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Jovens Sarados, a academia para sua alma.

Somos cidadãos do céu

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“Dando graças ao Pai que nos fez idôneos para participar da herança dos santos na luz; O qual nos tirou da potestade das trevas, e nos transportou para o reino do Filho do seu amor” (Colossenses 1, 12 e 13).

Jesus nos arrancou do poder das trevas, e nos transladou para o Reino do seu Filho muito amado, onde temos a remissão dos nossos Tudo isso porque Deus o ama desde toda a eternidade. Você já existia no coração de Deus. E quando você chegou ao mundo, o coração do Senhor exultou de alegria, por isso que você não pode se perder. Ele escolheu você, não é por merecimento, nem por aquilo que você fez ou deixou de fazer, é por pura graça de Deus.

Mesmo que você tenha andado errado, Deus ainda o ama e o quer de volta. Não é porque Deus precisa de você, mas porque você precisa d’Ele. Seja unicamente do Senhor!

Ele sabe que você precisa voltar e ser unicamente d’Ele. Por isso lhe deu seu Filho único para que todo aquele que crê não pereça, mas que tenha vida eterna. Deus mandou seu Filho para que o mundo seja salvo. É pelas Chagas do Senhor que somos salvos. 

O Senhor nos amou e por amor, Ele foi até a cruz para nos trazer a salvação. Para nos tirar do poder das trevas e dar-nos luz. Você que estava do outro lado, Ele o trouxe para o Seu Reino de luz.

O pecado nos seduz e nos arrasta. Hoje é o dia de sua opção por Jesus, Filho de Deus. Faça a sua opção pelo Senhor. Não pertencemos a este mundo, somos cidadãos do céu e precisamos deixar cada vez mais longe o reino das trevas, onde impera o pecado. Deixe o reino do pecado e peça força ao Senhor.

Deus o abençoe!

Seu irmão,

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova

Mensagem do Dia

Fonte: http://padrejonas.cancaonova.com

Papa Francisco propõe 3 tarefas para colocar Jesus no centro da vida

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Vaticano, 09 Jan. 17 / 12:00 pm ().-Finalizado o tempo do com a festa do celebrada no domingo em Roma e em diversas partes do mundo, o Papa Francisco voltou a celebrar hoje a na Casa Santa Marta e recordou qual é o centro da cristã. “Jesus sempre está no centro, Ele é a primeira e a última Palavra do Pai, o Senhor do universo, o Salvador do mundo. Não há outro, é único”, afirmou.

Em sua homilia desta manhã, Francisco assinalou 3 tarefas “para nos assegurar de que Jesus está no centro da nossa vida”:

1. Reconhecer Jesus

“A primeira tarefa é conhecê-lo para reconhecê-lo”, começou e acrescentou que na sua época muitos o reconheceram, mas também muitos “o perseguiram, o mataram”.

“Interessa-me conhecer Jesus? Ou me interessam mais as novelas, as fofocas, as ambições, o saber da vida dos outros?”, questionou os fiéis durante a homilia.

“Para conhecer Jesus existe a oração e o Espírito Santo”. “O Espírito Santo faz o trabalho. Esta é a semente. Quem faz germinar e crescer a semente é o Espírito Santo”, explicou.

2. Adorar Jesus

Francisco indicou que além de adorar o Senhor, é necessário agradecê-lo. “A oração de adoração em silêncio” e depois “tirar do nosso coração as outras coisas que adoramos, que nos interessam mais. Ter somente Deus. As outras coisas servem se sou capaz de adorar Deus”.

O Papa acrescentou que “há uma pequena oração que nós rezamos: o Glória. ‘Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo’, mas muitas vezes a proferimos como papagaios”.

Então, “adorar, com pequenas orações, com o silêncio diante da grandeza de Deus, adorar Jesus e dizer: ‘Tu és meu amigo, és o princípio e o fim e contigo quero permanecer por toda a vida, toda a eternidade. És único’. Expulsar as coisas que me impedem de adorar Jesus”.

3. Seguir Jesus

A última tarefa proposta pelo Pontífice é “seguir Jesus”. “A vida cristã é simples, muito simples, mas precisamos da graça do Espírito Santo para que desperte em nós o desejo de conhecer Jesus, adorar Jesus e segui-Lo. Por isso, pedimos ao Senhor no início da oração da Coleta para saber o que devemos fazer, para ter a força de fazer o que devemos”.

