, indolência, falta de ardor, ser morno.

Foto Ilustrativa: Wesley Almeida/cancaonova.com

Prostração espiritual

A tibieza é o hábito não combatido do venial. Ela tem levado muitos à prostração espiritual, ao desânimo para com as coisas de Deus.

Muitos têm caído no sedentarismo espiritual e se acostumado com a presença e ação de Deus na sua vida e no mundo. Nada para a pessoa tíbia é interessante ou novo, tudo vira rotina para ela. Nesses casos, há um profundo rompimento com a intimidade relacionada a Deus. Deus se torna tão banal para o tíbio que, muitas vezes, nem mesmo existe mais um relacionamento com Ele. E, além disso, torna-se uma pessoa morna em tudo.

Mas o Senhor adverte aos que são mornos: “Conheço a tua conduta. Não é frio, nem quente. Oxalá fosses frio ou quente! Mas, porque és morno, nem frio ou quente, estou para vomitar-te de minha boca” (Ap 3,15-16).

Hoje, cresce entre os católicos a falta de ardor, até mesmo entre os . O ardor, o fervor em ser de Deus foi se perdendo de maneira assustadora. E a vida com Deus, para muitos, torna-se um peso ou apenas um trabalho, de uma tal maneira, que se perde o verdadeiro sentido missionário e o amor por ser do Senhor.

Grupos de oração na tibieza

Outras coisas que caíram na tibieza, foram alguns grupos de oração, nos quais não há mais o fervor dos inícios, onde o Senhor podia agir de maneira esplêndida com a abertura das pessoas, tanto dos que estavam à frente, como daqueles que os frequentavam. Por isso, muitos têm deixado a Igreja, por falta de fervor e ardor na vida espiritual.

Inclusive muitos padres deixam o ministério, porque perderam o sentido da sua vocação, deixando-se ser levados pela tibieza, esfriando na , na intimidade com Deus e, assim, acabam por despencar no sedentarismo e ativismo.

A vida vira rotina quando não se faz mais as coisas com fervor, então, perdem a empolgação missionária e o gosto de serem consagrados ao Senhor.

Desse modo, muitos grupos de oração perderam o essencial, que é a intimidade com Deus, a vida no Espírito e o ardor na oração. Deixando apenas, serem conduzidos pela razão humana a fim de entender as coisas do Espírito.

A tibieza entrou na vida de muitos grupos, por causa da disputa por cargos, onde um quer ser melhor do que o outro, e a inveja também foi entrando nos grupos.

Fervor no Espírito Santo

Precisamos voltar ao primeiro amor, ao fervor no , no qual é sanada toda a raiz de tibieza, que foi tomando conta da nossa vida espiritual.

A tibieza nos amarra aos pecados, principalmente, aos vícios e aos pecados veniais. Ela retira nossa força de lutar, para sermos mais de Deus e superarmos os nossos pecados e falhas. Sendo assim, nos acostumando com o “feijão e arroz de todos os dias”  – da ”vidinha” de oração que temos. Nos contentamos com o pouco, sabendo que Deus tem muito mais para nos ofertar.

Acabamos cometendo pecados de olhos abertos, com plena consciência, aceitando-os “numa boa”, sem que ao menos, façamos algum esforço para evitá-los. A tibieza impede a nossa santificação.

São Gregório escreve: “A tibieza, que deixou o fervor, cai no desespero”.

A tibieza é o fermento do diabo, que quer arrastar todos para o inferno, a começar por aqueles que estão na vida com Deus. O tíbio, mesmo diante da , torna-se insensível. O seu coração se fecha à ação do Espírito e ao novo que Deus tem para a vida dele.

De modo que, acaba por se tornar uma pessoa carrancuda, mal-humorada, triste, insatisfeita, rancorosa, entristecendo-se com o progresso espiritual do outro. Perde, de fato, o sentido da vida, e por fim, tende a abandonar tudo, todo progresso espiritual com Deus.

Mas, se o tíbio não abandonar tudo, vai fazendo com que os outros, que estão na caminhada ou na comunidade com ele, vão, também, esfriando na fé, tornando-se tíbios como ele.

Por isso, precisamos urgentemente, combater a tibieza de nossa vida e da nossa comunidade.

Sacerdote membro da Canção Nova, estudante de psicologia, atua no Instituto Teológico Bento XVI e também exerce a função de diretor espiritual dos futuros sacerdotes da comunidade. Autor do livro: “Onde está Deus?”. Acesse: blog.cancaonova.com/padrereinaldo

Fonte: http://formacao.cancaonova.com

A resposta confirma a convicção: “ Ressuscitou de verdade ”

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Uma antiga e sempre atual saudação para o Tempo Pascal resume, em poucas palavras, a fé dos cristãos: “Cristo ressuscitou!”.

A resposta confirma a convicção: “Ressuscitou de verdade!”.

Essa saudação pode ser retomada na Liturgia e repetida nos cumprimentos entre as pessoas e, mais ainda, pode ser roteiro de vida.

Foto: Wesley Almeida/cancaonova.com

É o nosso modo de desejar uma Santa Páscoa a todos, augurando vida nova e testemunho vivo do Ressuscitado, com todas as consequências para a vida pessoal e para a sociedade.

Celebrar a Páscoa é penetrar no mistério de Nosso Senhor Jesus Cristo

Nos dias de Semana Santa, saltaram à vista Seu modo tão divino e humano de viver a entrega definitiva.

“Antes da festa da Páscoa, sabendo Jesus que tinha chegado a sua hora, hora de passar deste mundo para o Pai, tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim” (Jo 13,1).

É a entrega livre daquele de quem ninguém tira a vida, mas se faz dom de salvação.

Jesus referencial para toda a humanidade

Jesus Cristo, que é verdadeiro Deus, oferece o testemunho de inigualável maturidade, na qual se encontra a referência para todos os seres humanos.

“Os guardas voltaram aos sumos sacerdotes e aos fariseus, que lhes perguntaram: Por que não o trouxestes? Responderam: Ninguém jamais falou como este homem” (Jo 7, 45-46).

Cada um precisa de um encontro com o Ressuscitado

Encontrá-Lo é descobrir o caminho da realização pessoal.

Mas seria pouco O considerar apenas exemplo a ser seguido.

“De fato, Deus amou tanto o mundo, que deu o seu Filho único, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3, 16).

O homem verdadeiro é Senhor e Salvador. N’Ele estão nossas esperanças e a certeza da ressurreição. Mais do que Mestre ou sábio de renome, n’Ele está a salvação.

O encontro com o Ressuscitado nos transforma

Seus apóstolos e discípulos, antes temerosos diante das perseguições, tendo recebido o Espírito Santo, sopro divino do Ressuscitado sobre a comunidade dos fiéis, tornaram-se ardorosos anunciadores de Sua ressurreição e de Seu nome.

Basta hoje o anúncio de Cristo: “Que todo o povo de Israel reconheça com plena certeza: Deus constituiu Senhor e Cristo a este Jesus que vós crucificastes. Quando ouviram isso, ficaram com o coração compungido e perguntaram a Pedro e aos outros apóstolos: Irmãos, que devemos fazer? Pedro respondeu: Convertei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo, para o perdão dos vossos pecados. E recebereis o dom do Espírito Santo. Pois a promessa é para vós e vossos filhos, e para todos aqueles que estão longe, todos aqueles que o Senhor, nosso Deus, chamar” (At 2, 36-39).

A força da Ressurreição

Cristo morreu, Cristo ressuscitou, Cristo há de voltar!

O que parece simplório é suficiente, pois daí nascem todas as consequências: vida nova, alegria perene, capacidade para se levantar das próprias crises e pecados, amor ao próximo, vida de comunidade, testemunho corajoso da verdade, vida nova na família cristã, compromisso social, serviço da caridade!

Tudo isso? Sim, na Páscoa de Jesus Cristo está o centro da fé cristã e a fonte de vitalidade, da qual gerações e gerações de cristãos beberam como de uma fonte verdadeiramente inesgotável.

Leia mais:

Ele está no meio de nós!

Celebrar a Páscoa é ir além da recordação dos fatos históricos, para chegar ao encontro com Cristo vivo.

Nós cristãos O reconhecemos hoje presente, fazendo arder os corações.

Vamos ao Seu encontro nos irmãos, especialmente na partilha com os mais pobres, acolhemos Sua palavra viva, lida da Sagrada Escritura e proclamada na liturgia.

Sabemos que Ele permanece conosco quando nos amamos uns aos outros.

Ele está vivo na Igreja, quando se expressam os sucessores dos apóstolos.

O buscamos na maior exuberância de Sua presença, que é a Eucaristia.

Esse é nosso documento de identidade!

Cristo Ressuscitou!

Com o necessário respeito à liberdade de todas as pessoas, queremos hoje dizer a todos os homens e mulheres, em todas as condições em que se encontram, que as portas estão abertas, mais ainda: escancaradas.

Se quiserem, aqui está o convite para a maior de todas as comemorações:

“Celebremos a festa, não com o velho fermento nem com o fermento da maldade ou da iniquidade, mas com os pães ázimos da sinceridade e da verdade!” (I Cor 5, 8).

É Páscoa do Senhor! Feliz, verdadeira e Santa Páscoa da Ressurreição!

Dom Alberto Taveira foi Reitor do Seminário Provincial Coração Eucarístico de Jesus em Belo Horizonte. Na Arquidiocese de Belo Horizonte foi ainda vigário Episcopal para a Pastoral e Professor de Liturgia na PUC-MG. Em Brasília, assumiu a coordenação do Vicariato Sul da Arquidiocese, além das diversas atividades de Bispo Auxiliar, entre outras. No dia 30 de dezembro de 2009, foi nomeado Arcebispo da Arquidiocese de Belém – PA.

Fonte: http://formacao.cancaonova.com

Novena da misericórdia

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É tradição que a novena seja rezada, principalmente, antes da Festa da Misericórdia, iniciando na Sexta-Feira da Paixão.

“Em cada dia da novena, conduzirás ao meu coração um grupo diferente de almas e as mergulharás no oceano da minha Misericórdia. Eu conduzirei todas as almas à casa do meu Pai. Por minha parte, nada negarei a nenhuma daquelas almas que tu conduzirás à fonte da minha Misericórdia. Cada dia pedirás a meu Pai, pela minha amarga Paixão, graças para essas almas.” A Novena é rezada junto com o .

Primeiro dia

Hoje, traze-me a humanidade inteira, especialmente todos os pecadores, e mergulha-os no oceano da minha Misericórdia. Com isso, vais consolar-me na amarga tristeza em que me afunda a perda das almas.