Por outro lado, afirmou que “Jesus Cristo que se manifesta, se mostra e nós somos convidados a conhecê-lo, a reconhecê-lo na vida, nas várias circunstâncias da vida, reconhecer Jesus, conhecer Jesus: ‘eu conheço a vida daquele santo, daquela santa, ou também as aparições aqui e acolá’. Isso é bom, os santos são os santos, são grandes!”, exclamou.

“As aparições nem todas são verdadeiras! Os santos são importantes, mas o centro é Jesus Cristo: sem Jesus Cristo não existem os santos! Uma pergunta: O centro da minha vida é Jesus Cristo? Como é a minha relação com Jesus Cristo?”, perguntou.

Ao finalizar, o Papa pediu que “na simplicidade de todos os dias – porque para ser cristãos não são necessárias coisas estranhas, difíceis, supérfluas, não, é simples – o Senhor nos dê a graça de conhecer Jesus, adorar e seguir Jesus”.

Confira também:

Fonte: http://www.acidigital.com

Papa Francisco propõe 3 tarefas para colocar Jesus no centro da vida

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Vaticano, 09 Jan. 17 / 12:00 pm ().-Finalizado o tempo do com a festa do celebrada no domingo em Roma e em diversas partes do mundo, o Papa Francisco voltou a celebrar hoje a na Casa Santa Marta e recordou qual é o centro da cristã. “Jesus sempre está no centro, Ele é a primeira e a última Palavra do Pai, o Senhor do universo, o Salvador do mundo. Não há outro, é único”, afirmou.

Em sua homilia desta manhã, Francisco assinalou 3 tarefas “para nos assegurar de que Jesus está no centro da nossa vida”:

1. Reconhecer Jesus

“A primeira tarefa é conhecê-lo para reconhecê-lo”, começou e acrescentou que na sua época muitos o reconheceram, mas também muitos “o perseguiram, o mataram”.

“Interessa-me conhecer Jesus? Ou me interessam mais as novelas, as fofocas, as ambições, o saber da vida dos outros?”, questionou os fiéis durante a homilia.

“Para conhecer Jesus existe a oração e o Espírito Santo”. “O Espírito Santo faz o trabalho. Esta é a semente. Quem faz germinar e crescer a semente é o Espírito Santo”, explicou.

2. Adorar Jesus

Francisco indicou que além de adorar o Senhor, é necessário agradecê-lo. “A oração de adoração em silêncio” e depois “tirar do nosso coração as outras coisas que adoramos, que nos interessam mais. Ter somente Deus. As outras coisas servem se sou capaz de adorar Deus”.

O Papa acrescentou que “há uma pequena oração que nós rezamos: o Glória. ‘Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo’, mas muitas vezes a proferimos como papagaios”.

Então, “adorar, com pequenas orações, com o silêncio diante da grandeza de Deus, adorar Jesus e dizer: ‘Tu és meu amigo, és o princípio e o fim e contigo quero permanecer por toda a vida, toda a eternidade. És único’. Expulsar as coisas que me impedem de adorar Jesus”.

3. Seguir Jesus

A última tarefa proposta pelo Pontífice é “seguir Jesus”. “A vida cristã é simples, muito simples, mas precisamos da graça do Espírito Santo para que desperte em nós o desejo de conhecer Jesus, adorar Jesus e segui-Lo. Por isso, pedimos ao Senhor no início da oração da Coleta para saber o que devemos fazer, para ter a força de fazer o que devemos”.

Por outro lado, afirmou que “Jesus Cristo que se manifesta, se mostra e nós somos convidados a conhecê-lo, a reconhecê-lo na vida, nas várias circunstâncias da vida, reconhecer Jesus, conhecer Jesus: ‘eu conheço a vida daquele santo, daquela santa, ou também as aparições aqui e acolá’. Isso é bom, os santos são os santos, são grandes!”, exclamou.

“As aparições nem todas são verdadeiras! Os santos são importantes, mas o centro é Jesus Cristo: sem Jesus Cristo não existem os santos! Uma pergunta: O centro da minha vida é Jesus Cristo? Como é a minha relação com Jesus Cristo?”, perguntou.

Ao finalizar, o Papa pediu que “na simplicidade de todos os dias – porque para ser cristãos não são necessárias coisas estranhas, difíceis, supérfluas, não, é simples – o Senhor nos dê a graça de conhecer Jesus, adorar e seguir Jesus”.

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Fonte: http://www.acidigital.com

Por que celebramos, na Igreja, a Festa de Cristo Rei?

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A solenidade deste último domingo, do ano litúrgico da Igreja, nos coloca frente à realeza do rei Jesus. Criada em 1925, pelo Papa Pio XI, esta festa pode parecer pretensiosa e triunfalista. Afinal, de que realeza se trata?

Para superar a ambiguidade que permanece, precisamos ir além da visão do , cujo hino na segunda leitura canta que “Jesus é o soberano de todos os reis da terra”. Ora, reis e rainhas não servem de modelo para a representação gloriosa de Jesus. Mesmo que seja para colocá-Lo acima de todos os soberanos. Riquezas, palácios, criadagem e exércitos não são elementos que sirvam para exaltar a entrega de Jesus por nós. Jesus está na outra margem, Ele é a antítese da realeza da riqueza e do poder. Não é por acaso que os evangelhos da liturgia de hoje, nos ciclos litúrgicos A, B, e C da Igreja, sempre nos colocam no contexto da Paixão de Jesus para contemplar Sua realeza.

Quando Jesus foi rei?

, durante sua vida, em apenas dois momentos: ao entrar em Jerusalém como um Rei pobre, montado em um jumento emprestado e ao ser humilhado na Paixão, revestido com manto de ”púrpura-gozação e capacete de espinhos”; e Rei ao morrer despido, com o peito transpassado na cruz. Rei da paz e Rei do amor sem limite até a morte. A realeza de Jesus é a realeza do por toda a humanidade e por toda a criação.

Essa festa é a ocasião propícia para podermos reconhecer, mais uma vez, que na cruz de Jesus o ”poder dominador”, o ”poder opressor”, criador de desigualdades e exclusões, espalhador de sofrimento por todos os lados, está definitivamente derrotado. Isso se deu pelo seu modo de viver para Deus e para os outros. O fracasso na cruz é a vitória de Jesus sobre o mal, o pecado e a morte, por meio de Sua .

Deus é o criador

Essa festa se torna, então, reveladora de um tríplice fundamento para a nossa esperança de que as promessas de Deus serão cumpridas até o fim.

O surgimento da matéria e sua evolução, desde o big-bang ─ quando toda a energia do Universo se concentrava em um único ponto menor do que o átomo ─ são o primeiro fundamento de nossa esperança.

respeitando as leis daquilo que criou. Nós nos damos conta de que a soberania d’Ele vem se cumprindo num Universo em expansão, uma vez que, a evolução da matéria atingiu seu ponto ômega ao dar à luz Jesus de Nazaré, por meio de Maria, porque n’Ele está a Humanidade humanizada para todos os homens e mulheres, de todas as gerações.

O segundo fundamento é a pessoa de . O sonho de uma humanidade humanizada ─ tornada aquilo que ela é ─ vem expresso na primeira leitura do livro de Daniel, na figura de um Filho de Homem ─ figura antitética dos filhos de besta, filhos da truculência, dos povos pagãos que oprimiram Israel com seus exércitos. O sonho tornou-se realidade em Jesus Cristo. Ele nos humaniza com a Sua divindade: nunca Deus esteve tão perto de nós, sendo um de nós e sem privilégios; mas também sem crimes nem pecados (cf. epístola aos Hebreus). Jesus nos diviniza com a sua humanidade, tão humano que é, que só pode vir de Deus e ser d’Ele mesmo.

O terceiro fundamento de nossa esperança é a comunidade eclesial de fé, dos amigos e discípulos de Jesus. Olhando essa grandeza, entendemos o sentido último de nosso batismo, pois na realeza de Jesus fomos para sermos reis e rainhas; no sacerdócio de Jesus, para sermos sacerdotes e sacerdotisas; no profetismo de Jesus, para sermos profetas e profetizas, para viver segundo o imperativo da Palavra de Deus revelada em Seu Filho.

A soberania dessa realeza consiste no serviço da cultura da paz e da solidariedade, da compaixão e da fraternidade. O poder que corresponde a essa realeza é o do exercício da autoridade que serve, para fazer o milagre da diversidade tornar-se unidade.

Os gestos de Jesus

No sacerdócio de Jesus, nos unimos à Sua missão de gastar a vida pelos demais. Sabemos por Ele qual o modo de existir que nos conduz à vida verdadeira; qual a religião que agrada a Deus. A esperança posta no sacerdócio de Jesus, é também, certeza de que a vida gasta por compaixão e solidariedade é a vida feliz e bem vivida.

Nossa esperança é profética, pois a força da Palavra inaugura o futuro. “Apesar de você, amanhã há de ser outro dia (…)”, cantava Chico Buarque nos anos da ditadura. Era a palavra do poeta vencendo a força bruta. Vivendo o tempo presente no coração da comunidade de fé, que é a Igreja, sentimos que uma força maior se move em nós, nos comove para abrir-nos em direção ao futuro, pois nossa esperança não se funda somente em Deus, sentido radical do futuro ou, como diz o provérbio, que “o futuro a Deus pertence”. Mas é o Senhor mesmo a quem esperamos e quem nos espera no futuro. Isso que é ter esperança: esperar Deus mesmo!