Misericordiosíssimo Jesus, de quem é próprio ter compaixão de nós e nos perdoar, não olheis os nossos pecados, mas a confiança que depositamos em Vossa infinita bondade. Acolhei-nos na mansão do Vosso compassivo coração e nunca nos deixeis sair dele. Nós Vo-lo pedimos pelo amor que Vos une ao Pai e ao Espírito Santo.

Eterno Pai, olhai com misericórdia para toda humanidade, encerrada no coração compassivo de Jesus, mas especialmente para os pobres pecadores. Pela Sua dolorosa Paixão, mostrai-nos a Vossa Misericórdia, para que glorifiquemos Sua onipotência por toda a eternidade. Amém.

Segundo dia

Hoje, traze-me as almas dos sacerdotes e religiosos e mergulha-as na minha insondável Misericórdia. Elas me deram força para suportar a amarga Paixão. Por elas, como que por canais, corre para a humanidade a minha Misericórdia.

Misericordiosíssimo Jesus, de quem provém tudo que é bom, aumentai em nós a graça, para que pratiquemos dignas obras de misericórdia, a fim de que aqueles que olham para nós glorifiquem o Pai da Misericórdia que está no céu.

Eterno Pai, dirigi o olhar da Vossa Misericórdia para a porção eleita da Vossa vinha: para as almas dos sacerdotes e religiosos. Concedei-lhes o poder da Vossa bênção e, pelos sentimentos do coração de Vosso Filho, no qual estão encerradas, dai-lhes a força da Vossa luz, para que possam guiar os outros nos caminhos da salvação e juntamente com eles cantar a glória da Vossa insondável Misericórdia, por toda a eternidade. Amém.

Terceiro dia

Hoje, traze-me todas as almas piedosas e fiéis e mergulha-as no oceano da minha Misericórdia. Essas almas consolaram-me na Via-Sacra; foram aquela gota de consolações em meio ao mar de amarguras.

Misericordiosíssimo Jesus, que concedeis prodigamente todas as graças do tesouro da Vossa Misericórdia, acolhei-nos na mansão do Vosso compassivo coração e não nos deixeis sair dele pelos séculos; suplicamo-Vos pelo amor inconcebível de que está inflamado o Vosso coração para com o Pai Celestial.

Eterno Pai, olhai com Misericórdia para as almas fiéis, como a herança do Vosso Filho. Pela Sua dolorosa Paixão, concedei-lhes a Vossa bênção e cercai-as da Vossa incessante proteção, para que não percam o amor e o tesouro da santa fé, mas, com toda a multidão dos anjos e santos, glorifiquem a Vossa imensa misericórdia por toda a eternidade. Amém.

Quarto dia

Hoje, traze-me os pagãos e aqueles que ainda não me conhecem e nos quais pensei na minha amarga Paixão. O seu futuro zelo consolou o meu coração. Mergulha-os no mar da minha Misericórdia.

Misericordiosíssimo Jesus, que sois a luz de todo o mundo, aceitai, na mansão do Vosso compassivo coração, as almas dos pagãos que ainda não Vos conhecem. Que os raios da Vossa graça os iluminem para que também eles, juntamente conosco, glorifiquem as maravilhas da Vossa Misericórdia e não os deixeis sair da mansão do vosso compassivo coração.

Eterno Pai, olhai com misericórdia para as almas dos pagãos e daqueles que ainda não Vos conhecem e que estão encerrados no coração compassivo de Jesus. Atrai-as à luz do Evangelho. Essas almas não sabem que grande felicidade é amar-Vos. Fazei com que também elas glorifiquem a riqueza da Vossa Misericórdia por toda a eternidade. Amém.

Quinto dia

Hoje, traze-Me as almas dos cristãos separados da unidade da Igreja e mergulha-as no mar da minha Misericórdia. Na minha amarga Paixão dilaceravam o meu Corpo e o meu Coração, isto é, a minha Igreja. Quando voltam à unidade da Igreja, cicatrizam-se as minhas Chagas e dessa maneira eles aliviam a minha Paixão.

Misericordiosíssimo Jesus que sois a própria bondade, Vós não negais a luz àqueles que Vos pedem, aceitai na mansão do vosso compassivo coração as almas dos nossos irmãos separados, e atrai-os pela vossa luz à unidade da Igreja e não os deixeis sair da mansão do vosso compassivo Coração, mas fazei com que também eles glorifiquem a riqueza da Vossa Misericórdia.

Eterno Pai, olhai com Misericórdia para as almas dos nossos irmãos separados que esbanjaram os Vossos bens e abusaram das Vossas graças, permanecendo teimosamente nos seus erros. Não olheis para os seus erros, mas para o amor do vosso Filho e para a sua amarga Paixão, que suportou por eles, pois também eles estão encerrados no Coração compassivo de Jesus. Fazei com que também eles glorifiquem a vossa Misericórdia por toda a eternidade. Amém.

Sexto dia

Hoje, traze-Me as almas mansas, assim como as almas das criancinhas, e mergulha-as na minha Misericórdia. Essas almas são as mais semelhantes ao meu Coração. Elas reconfortaram-Me na amarga Paixão da minha agonia. Eu as vi quais anjos terrestres que futuramente iriam velar junto aos meus altares. Sobre elas derramo torrentes de graças. Só a alma humilde é capaz de aceitar a minha graça; as almas humildes favoreço com a minha confiança.

Misericordiosíssimo Jesus, que dissestes: “Aprendei de Mim que sou manso e humilde de coração”, aceitai na mansão do Vosso compassivo Coração as almas mansas e humildes e as almas das criancinhas. Estas encantam o Céu todo e são a especial predileção do Pai Celestial, são como um ramalhete diante do trono de Deus, com cujo perfume o próprio Deus se deleita. Essas almas têm a mansão permanente no Coração compassivo de Jesus e cantam sem cessar um hino de amor e misericórdia pelos séculos.

Eterno Pai, olhai com Misericórdia para as almas mansas e humildes e para as almas das criancinhas, que estão encerradas na mansão compassiva do Coração de Jesus. Estas almas são as mais semelhantes a vosso Filho; o perfume destas almas eleva-se da Terra e alcança o vosso trono. Pai de Misericórdia e de toda bondade, suplico-Vos pelo amor e predileção que tendes para com estas almas, abençoai o mundo todo, para que todas cantem juntamente a glória à Vossa Misericórdia, por toda a eternidade. Amém.

Sétimo dia

Hoje, traze-Me as almas que veneram e glorificam de maneira especial a minha Misericórdia e mergulha-as na minha Misericórdia. Essas almas foram as que mais sofreram por causa da minha Paixão e penetraram mais profundamente no meu espírito. Elas são a imagem viva do meu Coração compassivo. Essas almas brilharão com especial fulgor na vida futura. Nenhuma delas irá ao fogo do inferno; defenderei cada uma delas de maneira especial na hora da morte.

Misericordiosíssimo Jesus, cujo Coração é o próprio amor, aceitai na mansão do vosso compassivo Coração as almas que honram a glorificam de maneira especial a grandeza da vossa Misericórdia. Estas almas tornadas poderosas pela força do próprio Deus, avançam entre penas e adversidades, confiando na vossa Misericórdia. Essas almas estão unidas com Jesus e carregam sobre os seus ombros a humanidade toda. Elas não serão julgadas severamente, mas a vossa Misericórdia as envolverá no momento da morte.

Eterno Pai, olhai com Misericórdia para as almas que glorificam e honram o vosso maior atributo, isto é, a vossa inescrutável Misericórdia; elas estão encerradas no Coração compassivo de Jesus. Essas almas são o Evangelho vivo e as suas mãos estão cheias de obras de misericórdia; suas almas repletas de alegria cantam um hino de misericórdia ao Altíssimo. Suplico-Vos, ó Deus, mostrai-lhes a vossa Misericórdia segundo a esperança e confiança que em Vós colocaram. Que se cumpra nelas a promessa de Jesus, que disse: “As almas que veneram a minha insondável Misericórdia, Eu mesmo as defenderei durante a vida, especialmente na hora da morte, como minha glória.” Amém.

Oitavo dia

Hoje, traze-Me as almas que se encontram na prisão do Purgatório e mergulha-as no abismo da minha Misericórdia; que as torrentes do meu Sangue refresquem o seu ardor. Todas essas almas são muito amadas por Mim, pagam as dívidas à minha Justiça. Está em teu alcance trazer-lhes alívio. Tira do tesouro da minha Igreja todas as indulgências e oferece-as por elas. Oh, se conhecesses o seu tormento, incessantemente oferecerias por elas a esmolas do espírito e pagarias as suas dívidas à minha justiça.

Misericordiosíssimo Jesus, que dissestes que quereis misericórdia, eis que estou trazendo à mansão do vosso compassivo Coração as almas do Purgatório, almas que Vos são muito queridas e que no entanto devem dar reparação à vossa justiça; que as torrentes de Sangue e Água que brotaram do vosso Coração apaguem as chamas do fogo do Purgatório, para que também ali seja glorificado o poder da vossa Misericórdia.

Eterno Pai, olhai com Misericórdia para as almas que sofrem no Purgatório e que estão encerradas no Coração compassivo de Jesus. Suplico-Vos que, pela dolorosa Paixão de Jesus, vosso Filho, e por toda a amargura de que estava inundada a sua Alma santíssima, mostreis vossa Misericórdia às almas que se encontram sob o olhar da vossa Justiça; não olheis para elas de outra forma senão através das Chagas de Jesus, vosso Filho muito amado, porque nós cremos que a Vossa bondade e Misericórdia são incomensuráveis. Amém.

Nono dia

Hoje, traze-Me as almas tíbias e mergulha-as no abismo da minha Misericórdia. Essas almas ferem mais dolorosamente o meu Coração. Foi da alma tíbia que a minha Alma sentiu repugnância no Horto. Elas levaram-Me a dizer: Pai, afasta de Mim este cálice, se assim for a vossa vontade. Para elas, a última tábua de salvação é recorrer a minha Misericórdia.

Ó compassivo Jesus, que sois a própria Compaixão, trago à mansão do vosso compassivo Coração as almas tíbias; que se aqueçam no fogo do vosso amor puro estas almas geladas, que, semelhantes a cadáveres, Vos enchem de tanta repugnância. Ó Jesus, muito compassivo, usai a onipotência da vossa Misericórdia e atraí-as até ao fogo do vosso amor e concedei-lhes o amor santo, porque Vós tudo podeis.