A Festa de Cristo Rei

A festa de hoje, nos faz contemplar a existência do universo, necessária para que surgisse o grande presente de Deus, oferecido para toda a criação, que é Jesus. Desta forma, nossa esperança se sustenta também nos cantos dos bem-te-vis e sabiás; nas rosas e margaridas; nas crianças e nas borboletas; nos homens e mulheres de boa vontade; nas pedras e nos vulcões; nas nuvens, na lua e nos planetas; nas estrelas e nas galáxias. Se existe tudo isso e não o nada, nossa esperança tem pé, cabeça e coração.

Assim, como São Paulo, vivemos na esperança, mas sabendo de seu tríplice fundamento: aquele da evolução do universo, que culminou em Jesus, pelo dom de Maria; aquele que é Jesus, que por nós se doou na cruz, abrindo para nós um modo de viver para Deus e para os outros, que é verdadeira salvação; e aquele que é a Igreja, a nossa comunidade de fé, que nos lança e sustenta na abertura radical ao futuro, esperando Deus que vem e que nos acolhe com amor infinito, por meio do seguimento de Seu Filho, por quem recebemos a vida e a plenitude da graça de Deus.

Anderson Marçal Moreira é padre da Igreja Católica Apostólica Romana. Natural da cidade de São Paulo (SP), padre Anderson é membro da comunidade Canção Nova desde o ano 2000. No dia 16 de dezembro de 2007, foi ordenado sacerdote. Estudou Teologia Pastoral Bíblica-Litúrgica na Universidade Salesiana de Roma.

Fonte: http://formacao.cancaonova.com

Por que me preparar para uma boa morte?

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“E, entretanto, não sabeis o que acontecerá amanhã! Pois que é a vossa vida? Sois um vapor que aparece por um instante e depois se desvanece” (Tg 4, 14).

Desde menininho, fui formado na pedagogia própria de Dom Bosco. No colégio, todos os meses, havia um dia penitencial que se chamava . Era impressionante!

Nós éramos ainda meninos, e esta era a proposta que nos era feita: “Vamos nos preparar, como se fôssemos morrer!” Mas como é que você se prepara para morrer?

Nós sabíamos que poderíamos morrer a qualquer hora, por isso nos preparávamos, a cada mês, para que, se morrêssemos, estivéssemos prontos.

Todos os meses, na noite anterior ao dia do “Retiro da Boa Morte”, começavam as confissões, que iam até as 14 horas. Havia uma grande faxina, quando cada um arrumava o seu lugar: a carteira de estudo, o seu lugar no dormitório, o seu armário.

Nós pensávamos da seguinte maneira: “Se eu morresse, como eu gostaria que as pessoas encontrassem o meu armário, a minha carteira, as minhas coisas?” Com certeza, nenhum de nós gostaria que as pessoas se surpreendessem: “Mas ele tinha isso? Esse vídeo? E esses comprimidos? Essa revista?”.

Podemos achar estranho, mas isso é um Nossa vida precisa ser austera, sóbria e humilde.

O segredo está aí: em qualquer coisa, é necessário aceitar e assumir nossa pequenez e pobreza. Precisamos viver com o necessário e nada mais.

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova

Adquira o livro “Retiro da Boa Morte”, de Monsenhor Jonas Abib

Mensagem do Dia

Fonte: http://padrejonas.cancaonova.com

Devemos assumir: Ou santos ou nada!

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Todo ser que realiza a finalidade de sua existência é uma bênção para si e para os outros. Muitas vezes, o que nos estraga são nossas fantasias, porque imaginamos que uma coisa é muito mais difícil do que realmente é.

Deus já nos criou em vista das boas obras que Ele preparou de antemão, para que investíssemos nossa vida nelas. O bonito não é realizar o nosso próprio sonho, mas

Podemos superar nossos problemas se andarmos no “jugo” de Jesus, se nos emparelharmos com Ele. Imagine um touro muito forte emparelhado conosco: juntos vamos arrastar muito peso! Estejamos no “jugo” de Jesus e tudo será leve.

Para realizarmos o sentido de nossa vida, precisamos, constantemente, renovar os sentimentos da nossa alma e assumirmos:

Eu quero ser santo, eu só posso ser santo, pois quem não é santo acaba sendo nada. Deus não nos oferece mudanças simplistas. Ele quer nos mudar, quer fazer de nós pessoas cheias de Seu Espírito.