Eterno Pai, olhai com Misericórdia para as almas tíbias e que estão encerradas no Coração compassivo de Jesus. Pai de Misericórdia, suplico-Vos pela amargura da Paixão do vosso Filho e por sua agonia de três horas na Cruz, permiti que também elas glorifiquem o abismo da vossa Misericórdia. Amém.

Fonte: http://formacao.cancaonova.com

Novena da misericórdia

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É tradição que a novena seja rezada, principalmente, antes da Festa da Misericórdia, iniciando na Sexta-Feira da Paixão.

“Em cada dia da novena, conduzirás ao meu coração um grupo diferente de almas e as mergulharás no oceano da minha Misericórdia. Eu conduzirei todas as almas à casa do meu Pai. Por minha parte, nada negarei a nenhuma daquelas almas que tu conduzirás à fonte da minha Misericórdia. Cada dia pedirás a meu Pai, pela minha amarga Paixão, graças para essas almas.” A Novena é rezada junto com o .

Primeiro dia

Hoje, traze-me a humanidade inteira, especialmente todos os pecadores, e mergulha-os no oceano da minha Misericórdia. Com isso, vais consolar-me na amarga tristeza em que me afunda a perda das almas.

Misericordiosíssimo Jesus, de quem é próprio ter compaixão de nós e nos perdoar, não olheis os nossos pecados, mas a confiança que depositamos em Vossa infinita bondade. Acolhei-nos na mansão do Vosso compassivo coração e nunca nos deixeis sair dele. Nós Vo-lo pedimos pelo amor que Vos une ao Pai e ao Espírito Santo.

Eterno Pai, olhai com misericórdia para toda humanidade, encerrada no coração compassivo de Jesus, mas especialmente para os pobres pecadores. Pela Sua dolorosa Paixão, mostrai-nos a Vossa Misericórdia, para que glorifiquemos Sua onipotência por toda a eternidade. Amém.

Segundo dia

Hoje, traze-me as almas dos sacerdotes e religiosos e mergulha-as na minha insondável Misericórdia. Elas me deram força para suportar a amarga Paixão. Por elas, como que por canais, corre para a humanidade a minha Misericórdia.

Misericordiosíssimo Jesus, de quem provém tudo que é bom, aumentai em nós a graça, para que pratiquemos dignas obras de misericórdia, a fim de que aqueles que olham para nós glorifiquem o Pai da Misericórdia que está no céu.

Eterno Pai, dirigi o olhar da Vossa Misericórdia para a porção eleita da Vossa vinha: para as almas dos sacerdotes e religiosos. Concedei-lhes o poder da Vossa bênção e, pelos sentimentos do coração de Vosso Filho, no qual estão encerradas, dai-lhes a força da Vossa luz, para que possam guiar os outros nos caminhos da salvação e juntamente com eles cantar a glória da Vossa insondável Misericórdia, por toda a eternidade. Amém.

Terceiro dia

Hoje, traze-me todas as almas piedosas e fiéis e mergulha-as no oceano da minha Misericórdia. Essas almas consolaram-me na Via-Sacra; foram aquela gota de consolações em meio ao mar de amarguras.

Misericordiosíssimo Jesus, que concedeis prodigamente todas as graças do tesouro da Vossa Misericórdia, acolhei-nos na mansão do Vosso compassivo coração e não nos deixeis sair dele pelos séculos; suplicamo-Vos pelo amor inconcebível de que está inflamado o Vosso coração para com o Pai Celestial.

Eterno Pai, olhai com Misericórdia para as almas fiéis, como a herança do Vosso Filho. Pela Sua dolorosa Paixão, concedei-lhes a Vossa bênção e cercai-as da Vossa incessante proteção, para que não percam o amor e o tesouro da santa fé, mas, com toda a multidão dos anjos e santos, glorifiquem a Vossa imensa misericórdia por toda a eternidade. Amém.

Quarto dia

Hoje, traze-me os pagãos e aqueles que ainda não me conhecem e nos quais pensei na minha amarga Paixão. O seu futuro zelo consolou o meu coração. Mergulha-os no mar da minha Misericórdia.

Misericordiosíssimo Jesus, que sois a luz de todo o mundo, aceitai, na mansão do Vosso compassivo coração, as almas dos pagãos que ainda não Vos conhecem. Que os raios da Vossa graça os iluminem para que também eles, juntamente conosco, glorifiquem as maravilhas da Vossa Misericórdia e não os deixeis sair da mansão do vosso compassivo coração.

Eterno Pai, olhai com misericórdia para as almas dos pagãos e daqueles que ainda não Vos conhecem e que estão encerrados no coração compassivo de Jesus. Atrai-as à luz do Evangelho. Essas almas não sabem que grande felicidade é amar-Vos. Fazei com que também elas glorifiquem a riqueza da Vossa Misericórdia por toda a eternidade. Amém.

Quinto dia

Hoje, traze-Me as almas dos cristãos separados da unidade da Igreja e mergulha-as no mar da minha Misericórdia. Na minha amarga Paixão dilaceravam o meu Corpo e o meu Coração, isto é, a minha Igreja. Quando voltam à unidade da Igreja, cicatrizam-se as minhas Chagas e dessa maneira eles aliviam a minha Paixão.

Misericordiosíssimo Jesus que sois a própria bondade, Vós não negais a luz àqueles que Vos pedem, aceitai na mansão do vosso compassivo coração as almas dos nossos irmãos separados, e atrai-os pela vossa luz à unidade da Igreja e não os deixeis sair da mansão do vosso compassivo Coração, mas fazei com que também eles glorifiquem a riqueza da Vossa Misericórdia.

Eterno Pai, olhai com Misericórdia para as almas dos nossos irmãos separados que esbanjaram os Vossos bens e abusaram das Vossas graças, permanecendo teimosamente nos seus erros. Não olheis para os seus erros, mas para o amor do vosso Filho e para a sua amarga Paixão, que suportou por eles, pois também eles estão encerrados no Coração compassivo de Jesus. Fazei com que também eles glorifiquem a vossa Misericórdia por toda a eternidade. Amém.

Sexto dia

Hoje, traze-Me as almas mansas, assim como as almas das criancinhas, e mergulha-as na minha Misericórdia. Essas almas são as mais semelhantes ao meu Coração. Elas reconfortaram-Me na amarga Paixão da minha agonia. Eu as vi quais anjos terrestres que futuramente iriam velar junto aos meus altares. Sobre elas derramo torrentes de graças. Só a alma humilde é capaz de aceitar a minha graça; as almas humildes favoreço com a minha confiança.

Misericordiosíssimo Jesus, que dissestes: “Aprendei de Mim que sou manso e humilde de coração”, aceitai na mansão do Vosso compassivo Coração as almas mansas e humildes e as almas das criancinhas. Estas encantam o Céu todo e são a especial predileção do Pai Celestial, são como um ramalhete diante do trono de Deus, com cujo perfume o próprio Deus se deleita. Essas almas têm a mansão permanente no Coração compassivo de Jesus e cantam sem cessar um hino de amor e misericórdia pelos séculos.

Eterno Pai, olhai com Misericórdia para as almas mansas e humildes e para as almas das criancinhas, que estão encerradas na mansão compassiva do Coração de Jesus. Estas almas são as mais semelhantes a vosso Filho; o perfume destas almas eleva-se da Terra e alcança o vosso trono. Pai de Misericórdia e de toda bondade, suplico-Vos pelo amor e predileção que tendes para com estas almas, abençoai o mundo todo, para que todas cantem juntamente a glória à Vossa Misericórdia, por toda a eternidade. Amém.

Sétimo dia

Hoje, traze-Me as almas que veneram e glorificam de maneira especial a minha Misericórdia e mergulha-as na minha Misericórdia. Essas almas foram as que mais sofreram por causa da minha Paixão e penetraram mais profundamente no meu espírito. Elas são a imagem viva do meu Coração compassivo. Essas almas brilharão com especial fulgor na vida futura. Nenhuma delas irá ao fogo do inferno; defenderei cada uma delas de maneira especial na hora da morte.

Misericordiosíssimo Jesus, cujo Coração é o próprio amor, aceitai na mansão do vosso compassivo Coração as almas que honram a glorificam de maneira especial a grandeza da vossa Misericórdia. Estas almas tornadas poderosas pela força do próprio Deus, avançam entre penas e adversidades, confiando na vossa Misericórdia. Essas almas estão unidas com Jesus e carregam sobre os seus ombros a humanidade toda. Elas não serão julgadas severamente, mas a vossa Misericórdia as envolverá no momento da morte.

Eterno Pai, olhai com Misericórdia para as almas que glorificam e honram o vosso maior atributo, isto é, a vossa inescrutável Misericórdia; elas estão encerradas no Coração compassivo de Jesus. Essas almas são o Evangelho vivo e as suas mãos estão cheias de obras de misericórdia; suas almas repletas de alegria cantam um hino de misericórdia ao Altíssimo. Suplico-Vos, ó Deus, mostrai-lhes a vossa Misericórdia segundo a esperança e confiança que em Vós colocaram. Que se cumpra nelas a promessa de Jesus, que disse: “As almas que veneram a minha insondável Misericórdia, Eu mesmo as defenderei durante a vida, especialmente na hora da morte, como minha glória.” Amém.

Oitavo dia

Hoje, traze-Me as almas que se encontram na prisão do Purgatório e mergulha-as no abismo da minha Misericórdia; que as torrentes do meu Sangue refresquem o seu ardor. Todas essas almas são muito amadas por Mim, pagam as dívidas à minha Justiça. Está em teu alcance trazer-lhes alívio. Tira do tesouro da minha Igreja todas as indulgências e oferece-as por elas. Oh, se conhecesses o seu tormento, incessantemente oferecerias por elas a esmolas do espírito e pagarias as suas dívidas à minha justiça.

Misericordiosíssimo Jesus, que dissestes que quereis misericórdia, eis que estou trazendo à mansão do vosso compassivo Coração as almas do Purgatório, almas que Vos são muito queridas e que no entanto devem dar reparação à vossa justiça; que as torrentes de Sangue e Água que brotaram do vosso Coração apaguem as chamas do fogo do Purgatório, para que também ali seja glorificado o poder da vossa Misericórdia.

Eterno Pai, olhai com Misericórdia para as almas que sofrem no Purgatório e que estão encerradas no Coração compassivo de Jesus. Suplico-Vos que, pela dolorosa Paixão de Jesus, vosso Filho, e por toda a amargura de que estava inundada a sua Alma santíssima, mostreis vossa Misericórdia às almas que se encontram sob o olhar da vossa Justiça; não olheis para elas de outra forma senão através das Chagas de Jesus, vosso Filho muito amado, porque nós cremos que a Vossa bondade e Misericórdia são incomensuráveis. Amém.

Nono dia

Hoje, traze-Me as almas tíbias e mergulha-as no abismo da minha Misericórdia. Essas almas ferem mais dolorosamente o meu Coração. Foi da alma tíbia que a minha Alma sentiu repugnância no Horto. Elas levaram-Me a dizer: Pai, afasta de Mim este cálice, se assim for a vossa vontade. Para elas, a última tábua de salvação é recorrer a minha Misericórdia.

Ó compassivo Jesus, que sois a própria Compaixão, trago à mansão do vosso compassivo Coração as almas tíbias; que se aqueçam no fogo do vosso amor puro estas almas geladas, que, semelhantes a cadáveres, Vos enchem de tanta repugnância. Ó Jesus, muito compassivo, usai a onipotência da vossa Misericórdia e atraí-as até ao fogo do vosso amor e concedei-lhes o amor santo, porque Vós tudo podeis.

Eterno Pai, olhai com Misericórdia para as almas tíbias e que estão encerradas no Coração compassivo de Jesus. Pai de Misericórdia, suplico-Vos pela amargura da Paixão do vosso Filho e por sua agonia de três horas na Cruz, permiti que também elas glorifiquem o abismo da vossa Misericórdia. Amém.

Fonte: http://formacao.cancaonova.com

O mundo continua atualizando a Paixão de Jesus Cristo

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Quanta dor! Quanto amor! Flagelado, ferido por nossas iniquidades, atualiza Tua Paixão cada vez que O contemplamos na cruz. Somente Aquele que nos amou com infinita misericórdia pode nos ensinar que o caminho da cruz nos santifica a cada dia. Senhor crucificado, Tua dor se mistura a tantas outras dores! O mundo padece de tantos sofrimentos e tu continuas sendo crucificado a cada dia.

Foto: Wesley Almeida/cancaonova.com

Enquanto, na cruz, perdoava os pecados da humanidade, seus algozes crucificavam-te com o ódio da maldade. Enquanto todos gritavam “crucifica-o!”, Teus lábios pronunciavam palavras de perdão: “Pai, perdoa-lhes, eles não sabem o que fazem!”. Do Teu Sangue, que jorrava de Tuas feridas, éramos banhados por Tua divina misericórdia. Senhor, tanto amor foge a nossa limitada compreensão. As fronteiras de nosso entendimento não conseguem alcançar a infinitude de Teu gesto de doar-se apenas por amor.

Misericórdia infinita

O tempo não pode apagar as marcas de tua infinita misericórdia, pois tu selastes, em nossa alma, o verdadeiro sentido de amar. Somente um Deus que vem ao encontro de uma humanidade ferida pelo pecado pode transformar o mundo para sempre.

Quanto sofrimento! Quanta ternura! Na cruz, ensinastes-nos o caminho para superar todas as divisões, preconceitos, terrorismos e fundamentalismos religiosos. Enquanto agonizava pregado na cruz, o Céu e a Terra se uniam na dor que se fazia Amor.

Quantos crucificados! Quantos feridos! A cruz da enfermidade, do terrorismo, do ódio, da vingança, da soberba, desigualdade social, corrupção, violência e solidão! Muitos morrem, todos os dias, feridos em sua dignidade humana, psicológica e espiritual. Muitos, hoje, derramam o sangue sem ter quem os acolha. Continuam no mundo atualizando Sua Paixão, meu Senhor crucificado. Quantas cruzes, meu Senhor! Quantos crucificados! Transforma nosso luto em esperança, nossas trevas em luz, nosso ódio em amor, nossa dor em redenção.

A dor de Maria

Aos teus pés, Sua Mãe, nossa Mãe… Ah, Senhor! Como o coração de Maria deve ter sofrido a dor de ver o seu amado Filho, que fora gerado no ventre do amor, sendo agora crucificado pela maldade humana! Aquele que um dia cuidou de Ti, como o tesouro mais precioso que recebeu na vida. Maria, Tua Mãe e nossa, aos pés da tua cruz deve ter naquele momento recordado do Teu primeiro sorriso, dos seus primeiros passos, de suas primeiras palavras.

Dor de coração deMãe não tem tamanho. Teu sangue, Senhor, que das tuas feridas caia, banhavam o manto de Tua Mãe. As lágrimas de Maria são, hoje, as lágrimas de todas as mães da humanidade, que choram ao ver seus filhos sendo mortos por traficantes, perdidos no mundo das drogas.

As lágrimas de Maria são as lágrimas de todas as mães que hoje sofrem a saudade de seus filhos que, por fatalidades e acidentes, deixaram este mundo e hoje vivem contigo ao Teu lado. Ah, Maria, amada Mãe das Dores, teu sofrimento hoje revivemos e contigo choramos as nossas dores corporais e espirituais. Senhora da Misericórdia, que com seus filhos, nos braços, lavam com lágrimas as feridas de dor de Seu amado Filho.

Perdoa-nos, ó Pai!

Amado Jesus, perdão! Perdão, porque não conseguimos Te amar como mereces. Perdão por Te crucificarmos em cada pessoa que não perdoamos. Perdão, Senhor, porque ainda continuamos Te ferindo com nossa maldade. Perdão, Senhor! Ah, meu doce Jesus, que derramou Seu Sangue para lavar nossos pecados, hoje, revivemos Tua Paixão, crucifixão e morte. Tanta dor por amor! Ensina-nos a amar, Senhor!

Bacharel em Filosofia pela PUCCAMP e Teólogo pela Faculdade Católica de Pouso Alegre (MG), padre Flávio Sobreiro é vigário paroquial da Paróquia Nossa Senhora de Fátima, em Santa Rita do Sapucaí (MG), e padre da Arquidiocese de Pouso Alegre (MG). É autor do livro  pela Editora Canção Nova. Para saber mais sobre o sacerdote e acompanhar outras reflexões, acesse:

Fonte: http://formacao.cancaonova.com

Somos cidadãos do céu

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“Dando graças ao Pai que nos fez idôneos para participar da herança dos santos na luz; O qual nos tirou da potestade das trevas, e nos transportou para o reino do Filho do seu amor” (Colossenses 1, 12 e 13).

Jesus nos arrancou do poder das trevas, e nos transladou para o Reino do seu Filho muito amado, onde temos a remissão dos nossos Tudo isso porque Deus o ama desde toda a eternidade. Você já existia no coração de Deus. E quando você chegou ao mundo, o coração do Senhor exultou de alegria, por isso que você não pode se perder. Ele escolheu você, não é por merecimento, nem por aquilo que você fez ou deixou de fazer, é por pura graça de Deus.

Mesmo que você tenha andado errado, Deus ainda o ama e o quer de volta. Não é porque Deus precisa de você, mas porque você precisa d’Ele. Seja unicamente do Senhor!

Ele sabe que você precisa voltar e ser unicamente d’Ele. Por isso lhe deu seu Filho único para que todo aquele que crê não pereça, mas que tenha vida eterna. Deus mandou seu Filho para que o mundo seja salvo. É pelas Chagas do Senhor que somos salvos. 

O Senhor nos amou e por amor, Ele foi até a cruz para nos trazer a salvação. Para nos tirar do poder das trevas e dar-nos luz. Você que estava do outro lado, Ele o trouxe para o Seu Reino de luz.

O pecado nos seduz e nos arrasta. Hoje é o dia de sua opção por Jesus, Filho de Deus. Faça a sua opção pelo Senhor. Não pertencemos a este mundo, somos cidadãos do céu e precisamos deixar cada vez mais longe o reino das trevas, onde impera o pecado. Deixe o reino do pecado e peça força ao Senhor.

Deus o abençoe!

Seu irmão,

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova

Mensagem do Dia

Fonte: http://padrejonas.cancaonova.com

Papa Francisco propõe 3 tarefas para colocar Jesus no centro da vida

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Vaticano, 09 Jan. 17 / 12:00 pm ().-Finalizado o tempo do com a festa do celebrada no domingo em Roma e em diversas partes do mundo, o Papa Francisco voltou a celebrar hoje a na Casa Santa Marta e recordou qual é o centro da cristã. “Jesus sempre está no centro, Ele é a primeira e a última Palavra do Pai, o Senhor do universo, o Salvador do mundo. Não há outro, é único”, afirmou.

Em sua homilia desta manhã, Francisco assinalou 3 tarefas “para nos assegurar de que Jesus está no centro da nossa vida”:

1. Reconhecer Jesus

“A primeira tarefa é conhecê-lo para reconhecê-lo”, começou e acrescentou que na sua época muitos o reconheceram, mas também muitos “o perseguiram, o mataram”.

“Interessa-me conhecer Jesus? Ou me interessam mais as novelas, as fofocas, as ambições, o saber da vida dos outros?”, questionou os fiéis durante a homilia.

“Para conhecer Jesus existe a oração e o Espírito Santo”. “O Espírito Santo faz o trabalho. Esta é a semente. Quem faz germinar e crescer a semente é o Espírito Santo”, explicou.

2. Adorar Jesus

Francisco indicou que além de adorar o Senhor, é necessário agradecê-lo. “A oração de adoração em silêncio” e depois “tirar do nosso coração as outras coisas que adoramos, que nos interessam mais. Ter somente Deus. As outras coisas servem se sou capaz de adorar Deus”.

O Papa acrescentou que “há uma pequena oração que nós rezamos: o Glória. ‘Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo’, mas muitas vezes a proferimos como papagaios”.

Então, “adorar, com pequenas orações, com o silêncio diante da grandeza de Deus, adorar Jesus e dizer: ‘Tu és meu amigo, és o princípio e o fim e contigo quero permanecer por toda a vida, toda a eternidade. És único’. Expulsar as coisas que me impedem de adorar Jesus”.

3. Seguir Jesus

A última tarefa proposta pelo Pontífice é “seguir Jesus”. “A vida cristã é simples, muito simples, mas precisamos da graça do Espírito Santo para que desperte em nós o desejo de conhecer Jesus, adorar Jesus e segui-Lo. Por isso, pedimos ao Senhor no início da oração da Coleta para saber o que devemos fazer, para ter a força de fazer o que devemos”.

Por outro lado, afirmou que “Jesus Cristo que se manifesta, se mostra e nós somos convidados a conhecê-lo, a reconhecê-lo na vida, nas várias circunstâncias da vida, reconhecer Jesus, conhecer Jesus: ‘eu conheço a vida daquele santo, daquela santa, ou também as aparições aqui e acolá’. Isso é bom, os santos são os santos, são grandes!”, exclamou.