Nossa reação, diante das situações da vida, farão de nós pessoas novas ou não.

Onde há vontade, existe um caminho. Deus espera nossa decisão.

Na hora em que nos decidirmos, o Senhor nos dará a graça, as obras de Deus não se fazem pela força nem pelo poder, mas pelo Espírito Santo.

Na Festa de todos os santos, vamos pedir a intercessão daqueles que souberam tomar decisões firmes.

Santos e santas de Deus, rogai por nós!

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova

Adquira o livro “Caminho para a santidade”, de Monsenhor Jonas Abib

Mensagem do Dia

Fonte: http://padrejonas.cancaonova.com

Diante do silêncio e da solidão encontrei um anjo para me guiar

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Era uma manhã de feriado em São Paulo, quem conhece esta metrópole pode imaginar o silêncio e a solidão que povoam suas ruas. Parece que quase nada se move e as pessoas estão em algum lugar do planeta, menos nas ruas, no trânsito ou no metrô, como acontece em dias comuns.

Há um tempo, vivi uma experiência, no mínimo, interessante. Participei de um curso em São Paulo que, por incrível que pareça, teve início numa manhã de segunda-feira, num feriado nacional. Não tive escolha. Precisei enfrentar o desafio de pegar ônibus, pedir informações e chegar ao local, ainda desconhecido, sozinha. Mas foi exatamente, neste dia, que vivi a maior experiência com um em minha vida.

Foto: lolostock by Getty Images

De volta à capital paulista, neste fim de semana, enquanto passeava pelas ruas, contemplava a beleza arquitetônica da cidade e permitia que a brisa do fim de tarde trouxesse-me as boas recordações. Lembrei-me do “anjo”. Naquele dia, acordei bem cedo e, seguindo as orientações, dirigi-me ao ponto do ônibus. O problema é que tomei a direção contrária a que deveria, e como não tinha a quem pedir informações, fui seguindo em frente. Andei bastante, até que, desconfiada das referências, fui visitada pelo medo e pela insegurança. Nesse instante, percebi, vindo em minha direção, um senhor, que caminhava tranquilo e solitário, como quem não tem pressa. Era a única pessoa que eu encontrara até aquele momento do dia. Sua presença não me causou medo nem dúvidas, como era de se esperar, mas paz e segurança. Quando lhe pedi informações, ouviu-me com atenção e fez-me compreender o quanto estava equivocada, oferecendo-me companhia, uma vez que estaria indo na direção que eu deveria seguir.

Hoje, fico imaginando: como não relutei em o seguir? O certo é que caminhamos juntos. O retorno pareceu bem mais rápido, alguns comentários sobre o tempo, o feriado ou coisas assim, e o silêncio reinou na maior parte da caminhada.

Um anjo

Chegando ao ponto determinado, avisou-me que eu deveria esperar ali, pois o ônibus logo viria. Conferiu as informações que eu trazia, reforçou as recomendações que já havia me dado e ausentou-se para um ponto ao lado, como se estivesse esperando outro transporte. Chegando o ônibus que eu esperava, sinalizou com a cabeça que estava certa, entrei e logo procurei assento ao lado da janela, a fim de acenar para ele na saída. Mas, para minha surpresa, já não o enxerguei, o que seria impossível, naturalmente, pois não havia lugar onde ele pudesse entrar tão rápido; e se tivesse caminhado, seria provável enxergá-lo por perto.

Fiquei pensativa, mas precisava seguir meu rumo. O curso, os novos colegas e os acontecimentos do dia roubaram minha atenção do inusitado encontro matinal. Por um bom tempo, não passou em minha mente a ideia de que aquele senhor fosse um anjo, até que, durante uma conversa com o , narrei a experiência e disse-lhe que, se aquele homem aparentasse minha idade, poderia até ser um anjo, já que a afirma que “ao nos criar” o Senhor nos confia um anjo da guarda.

Grande foi minha surpresa quando o professor explicou-me que os anjos de Deus se apresentam de acordo com as necessidades de cada momento. No meu caso, o aspecto de um senhor maduro, com os traços de pai, transmitiram-me a segurança que um aspecto jovem como o meu não conseguiria transmitir na ocasião. Aí compreendi a e fiquei muito grata a Deus, que, em Sua bondade, está sempre conosco. Por amor, o Senhor envia seu socorro por intermédio de vários meios, indo além do nosso entendimento e expectativas. Cabe a nós acolhermos, com docilidade e discernimento, suas intervenções e confiarmos cada vez mais no seu amor.