“As aparições nem todas são verdadeiras! Os santos são importantes, mas o centro é Jesus Cristo: sem Jesus Cristo não existem os santos! Uma pergunta: O centro da minha vida é Jesus Cristo? Como é a minha relação com Jesus Cristo?”, perguntou.

Ao finalizar, o Papa pediu que “na simplicidade de todos os dias – porque para ser cristãos não são necessárias coisas estranhas, difíceis, supérfluas, não, é simples – o Senhor nos dê a graça de conhecer Jesus, adorar e seguir Jesus”.

Confira também:

Fonte: http://www.acidigital.com

Papa Francisco propõe 3 tarefas para colocar Jesus no centro da vida

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Vaticano, 09 Jan. 17 / 12:00 pm ().-Finalizado o tempo do com a festa do celebrada no domingo em Roma e em diversas partes do mundo, o Papa Francisco voltou a celebrar hoje a na Casa Santa Marta e recordou qual é o centro da cristã. “Jesus sempre está no centro, Ele é a primeira e a última Palavra do Pai, o Senhor do universo, o Salvador do mundo. Não há outro, é único”, afirmou.

Em sua homilia desta manhã, Francisco assinalou 3 tarefas “para nos assegurar de que Jesus está no centro da nossa vida”:

1. Reconhecer Jesus

“A primeira tarefa é conhecê-lo para reconhecê-lo”, começou e acrescentou que na sua época muitos o reconheceram, mas também muitos “o perseguiram, o mataram”.

“Interessa-me conhecer Jesus? Ou me interessam mais as novelas, as fofocas, as ambições, o saber da vida dos outros?”, questionou os fiéis durante a homilia.

“Para conhecer Jesus existe a oração e o Espírito Santo”. “O Espírito Santo faz o trabalho. Esta é a semente. Quem faz germinar e crescer a semente é o Espírito Santo”, explicou.

2. Adorar Jesus

Francisco indicou que além de adorar o Senhor, é necessário agradecê-lo. “A oração de adoração em silêncio” e depois “tirar do nosso coração as outras coisas que adoramos, que nos interessam mais. Ter somente Deus. As outras coisas servem se sou capaz de adorar Deus”.

O Papa acrescentou que “há uma pequena oração que nós rezamos: o Glória. ‘Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo’, mas muitas vezes a proferimos como papagaios”.

Então, “adorar, com pequenas orações, com o silêncio diante da grandeza de Deus, adorar Jesus e dizer: ‘Tu és meu amigo, és o princípio e o fim e contigo quero permanecer por toda a vida, toda a eternidade. És único’. Expulsar as coisas que me impedem de adorar Jesus”.

3. Seguir Jesus

A última tarefa proposta pelo Pontífice é “seguir Jesus”. “A vida cristã é simples, muito simples, mas precisamos da graça do Espírito Santo para que desperte em nós o desejo de conhecer Jesus, adorar Jesus e segui-Lo. Por isso, pedimos ao Senhor no início da oração da Coleta para saber o que devemos fazer, para ter a força de fazer o que devemos”.

Por outro lado, afirmou que “Jesus Cristo que se manifesta, se mostra e nós somos convidados a conhecê-lo, a reconhecê-lo na vida, nas várias circunstâncias da vida, reconhecer Jesus, conhecer Jesus: ‘eu conheço a vida daquele santo, daquela santa, ou também as aparições aqui e acolá’. Isso é bom, os santos são os santos, são grandes!”, exclamou.

“As aparições nem todas são verdadeiras! Os santos são importantes, mas o centro é Jesus Cristo: sem Jesus Cristo não existem os santos! Uma pergunta: O centro da minha vida é Jesus Cristo? Como é a minha relação com Jesus Cristo?”, perguntou.

Ao finalizar, o Papa pediu que “na simplicidade de todos os dias – porque para ser cristãos não são necessárias coisas estranhas, difíceis, supérfluas, não, é simples – o Senhor nos dê a graça de conhecer Jesus, adorar e seguir Jesus”.

Confira também:

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Por que celebramos, na Igreja, a Festa de Cristo Rei?

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A solenidade deste último domingo, do ano litúrgico da Igreja, nos coloca frente à realeza do rei Jesus. Criada em 1925, pelo Papa Pio XI, esta festa pode parecer pretensiosa e triunfalista. Afinal, de que realeza se trata?

Para superar a ambiguidade que permanece, precisamos ir além da visão do , cujo hino na segunda leitura canta que “Jesus é o soberano de todos os reis da terra”. Ora, reis e rainhas não servem de modelo para a representação gloriosa de Jesus. Mesmo que seja para colocá-Lo acima de todos os soberanos. Riquezas, palácios, criadagem e exércitos não são elementos que sirvam para exaltar a entrega de Jesus por nós. Jesus está na outra margem, Ele é a antítese da realeza da riqueza e do poder. Não é por acaso que os evangelhos da liturgia de hoje, nos ciclos litúrgicos A, B, e C da Igreja, sempre nos colocam no contexto da Paixão de Jesus para contemplar Sua realeza.

Quando Jesus foi rei?

, durante sua vida, em apenas dois momentos: ao entrar em Jerusalém como um Rei pobre, montado em um jumento emprestado e ao ser humilhado na Paixão, revestido com manto de ”púrpura-gozação e capacete de espinhos”; e Rei ao morrer despido, com o peito transpassado na cruz. Rei da paz e Rei do amor sem limite até a morte. A realeza de Jesus é a realeza do por toda a humanidade e por toda a criação.

Essa festa é a ocasião propícia para podermos reconhecer, mais uma vez, que na cruz de Jesus o ”poder dominador”, o ”poder opressor”, criador de desigualdades e exclusões, espalhador de sofrimento por todos os lados, está definitivamente derrotado. Isso se deu pelo seu modo de viver para Deus e para os outros. O fracasso na cruz é a vitória de Jesus sobre o mal, o pecado e a morte, por meio de Sua .

Deus é o criador

Essa festa se torna, então, reveladora de um tríplice fundamento para a nossa esperança de que as promessas de Deus serão cumpridas até o fim.

O surgimento da matéria e sua evolução, desde o big-bang ─ quando toda a energia do Universo se concentrava em um único ponto menor do que o átomo ─ são o primeiro fundamento de nossa esperança.

respeitando as leis daquilo que criou. Nós nos damos conta de que a soberania d’Ele vem se cumprindo num Universo em expansão, uma vez que, a evolução da matéria atingiu seu ponto ômega ao dar à luz Jesus de Nazaré, por meio de Maria, porque n’Ele está a Humanidade humanizada para todos os homens e mulheres, de todas as gerações.

O segundo fundamento é a pessoa de . O sonho de uma humanidade humanizada ─ tornada aquilo que ela é ─ vem expresso na primeira leitura do livro de Daniel, na figura de um Filho de Homem ─ figura antitética dos filhos de besta, filhos da truculência, dos povos pagãos que oprimiram Israel com seus exércitos. O sonho tornou-se realidade em Jesus Cristo. Ele nos humaniza com a Sua divindade: nunca Deus esteve tão perto de nós, sendo um de nós e sem privilégios; mas também sem crimes nem pecados (cf. epístola aos Hebreus). Jesus nos diviniza com a sua humanidade, tão humano que é, que só pode vir de Deus e ser d’Ele mesmo.

O terceiro fundamento de nossa esperança é a comunidade eclesial de fé, dos amigos e discípulos de Jesus. Olhando essa grandeza, entendemos o sentido último de nosso batismo, pois na realeza de Jesus fomos para sermos reis e rainhas; no sacerdócio de Jesus, para sermos sacerdotes e sacerdotisas; no profetismo de Jesus, para sermos profetas e profetizas, para viver segundo o imperativo da Palavra de Deus revelada em Seu Filho.

A soberania dessa realeza consiste no serviço da cultura da paz e da solidariedade, da compaixão e da fraternidade. O poder que corresponde a essa realeza é o do exercício da autoridade que serve, para fazer o milagre da diversidade tornar-se unidade.

Os gestos de Jesus

No sacerdócio de Jesus, nos unimos à Sua missão de gastar a vida pelos demais. Sabemos por Ele qual o modo de existir que nos conduz à vida verdadeira; qual a religião que agrada a Deus. A esperança posta no sacerdócio de Jesus, é também, certeza de que a vida gasta por compaixão e solidariedade é a vida feliz e bem vivida.

Nossa esperança é profética, pois a força da Palavra inaugura o futuro. “Apesar de você, amanhã há de ser outro dia (…)”, cantava Chico Buarque nos anos da ditadura. Era a palavra do poeta vencendo a força bruta. Vivendo o tempo presente no coração da comunidade de fé, que é a Igreja, sentimos que uma força maior se move em nós, nos comove para abrir-nos em direção ao futuro, pois nossa esperança não se funda somente em Deus, sentido radical do futuro ou, como diz o provérbio, que “o futuro a Deus pertence”. Mas é o Senhor mesmo a quem esperamos e quem nos espera no futuro. Isso que é ter esperança: esperar Deus mesmo!

A Festa de Cristo Rei

A festa de hoje, nos faz contemplar a existência do universo, necessária para que surgisse o grande presente de Deus, oferecido para toda a criação, que é Jesus. Desta forma, nossa esperança se sustenta também nos cantos dos bem-te-vis e sabiás; nas rosas e margaridas; nas crianças e nas borboletas; nos homens e mulheres de boa vontade; nas pedras e nos vulcões; nas nuvens, na lua e nos planetas; nas estrelas e nas galáxias. Se existe tudo isso e não o nada, nossa esperança tem pé, cabeça e coração.

Assim, como São Paulo, vivemos na esperança, mas sabendo de seu tríplice fundamento: aquele da evolução do universo, que culminou em Jesus, pelo dom de Maria; aquele que é Jesus, que por nós se doou na cruz, abrindo para nós um modo de viver para Deus e para os outros, que é verdadeira salvação; e aquele que é a Igreja, a nossa comunidade de fé, que nos lança e sustenta na abertura radical ao futuro, esperando Deus que vem e que nos acolhe com amor infinito, por meio do seguimento de Seu Filho, por quem recebemos a vida e a plenitude da graça de Deus.

Anderson Marçal Moreira é padre da Igreja Católica Apostólica Romana. Natural da cidade de São Paulo (SP), padre Anderson é membro da comunidade Canção Nova desde o ano 2000. No dia 16 de dezembro de 2007, foi ordenado sacerdote. Estudou Teologia Pastoral Bíblica-Litúrgica na Universidade Salesiana de Roma.

Fonte: http://formacao.cancaonova.com

Por que me preparar para uma boa morte?