Talvez você, como eu, já tenha vivido experiências assim, mas não se deu conta de que estava sendo ajudado por um anjo. Em todo caso, sejamos gratos ao único Senhor que rege o céu e a terra, e move o universo para nos fazer bem. A Ele todo louvor! A você ânimo e confiança. Deus não deixará que você se perca nas estradas da vida. Enviará seu anjo para ajudá-lo!

Missionária da Comunidade Canção Nova, desde 1997, Djanira reside na missão de São Paulo, onde atua nos meios de comunicação. Diariamente, apresenta programas na Rádio América CN. Às terças-feiras, está à frente do programa “De mãos unidas”, que apresenta às 21h30 na TV Canção Nova. É colunista desde 2000. Recentemente, a missionária lançou o livro Descubra e volte a sonhar” pela Editora Canção Nova.

Fonte: http://formacao.cancaonova.com

Nós precisamos de Deus

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Religião é religar aquilo que, infelizmente, foi desligado. Deus criou as coisas unidas.

O homem é, ao mesmo tempo, divino e humano, e essa linda síntese acontece na pessoa humana. Infelizmente, o mal e o pecado separaram Deus e o homem, mas não foi Deus quem se separou do homem. Foi este quem se desgarrou para longe do Senhor. Religar humano e divino é a grande obra que nos é confiada. Deus quer essa aproximação; e para religar aquilo que foi desligado, Ele investiu Seu Filho.

Nós precisamos de Deus e somos d’Ele, pertencemos a Ele. A nossa realização e felicidade estão em Deus, somente n’Ele. Fora d’Ele, estamos sem norte, sem rumo, andamos à deriva, perdemos a meta. Enquanto estivermos longe d’Ele, estaremos sempre em desterro, sempre nesse vale de lágrimas.

Nossa alegria, paz, realização e felicidade estão em nós, basta voltarmos para o Senhor.

Quanto mais nos aproximarmos de Deus, mais alegres, felizes e realizados seremos. Religião é para isso: unir o que foi desunido, religar o que foi desligado.

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova

Adquira o livro “Agora meus olhos te viram” de Monsenhor Jonas Abib

Mensagem do Dia

Fonte: http://padrejonas.cancaonova.com

Quem é o meu anjo da guarda?

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O Catecismo da Igreja diz que “a existência dos seres espirituais, não corporais, os anjos, é uma verdade de fé”. O testemunho da Escritura a respeito é tão claro quanto a unanimidade da Tradição (n.328). Nenhum católico pode, então, negar a existência dos anjos. Eles são criaturas pessoais e imortais, puramente espirituais, dotados de inteligência e de vontade e superam em perfeição todas as criaturas visíveis (cf. Cat. n.330). São Gregório Magno disse que quase todas as páginas da Revelação escrita falam dos anjos.

A Igreja ensina que, desde o início até a morte, a vida humana é cercada pela proteção (Sl 90,10-13) e pela intercessão dos anjos. “O anjo do Senhor acampa ao redor dos que o temem e os salva” (Sl 33,8).

São Basílio Magno (†369), doutor da Igreja, disse: “Cada fiel é ladeado por um anjo como protetor e pastor para conduzi-lo à vida” (Ad. Eunomium 3,1). Isso é, temos um Anjo da Guarda pessoal. Jesus disse: “Não desprezeis nenhum desses pequeninos, porque eu vos digo que os seus anjos nos céus veem continuamente a face de meu Pai que está nos céus” (Mt 18,10).

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Festa aos Anjos da Guarda

A liturgia de 2 de outubro celebra os Anjos da Guarda desde o século XVI, festa universalizada por Paulo V. Ora, se a Igreja celebra a festa dos Anjos da Guarda é porque, de fato, eles existem e cuidam de nós, protegem-nos, iluminam e governam nossa vida, ajudam-nos como ajudou Tobias. Mas para isso é preciso crer neles, respeitá-los, não os afugentar pelo pecado. Um dia, um rapaz me disse: “Eu não vejo pornografia na internet, porque tenho vergonha de meu Anjo da Guarda!”. A melhor homenagem a nosso anjo é viver uma vida sem pecados, buscando, com a ajuda dele, fazer a vontade de Deus.

Oferecer ao Senhor nossas orações

A Tradição da Igreja acredita que nosso Anjo da Guarda tem a tarefa de oferecer ao Senhor as nossas orações, apoiar-nos e proteger-nos dos ataques do diabo, que tenta nos fazer pecar e perder a vida eterna. Então, nada mais importante do que ter uma vida de intimidade com nosso anjo, invocando-o constantemente e colocando-nos debaixo de sua proteção. Desde criança, aprendi com minha mãe esta oração: “Santo anjo da minha guarda, a quem eu fui confiado por celestial piedade, iluminai-me, guardai-me, regei-me, governai-me. Amém. Nunca deixei de rezar essa oração.