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“E, entretanto, não sabeis o que acontecerá amanhã! Pois que é a vossa vida? Sois um vapor que aparece por um instante e depois se desvanece” (Tg 4, 14).

Desde menininho, fui formado na pedagogia própria de Dom Bosco. No colégio, todos os meses, havia um dia penitencial que se chamava . Era impressionante!

Nós éramos ainda meninos, e esta era a proposta que nos era feita: “Vamos nos preparar, como se fôssemos morrer!” Mas como é que você se prepara para morrer?

Nós sabíamos que poderíamos morrer a qualquer hora, por isso nos preparávamos, a cada mês, para que, se morrêssemos, estivéssemos prontos.

Todos os meses, na noite anterior ao dia do “Retiro da Boa Morte”, começavam as confissões, que iam até as 14 horas. Havia uma grande faxina, quando cada um arrumava o seu lugar: a carteira de estudo, o seu lugar no dormitório, o seu armário.

Nós pensávamos da seguinte maneira: “Se eu morresse, como eu gostaria que as pessoas encontrassem o meu armário, a minha carteira, as minhas coisas?” Com certeza, nenhum de nós gostaria que as pessoas se surpreendessem: “Mas ele tinha isso? Esse vídeo? E esses comprimidos? Essa revista?”.

Podemos achar estranho, mas isso é um Nossa vida precisa ser austera, sóbria e humilde.

O segredo está aí: em qualquer coisa, é necessário aceitar e assumir nossa pequenez e pobreza. Precisamos viver com o necessário e nada mais.

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova

Adquira o livro “Retiro da Boa Morte”, de Monsenhor Jonas Abib

Mensagem do Dia

Fonte: http://padrejonas.cancaonova.com

Devemos assumir: Ou santos ou nada!

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Todo ser que realiza a finalidade de sua existência é uma bênção para si e para os outros. Muitas vezes, o que nos estraga são nossas fantasias, porque imaginamos que uma coisa é muito mais difícil do que realmente é.

Deus já nos criou em vista das boas obras que Ele preparou de antemão, para que investíssemos nossa vida nelas. O bonito não é realizar o nosso próprio sonho, mas

Podemos superar nossos problemas se andarmos no “jugo” de Jesus, se nos emparelharmos com Ele. Imagine um touro muito forte emparelhado conosco: juntos vamos arrastar muito peso! Estejamos no “jugo” de Jesus e tudo será leve.

Para realizarmos o sentido de nossa vida, precisamos, constantemente, renovar os sentimentos da nossa alma e assumirmos:

Eu quero ser santo, eu só posso ser santo, pois quem não é santo acaba sendo nada. Deus não nos oferece mudanças simplistas. Ele quer nos mudar, quer fazer de nós pessoas cheias de Seu Espírito.

Nossa reação, diante das situações da vida, farão de nós pessoas novas ou não.

Onde há vontade, existe um caminho. Deus espera nossa decisão.

Na hora em que nos decidirmos, o Senhor nos dará a graça, as obras de Deus não se fazem pela força nem pelo poder, mas pelo Espírito Santo.

Na Festa de todos os santos, vamos pedir a intercessão daqueles que souberam tomar decisões firmes.

Santos e santas de Deus, rogai por nós!

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova

Adquira o livro “Caminho para a santidade”, de Monsenhor Jonas Abib

Mensagem do Dia

Fonte: http://padrejonas.cancaonova.com

Diante do silêncio e da solidão encontrei um anjo para me guiar

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Era uma manhã de feriado em São Paulo, quem conhece esta metrópole pode imaginar o silêncio e a solidão que povoam suas ruas. Parece que quase nada se move e as pessoas estão em algum lugar do planeta, menos nas ruas, no trânsito ou no metrô, como acontece em dias comuns.

Há um tempo, vivi uma experiência, no mínimo, interessante. Participei de um curso em São Paulo que, por incrível que pareça, teve início numa manhã de segunda-feira, num feriado nacional. Não tive escolha. Precisei enfrentar o desafio de pegar ônibus, pedir informações e chegar ao local, ainda desconhecido, sozinha. Mas foi exatamente, neste dia, que vivi a maior experiência com um em minha vida.

Foto: lolostock by Getty Images

De volta à capital paulista, neste fim de semana, enquanto passeava pelas ruas, contemplava a beleza arquitetônica da cidade e permitia que a brisa do fim de tarde trouxesse-me as boas recordações. Lembrei-me do “anjo”. Naquele dia, acordei bem cedo e, seguindo as orientações, dirigi-me ao ponto do ônibus. O problema é que tomei a direção contrária a que deveria, e como não tinha a quem pedir informações, fui seguindo em frente. Andei bastante, até que, desconfiada das referências, fui visitada pelo medo e pela insegurança. Nesse instante, percebi, vindo em minha direção, um senhor, que caminhava tranquilo e solitário, como quem não tem pressa. Era a única pessoa que eu encontrara até aquele momento do dia. Sua presença não me causou medo nem dúvidas, como era de se esperar, mas paz e segurança. Quando lhe pedi informações, ouviu-me com atenção e fez-me compreender o quanto estava equivocada, oferecendo-me companhia, uma vez que estaria indo na direção que eu deveria seguir.

Hoje, fico imaginando: como não relutei em o seguir? O certo é que caminhamos juntos. O retorno pareceu bem mais rápido, alguns comentários sobre o tempo, o feriado ou coisas assim, e o silêncio reinou na maior parte da caminhada.

Um anjo

Chegando ao ponto determinado, avisou-me que eu deveria esperar ali, pois o ônibus logo viria. Conferiu as informações que eu trazia, reforçou as recomendações que já havia me dado e ausentou-se para um ponto ao lado, como se estivesse esperando outro transporte. Chegando o ônibus que eu esperava, sinalizou com a cabeça que estava certa, entrei e logo procurei assento ao lado da janela, a fim de acenar para ele na saída. Mas, para minha surpresa, já não o enxerguei, o que seria impossível, naturalmente, pois não havia lugar onde ele pudesse entrar tão rápido; e se tivesse caminhado, seria provável enxergá-lo por perto.

Fiquei pensativa, mas precisava seguir meu rumo. O curso, os novos colegas e os acontecimentos do dia roubaram minha atenção do inusitado encontro matinal. Por um bom tempo, não passou em minha mente a ideia de que aquele senhor fosse um anjo, até que, durante uma conversa com o , narrei a experiência e disse-lhe que, se aquele homem aparentasse minha idade, poderia até ser um anjo, já que a afirma que “ao nos criar” o Senhor nos confia um anjo da guarda.

Grande foi minha surpresa quando o professor explicou-me que os anjos de Deus se apresentam de acordo com as necessidades de cada momento. No meu caso, o aspecto de um senhor maduro, com os traços de pai, transmitiram-me a segurança que um aspecto jovem como o meu não conseguiria transmitir na ocasião. Aí compreendi a e fiquei muito grata a Deus, que, em Sua bondade, está sempre conosco. Por amor, o Senhor envia seu socorro por intermédio de vários meios, indo além do nosso entendimento e expectativas. Cabe a nós acolhermos, com docilidade e discernimento, suas intervenções e confiarmos cada vez mais no seu amor.

Talvez você, como eu, já tenha vivido experiências assim, mas não se deu conta de que estava sendo ajudado por um anjo. Em todo caso, sejamos gratos ao único Senhor que rege o céu e a terra, e move o universo para nos fazer bem. A Ele todo louvor! A você ânimo e confiança. Deus não deixará que você se perca nas estradas da vida. Enviará seu anjo para ajudá-lo!

Missionária da Comunidade Canção Nova, desde 1997, Djanira reside na missão de São Paulo, onde atua nos meios de comunicação. Diariamente, apresenta programas na Rádio América CN. Às terças-feiras, está à frente do programa “De mãos unidas”, que apresenta às 21h30 na TV Canção Nova. É colunista desde 2000. Recentemente, a missionária lançou o livro Descubra e volte a sonhar” pela Editora Canção Nova.

Fonte: http://formacao.cancaonova.com

Nós precisamos de Deus

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Religião é religar aquilo que, infelizmente, foi desligado. Deus criou as coisas unidas.

O homem é, ao mesmo tempo, divino e humano, e essa linda síntese acontece na pessoa humana. Infelizmente, o mal e o pecado separaram Deus e o homem, mas não foi Deus quem se separou do homem. Foi este quem se desgarrou para longe do Senhor. Religar humano e divino é a grande obra que nos é confiada. Deus quer essa aproximação; e para religar aquilo que foi desligado, Ele investiu Seu Filho.

Nós precisamos de Deus e somos d’Ele, pertencemos a Ele. A nossa realização e felicidade estão em Deus, somente n’Ele. Fora d’Ele, estamos sem norte, sem rumo, andamos à deriva, perdemos a meta. Enquanto estivermos longe d’Ele, estaremos sempre em desterro, sempre nesse vale de lágrimas.

Nossa alegria, paz, realização e felicidade estão em nós, basta voltarmos para o Senhor.

Quanto mais nos aproximarmos de Deus, mais alegres, felizes e realizados seremos. Religião é para isso: unir o que foi desunido, religar o que foi desligado.

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova

Adquira o livro “Agora meus olhos te viram” de Monsenhor Jonas Abib

Mensagem do Dia

Fonte: http://padrejonas.cancaonova.com

Quem é o meu anjo da guarda?

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O Catecismo da Igreja diz que “a existência dos seres espirituais, não corporais, os anjos, é uma verdade de fé”. O testemunho da Escritura a respeito é tão claro quanto a unanimidade da Tradição (n.328). Nenhum católico pode, então, negar a existência dos anjos. Eles são criaturas pessoais e imortais, puramente espirituais, dotados de inteligência e de vontade e superam em perfeição todas as criaturas visíveis (cf. Cat. n.330). São Gregório Magno disse que quase todas as páginas da Revelação escrita falam dos anjos.

A Igreja ensina que, desde o início até a morte, a vida humana é cercada pela proteção (Sl 90,10-13) e pela intercessão dos anjos. “O anjo do Senhor acampa ao redor dos que o temem e os salva” (Sl 33,8).

São Basílio Magno (†369), doutor da Igreja, disse: “Cada fiel é ladeado por um anjo como protetor e pastor para conduzi-lo à vida” (Ad. Eunomium 3,1). Isso é, temos um Anjo da Guarda pessoal. Jesus disse: “Não desprezeis nenhum desses pequeninos, porque eu vos digo que os seus anjos nos céus veem continuamente a face de meu Pai que está nos céus” (Mt 18,10).

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Festa aos Anjos da Guarda

A liturgia de 2 de outubro celebra os Anjos da Guarda desde o século XVI, festa universalizada por Paulo V. Ora, se a Igreja celebra a festa dos Anjos da Guarda é porque, de fato, eles existem e cuidam de nós, protegem-nos, iluminam e governam nossa vida, ajudam-nos como ajudou Tobias. Mas para isso é preciso crer neles, respeitá-los, não os afugentar pelo pecado. Um dia, um rapaz me disse: “Eu não vejo pornografia na internet, porque tenho vergonha de meu Anjo da Guarda!”. A melhor homenagem a nosso anjo é viver uma vida sem pecados, buscando, com a ajuda dele, fazer a vontade de Deus.

Oferecer ao Senhor nossas orações

A Tradição da Igreja acredita que nosso Anjo da Guarda tem a tarefa de oferecer ao Senhor as nossas orações, apoiar-nos e proteger-nos dos ataques do diabo, que tenta nos fazer pecar e perder a vida eterna. Então, nada mais importante do que ter uma vida de intimidade com nosso anjo, invocando-o constantemente e colocando-nos debaixo de sua proteção. Desde criança, aprendi com minha mãe esta oração: “Santo anjo da minha guarda, a quem eu fui confiado por celestial piedade, iluminai-me, guardai-me, regei-me, governai-me. Amém. Nunca deixei de rezar essa oração.

Então, o melhor a fazer é não fazer nada sem pedir a luz, a proteção, o governo do bom anjo que o Senhor colocou como guarda e custódio de nossa vida, do batismo até a morte. É por isso que muitos Papas, como João XXIII, revelaram a sua profunda devoção pelo Anjo da Guarda, sugerindo, como também disse Bento XVI, que expressemos nossa gratidão pelo serviço que ele presta a cada um de nós e o invoquemos todos os dias com o Angelus Dei.

O Santo Padre Pio teve um relacionamento profundo com o Anjo da Guarda. São inúmeras as passagens da vida desse santo com seu anjo e com o anjo dos outros. Certa vez, ele disse a uma pessoa: “Nós rezaremos pela sua mãe, para que o seu anjo da guarda lhe faça companhia”. Invoque o seu Anjo da Guarda, pois ele o iluminará e o guiará no caminho de Deus.

Qual o nome do meu Anjo da Guarda?

Alguns perguntam se é possível saber o nome do nosso Anjo da Guarda. A Igreja não fala sobre isso, ela apenas conhece o nome dos três grandes Arcanjos: Miguel, Rafael e Gabriel. Portanto, se alguém sabe o nome do seu anjo é uma revelação particular que não tem a confirmação da Igreja.

O mais importante é termos um relacionamento vivo e fervoroso com o nosso bom anjo protetor durante toda a vida.

Professor Felipe Aquino é viuvo, pai de cinco filhos. Na TV Canção Nova, apresenta o programa “Escola da Fé” e “Pergunte e Responderemos”, na Rádio apresenta o programa “No Coração da Igreja”. Nos finais de semana prega encontros de aprofundamento em todo o Brasil e no exterior. Escreveu 73 livros de formação católica pelas editoras Cléofas, Loyola e Canção Nova. Página do professor:  Twitter: @pfelipeaquino

Fonte: http://formacao.cancaonova.com

O significado da aliança de casamento e sua sacralidade

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O Direito Canônico define o matrimônio como “a aliança matrimonial, pela qual o homem e a mulher constituem entre si uma íntima comunhão de vida toda (consortium totius vitae), que é ordenada por sua índole natural ao bem dos cônjuges e à geração e educação da prole, elevada, nos batizados, a sacramento” (cf. Cân. 1055 § 1). Podemos afirmar que o matrimônio é “sacramento de aliança”, é a explicitação da aliança entre homem e mulher e do casal com Deus. Grande é o desejo cristão para que se viva bem este sacramento que Paulo fez uma perfeita analogia: “E vós, maridos, amai as vossas mulheres, como Cristo amou a Igreja e se entregou por ela” (cf. Ef 5,25).

No livro do Gênesis (1,26), lemos que Deus criou o ser humano à sua imagem e semelhança. O versículo 27 ressalta que “homem e mulher” o criou. Em Gn 2,18, acrescenta-se que “não é bom que o homem esteja só”, criou Deus a mulher reconhecida por Adão, ao dizer: “Esta sim é osso dos meus ossos e carne da minha carne!”. Em Gn 2,24, Deus une o casal: “O homem deixará pai e mãe e se unirá a sua mulher e se tornarão uma só carne”. Existe, na criação, uma conexão entre Deus e o ser humano, homem e mulher.

Foto: Daniel Mafra/cancaonova.com

Por que usar alianças?

Uma das práticas mais utilizadas e sacramentadas em casamentos, por todas as culturas, é o uso de alianças de casamento, mas poucas pessoas entendem seu significado. Para entender o significado da aliança no matrimônio, é importante saber, primeiro, o sentido da aliança nas Escrituras, ou seja, a aliança de Deus com o povo.

Aliança é a categoria mais fundamental de todo o Antigo Testamento, é seu conceito chave: Israel tem a consciência de uma aliança sempre renovada. Está na raiz da consciência de Israel, como povo escolhido, que Deus fez uma aliança com Seu povo.

As Escrituras indicam o casamento como uma aliança: “sendo ela (a esposa) a tua companheira e a esposa de tua aliança” (Malaquias 2,14). “Assim, já não são dois, mas uma só carne. Portanto, não separe o homem o que Deus uniu” (Mateus 19,6). O matrimônio sacramental, além da aliança entre duas pessoas, esta se dá também na aliança com Deus.

A aliança no matrimônio é sinal de promessa um ao outro de amar, honrar, cuidar, respeitar etc; na alegria e na tristeza, na saúde e na doença até que a morte os separe. A aliança do casamento é selada com o juramento feito um ao outro.

Aliança é símbolo da união

A comunidade conjugal, dom da criação recebida do Deus da Aliança, é sinal da aliança de Deus com os homens. “Os maridos devem amar suas mulheres como a seu próprio corpo, como Cristo faz com a sua Igreja” (Ef 5,28-29), revela o matrimônio como sacramento da aliança e que nos lembra, por sua vez, a fidelidade e a verdade que nos vêm de Deus e às quais somos convidados a corresponder.

O matrimônio é uma entrega total, duradoura e fiel. Essa entrega como dom só é verdadeira se for total e sem reservas, e supõe a força de uma decisão e da vontade de se engajar por toda a vida. Esse dom primordial aponta para uma graça que é anterior e que funda o próprio amor, renovando-o e realimentando-o continuamente. É a graça sacramental do matrimônio.

Nos números 47-52 da constituição pastoral Gaudium et Spes do Vaticano II, dedicado ao matrimônio e à família, fala do matrimônio em chave de aliança. O matrimônio é o sinal sacramental vivo da aliança de amor que Deus fez com a humanidade em Cristo Jesus, e que se exprime, realiza e atualiza de maneira permanente à união inefável, o amor fidelíssimo e a entrega irrevogável de Jesus Cristo, o Esposo, à sua Esposa Igreja, no compromisso de amor de seus membros batizados.

O que simboliza o fato de o casal colocar a aliança um no outro?

Na cerimônia do casamento, a união das mãos, gesto antigo, expressa a mútua posse dos cônjuges. As entregas das alianças é sinal da fidelidade e do compromisso e da aliança entre os noivos. Conforme o Catecismo da Igreja Católica no número 1662: “O matrimônio se baseia no consentimento dos contraentes, isto é, na vontade de doar-se mútua e definitivamente para viver uma aliança de amor fiel e fecundo”. O matrimônio cristão, portanto, tem três características: indissolubilidade, fidelidade e fecundidade; e a aliança que o casal carrega em seus dedos é sinal desse compromisso assumido um com o outro e com Deus diante da Igreja.

A aliança que o noivo coloca no dedo da noiva e vice-versa demonstra uma responsabilidade ilimitada, portanto, significa forte compromisso e lealdade até a morte. Nesse momento, a prioridade passa a ser a vida compartilhada. A aliança expressa o compromisso mútuo, é sinal do amor e da fidelidade: “(N) receba essa aliança em sinal do meu amor e da minha fidelidade. Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém”.

O fato de usar a aliança no dedo anular da mão esquerda para o casamento tem várias explicações. No Antigo Egito, por exemplo, era uma prática comum que o homem desse à mulher que desposaria um anel (aliança que tem origem do francês), para que ela usasse no anular da mão esquerda; dedo que os antigos egípcios acreditavam ter uma veia que possuía a ligação mais direta com o coração, que, desde o início dos tempos, sempre foi tido como o centro de todos os sentimentos humanos. O uso, que se inicia com os egípcios, foi mantida pelos gregos, assumida pelos romanos e, então, assimilada pela Igreja Católica, vindo, portanto, de uma mistura de culturas; embora os ideais mais predominantes, hoje em dia, em torno desse objeto, sejam católicos.

A aliança passa a ideia de algo infinito por se tratar de um círculo, algo que jamais termina, simbolizando a promessa de “para sempre” com seu uso, completando o ensinamento da Igreja Católica de casamentos que não se acabam, até que a morte separe o casal. No momento da cerimônia, a aliança representa não apenas o compromisso assumido pelos noivos um com o outro, mas também com Deus: o casal jura fidelidade, amor, apoio, honra, cuidado, respeito sob toda e qualquer circunstância ou adversidade mutuamente. A aliança usada pelo casal torna-se o símbolo de tudo o que prometeram, uma lembrança concreta da promessa, que vai além dos contratos assinados perante a lei dos homens. A aliança entre Deus e duas pessoas que se unem pelos laços do matrimônio vai muito mais além de um simples contrato de casamento ou regime de comunhão de bens; o casal assume diante de Deus e dos homens a confissão de amor eterno.

Mestre em zootecnia pela Universidade Federal de Lavras (MG), padre Mário é também licenciado em Filosofia pela Fundação Educacional de Brusque (SC) e bacharel em Teologia pela PUC-RJ. Mestre em Teologia Prática pelo Centro Universitário Assunção (SP). Doutor em Teologia Moral pela Academia Alfonsiana de Roma/Itália. O sacerdote é autor e assessor na área de Bioética e Teologia Moral; além de professor da Faculdade Dehoniana em Taubaté (SP). Membro da Sociedade Brasileira de Teologia Moral e da Sociedade Brasileira de Bioética.