Então, o melhor a fazer é não fazer nada sem pedir a luz, a proteção, o governo do bom anjo que o Senhor colocou como guarda e custódio de nossa vida, do batismo até a morte. É por isso que muitos Papas, como João XXIII, revelaram a sua profunda devoção pelo Anjo da Guarda, sugerindo, como também disse Bento XVI, que expressemos nossa gratidão pelo serviço que ele presta a cada um de nós e o invoquemos todos os dias com o Angelus Dei.

O Santo Padre Pio teve um relacionamento profundo com o Anjo da Guarda. São inúmeras as passagens da vida desse santo com seu anjo e com o anjo dos outros. Certa vez, ele disse a uma pessoa: “Nós rezaremos pela sua mãe, para que o seu anjo da guarda lhe faça companhia”. Invoque o seu Anjo da Guarda, pois ele o iluminará e o guiará no caminho de Deus.

Qual o nome do meu Anjo da Guarda?

Alguns perguntam se é possível saber o nome do nosso Anjo da Guarda. A Igreja não fala sobre isso, ela apenas conhece o nome dos três grandes Arcanjos: Miguel, Rafael e Gabriel. Portanto, se alguém sabe o nome do seu anjo é uma revelação particular que não tem a confirmação da Igreja.

O mais importante é termos um relacionamento vivo e fervoroso com o nosso bom anjo protetor durante toda a vida.

Professor Felipe Aquino é viuvo, pai de cinco filhos. Na TV Canção Nova, apresenta o programa “Escola da Fé” e “Pergunte e Responderemos”, na Rádio apresenta o programa “No Coração da Igreja”. Nos finais de semana prega encontros de aprofundamento em todo o Brasil e no exterior. Escreveu 73 livros de formação católica pelas editoras Cléofas, Loyola e Canção Nova. Página do professor:  Twitter: @pfelipeaquino

Fonte: http://formacao.cancaonova.com

O significado da aliança de casamento e sua sacralidade

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O Direito Canônico define o matrimônio como “a aliança matrimonial, pela qual o homem e a mulher constituem entre si uma íntima comunhão de vida toda (consortium totius vitae), que é ordenada por sua índole natural ao bem dos cônjuges e à geração e educação da prole, elevada, nos batizados, a sacramento” (cf. Cân. 1055 § 1). Podemos afirmar que o matrimônio é “sacramento de aliança”, é a explicitação da aliança entre homem e mulher e do casal com Deus. Grande é o desejo cristão para que se viva bem este sacramento que Paulo fez uma perfeita analogia: “E vós, maridos, amai as vossas mulheres, como Cristo amou a Igreja e se entregou por ela” (cf. Ef 5,25).

No livro do Gênesis (1,26), lemos que Deus criou o ser humano à sua imagem e semelhança. O versículo 27 ressalta que “homem e mulher” o criou. Em Gn 2,18, acrescenta-se que “não é bom que o homem esteja só”, criou Deus a mulher reconhecida por Adão, ao dizer: “Esta sim é osso dos meus ossos e carne da minha carne!”. Em Gn 2,24, Deus une o casal: “O homem deixará pai e mãe e se unirá a sua mulher e se tornarão uma só carne”. Existe, na criação, uma conexão entre Deus e o ser humano, homem e mulher.

Foto: Daniel Mafra/cancaonova.com

Por que usar alianças?

Uma das práticas mais utilizadas e sacramentadas em casamentos, por todas as culturas, é o uso de alianças de casamento, mas poucas pessoas entendem seu significado. Para entender o significado da aliança no matrimônio, é importante saber, primeiro, o sentido da aliança nas Escrituras, ou seja, a aliança de Deus com o povo.

Aliança é a categoria mais fundamental de todo o Antigo Testamento, é seu conceito chave: Israel tem a consciência de uma aliança sempre renovada. Está na raiz da consciência de Israel, como povo escolhido, que Deus fez uma aliança com Seu povo.

As Escrituras indicam o casamento como uma aliança: “sendo ela (a esposa) a tua companheira e a esposa de tua aliança” (Malaquias 2,14). “Assim, já não são dois, mas uma só carne. Portanto, não separe o homem o que Deus uniu” (Mateus 19,6). O matrimônio sacramental, além da aliança entre duas pessoas, esta se dá também na aliança com Deus.