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Perseverança, segredo de uma caminhada em Deus

Como é bom encontrar pessoas entusiasmadas, porque tiveram uma “trombada” com Jesus! Mal comparando, é como o encontro com aquela pessoa que você ama, aquela paquera, o início do aquele primeiro beijo. Você acorda pensando na pessoa, dorme pensando nela, não pode perder a oportunidade de encontrá-la novamente. O coração vai da barriga à garganta, bate forte.

O encontro com Jesus é assim, um impacto em nossa vida. Não vemos a hora de encontrá-Lo na Eucaristia, de ir ao grupo de oração ou de jovens. Passamos horas lendo a Bíblia e em queremos que todas as pessoas que conhecemos experimentem o mesmo. Deus está tão próximo de nós, que a sensação é de que estamos experimentando o céu, andando nas nuvens. É a manifestação do amor de Deus em nós, a maravilhosa ação do Espírito Santo, a qual não conseguimos explicar em palavras, como diz São Paulo “gemidos inefáveis (inexplicáveis)” (cf. Rom 8,28).

Foto: stevanovicigor by Getty Images

Tudo isso é necessário para uma relação de amor e entrega a Deus, no entanto, todo amadurece e passa pela prova do tempo. Um namoro e também um casamento (aliança) são feitos de presença e ausência, de consolações e desertos.

Digo isso, porque, não poucas pessoas, que começaram na comigo, viraram as costas para Deus. Eu me pergunto: Por onde andam? Onde está aquele fervor do início? O que fizeram com as juras de amor a Jesus quando viveram aquela forte experiência com Ele?

O segredo é perseverar

Aprendi que o de uma caminhada em Deus está em uma palavra que faz toda diferença: Perseverança.

Esse “apaixonamento” por Jesus vai amadurecer, as provas virão, o deserto vai acontecer. Os arrepios e as sensações do início desaparecerão, e entrar em oração com Deus será uma interior. Pessimismo? Não. Realidade, porque a fé não é feita de sensações, mas sim de convicção.

Deus não vai “blindá-lo” das e das quedas na sua caminhada, porque Ele não está interessado em sua queda, mas sim em sua capacidade de se levantar, não importa quantas vezes isso ocorra. Perseverança significa “não importa o que acontecer, eu não vou desistir de Deus”, tendo a consciência de que Ele jamais desistirá de mim.

Se você se encontrou com Jesus agora, saboreie mesmo este tempo, deixe-O transformar, a cada dia, sua vida. Sinta o amor de Deus por você, deixe que o “homem velho” e as coisas antigas morram, mas se lembre de que você está entrando numa guerra. Pode ser que, nesta sua nova caminhada, você perca algumas batalhas, mas não é o fim. Levante-se, confesse sua queda, entre mais uma vez na batalha e a se dará pela sua perseverança.

Jesus disse que a que cai na terra boa “são os que ouvem a Palavra com coração reto e bom, retêm-na e dão fruto pela perseverança” (Lucas 8,15).

E aí? Vai perseverar?

Daniel Machado de Assis, natural de São Bernardo do Campo-SP, é membro da Canção Nova desde 2002. Psicólogo formado pelo Centro Universitário Salesiano de São Paulo, também estudou filosofia pelo Instituto Canção Nova. Atualmente é coordenador do Núcleo de Psicologia Canção Nova que tem por objetivo assessorar e auxiliar a formação dos membros desta instituição.

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Amor e paixão são sentimentos diferentes ou a mesma coisa?

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Ama e faz o que quiseres. Essa frase belíssima e significativa de Santo Agostinho, infelizmente, é mal interpretada. Para compreendê-la, deve ser respondida uma pergunta básica: o que é o amor? Muitas pessoas julgam saber da resposta, mas, na verdade, estão enganadas. Como diz o ditado popular, “estão comprando gato por lebre”.

É muito comum ouvirmos da boca dos jovens a seguinte frase: “Estou perdidamente apaixonado por minha namorada. Tenho um sentimento imenso de amor por ela!”. Façamos uma avaliação dessa frase, de modo a compreender como pensa um jovem sobre o significado do amor.

Foto: Wesley Almeida/cancaonova.com

O que é paixão?

A primeira coisa a destacarmos aqui é quando o jovem diz: “Estou perdidamente apaixonado por você”. A paixão é algo fascinante e belo do ponto de vista humano. Trata-se daquele momento em que predominam os sentimentos, as emoções. Existe até uma dito popular: “Quem se apaixona perde a razão”. A partir disso, pode-se concluir que paixão não é amor. Tem seu valor em um relacionamento afetivo, pois é aquela primeira fase, é o encantamento, quando “o mundo gira em torno da pessoa amada”. Não existe ninguém melhor, mais belo e inteligente. Porém, a paixão é como a flor que desabrocha, mas não dura mais que uma estação.

Segunda parte da frase: “Tenho um sentimento imenso de amor por ela”. Nessa segunda parte, o engano é ainda maior. Muitos acham que amor é sentimento, mas amor não pode ser sentimento, pois estes podem nos trair. Hoje, sentimos algo que, inclusive, pode ser nobre, porém, amanhã, podemos deixar de sentir. É próprio do sentimento não ser duradouro, faz parte de sua essência ser passageiro.

O que é amor?

Se o amor não é paixão, muito menos sentimento, o que ele é afinal? Erich From diz o seguinte: “O amor será essencialmente um ato de vontade, de decisão de entregar minha vida completamente à de outra pessoa. […] Amar alguém não é apenas um sentimento forte: é uma decisão, um julgamento, uma promessa. Se o amor apenas fosse um sentimento, não haveria base para a promessa de amar-se um ao outro para sempre. O sentimento vem e pode ir-se!” (Erich From, A arte de amar, p. 71-72).

O “amor em contraste é a maratona do coração. Exige treinamento, disciplina, paciência e trabalho. Não é um esporte de espectadores nem um evento com o resul­tado decidido em segundos. É escalar montanhas, sofrer dores e resistir à tentação de se desligar. […] Quando o amor é considerado um ato da vontade […], sobrevive enquanto o coração bater. Em outras palavras, embora estar apaixonado, às vezes, leve o casal ao casamento, é o amor que faz o casamento durar. De modo mais específico, o compromisso deliberado e ativo que o amor faz supor está no centro do arrebatamento conjugal”. (Genovesi, 142).

O amor é indispensável para o relacionamento

Sem o verdadeiro conceito de amor podemos ferir muita gente; além do mais, passaremos a vida inteira enganando nós mesmo e os outros. Quantos namoros acabaram, porque faltou amor! Viveram muito tempo junto somente apaixonados, não deram o próximo passo para chegar ao amor maduro e verdadeiro. Muitos casamentos também terminaram por motivos parecidos, pensavam que paixão, sentimento e amor eram a mesma coisa. Por não terem conhecimento, fatalmente o casamento acabou.

Ao tratar-se de um relacionamento, é indispensável o amor, pois ele não existe sem sacrifício. Quem não é capaz de se sacrificar é porque não ama de verdade. Aqui está a necessidade, já no namoro, de ambos abrirem mão de suas vontades em prol do outro, de modo a aprenderem a se sacrificar pelo bem do outro. Quem assim fizer, sem dúvida, terá um casamento feliz e duradouro, porque aprendeu que o verdadeiro amor exige sacrifício.

Candidato às Ordens Sacras na Comunidade Canção Nova. Licenciado em Filosofia pela Faculdade Canção Nova, Cachoeira Paulista (SP).  Bacharelando em Teologia pela Faculdade Dehoniana, Taubaté (SP) e pós-graduando em Bioética pela Faculdade Canção Nova. Atua no Departamento de TV da Canção Nova, no Santuário Pai das Misericórdias e Confessionários.

Fonte: http://formacao.cancaonova.com

Alma feminina e sua importância para compreender o mundo

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Com muito respeito, alegria e senso de responsabilidade, aceitei esse imenso desafio de, como homem e sacerdote, escrever sobre a realidade da mulher, na certeza de que sua presença agrega um valor inestimável para este mundo. Sua alma é portadora de talentos e dotes capazes de trazer novas cores e esperanças em meio às penumbras de nosso tempo.

Marias, Fernandas, Franciscas ou Bárbaras, cada mulher é um universo particular composto pelo mosaico de suas experiências, aprendizados, dores e alegrias. Há mulheres mais frágeis, outras mais fortes e destemidas, algumas do campo, outras da cidade. Cada uma com uma história diferente, escrevendo, com a caneta da alma, enredos e capítulos muito peculiares na biografia que a existência lhes confiou.

Foto: Daniel Mafra/cancaonova.com

Dons femininos

Cada mulher precisa se compreender, enxergar-se e valorizar-se como um verdadeiro dom. Ela não pode se “nivelar por baixo”, abrindo mão de sua dignidade em virtude das inseguranças ou de um cárcere de dominação emocional fabricado por carências. Quando uma mulher se permite dominar pelo medo, insegurança ou frustração, e troca sua dignidade pelo desejo de ser aceita e falsamente amada, ela está traindo o propósito divino de felicidade que há sobre sua vida, jogando pelo ralo as inúmeras possibilidades que descansam sobre sua história.

É claro que são muitas as realidades que podem ferir a alma de uma mulher, no entanto, haverá sempre um caminho de regresso para o coração ferido, que se perdeu em busca de afeto e aprovação: haverá sempre a possibilidade de reconstruir a própria história, reencontrando o caminho de virtude e felicidade que o Criador escreveu em cada alma feminina.

Deus, que criou com infinito amor cada mulher, é especialista em compreender os anseios e dilemas presentes em cada alma feminina. Saiba que Ele te entende como você é; e interpreta com exatidão suas lágrimas e os pedidos que, muitas vezes, você não foi capaz sequer de formular, mas que estão presentes em suas emoções, tornando opaca a realidade de seus afetos e motivações.

Enfim, é um pouco disso e muito mais que você encontrará neste meu novo livro.

Padre Adriano Zandoná é missionário da Comunidade Canção Nova. Formado em Filosofia e Teologia, tem publicados pela Editora Canção Nova e participação em dois CDs de oração.

Todas as segundas-feiras, o sacerdote preside a Missa na Catedral Nossa Senhora do Líbano, às 19h30, em São Paulo (SP). A transmissão é ao vivo pela TV Canção Nova. Padre Zandoná apresenta o programa ‘Pra ser Feliz’ na mesma emissora, todas as quintas-feiras ao meio dia, e também na Rádio América CN AM 1410, todas as quintas-feiras às 13h.

Atualmente, o sacerdote exerce a função de responsável local da Canção Nova em São Paulo (SP) e promove o evento ‘Abraça São Paulo’.

Fonte: http://formacao.cancaonova.com