A aliança no matrimônio é sinal de promessa um ao outro de amar, honrar, cuidar, respeitar etc; na alegria e na tristeza, na saúde e na doença até que a morte os separe. A aliança do casamento é selada com o juramento feito um ao outro.

Aliança é símbolo da união

A comunidade conjugal, dom da criação recebida do Deus da Aliança, é sinal da aliança de Deus com os homens. “Os maridos devem amar suas mulheres como a seu próprio corpo, como Cristo faz com a sua Igreja” (Ef 5,28-29), revela o matrimônio como sacramento da aliança e que nos lembra, por sua vez, a fidelidade e a verdade que nos vêm de Deus e às quais somos convidados a corresponder.

O matrimônio é uma entrega total, duradoura e fiel. Essa entrega como dom só é verdadeira se for total e sem reservas, e supõe a força de uma decisão e da vontade de se engajar por toda a vida. Esse dom primordial aponta para uma graça que é anterior e que funda o próprio amor, renovando-o e realimentando-o continuamente. É a graça sacramental do matrimônio.

Nos números 47-52 da constituição pastoral Gaudium et Spes do Vaticano II, dedicado ao matrimônio e à família, fala do matrimônio em chave de aliança. O matrimônio é o sinal sacramental vivo da aliança de amor que Deus fez com a humanidade em Cristo Jesus, e que se exprime, realiza e atualiza de maneira permanente à união inefável, o amor fidelíssimo e a entrega irrevogável de Jesus Cristo, o Esposo, à sua Esposa Igreja, no compromisso de amor de seus membros batizados.

O que simboliza o fato de o casal colocar a aliança um no outro?

Na cerimônia do casamento, a união das mãos, gesto antigo, expressa a mútua posse dos cônjuges. As entregas das alianças é sinal da fidelidade e do compromisso e da aliança entre os noivos. Conforme o Catecismo da Igreja Católica no número 1662: “O matrimônio se baseia no consentimento dos contraentes, isto é, na vontade de doar-se mútua e definitivamente para viver uma aliança de amor fiel e fecundo”. O matrimônio cristão, portanto, tem três características: indissolubilidade, fidelidade e fecundidade; e a aliança que o casal carrega em seus dedos é sinal desse compromisso assumido um com o outro e com Deus diante da Igreja.

A aliança que o noivo coloca no dedo da noiva e vice-versa demonstra uma responsabilidade ilimitada, portanto, significa forte compromisso e lealdade até a morte. Nesse momento, a prioridade passa a ser a vida compartilhada. A aliança expressa o compromisso mútuo, é sinal do amor e da fidelidade: “(N) receba essa aliança em sinal do meu amor e da minha fidelidade. Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém”.

O fato de usar a aliança no dedo anular da mão esquerda para o casamento tem várias explicações. No Antigo Egito, por exemplo, era uma prática comum que o homem desse à mulher que desposaria um anel (aliança que tem origem do francês), para que ela usasse no anular da mão esquerda; dedo que os antigos egípcios acreditavam ter uma veia que possuía a ligação mais direta com o coração, que, desde o início dos tempos, sempre foi tido como o centro de todos os sentimentos humanos. O uso, que se inicia com os egípcios, foi mantida pelos gregos, assumida pelos romanos e, então, assimilada pela Igreja Católica, vindo, portanto, de uma mistura de culturas; embora os ideais mais predominantes, hoje em dia, em torno desse objeto, sejam católicos.

A aliança passa a ideia de algo infinito por se tratar de um círculo, algo que jamais termina, simbolizando a promessa de “para sempre” com seu uso, completando o ensinamento da Igreja Católica de casamentos que não se acabam, até que a morte separe o casal. No momento da cerimônia, a aliança representa não apenas o compromisso assumido pelos noivos um com o outro, mas também com Deus: o casal jura fidelidade, amor, apoio, honra, cuidado, respeito sob toda e qualquer circunstância ou adversidade mutuamente. A aliança usada pelo casal torna-se o símbolo de tudo o que prometeram, uma lembrança concreta da promessa, que vai além dos contratos assinados perante a lei dos homens. A aliança entre Deus e duas pessoas que se unem pelos laços do matrimônio vai muito mais além de um simples contrato de casamento ou regime de comunhão de bens; o casal assume diante de Deus e dos homens a confissão de amor eterno.

Mestre em zootecnia pela Universidade Federal de Lavras (MG), padre Mário é também licenciado em Filosofia pela Fundação Educacional de Brusque (SC) e bacharel em Teologia pela PUC-RJ. Mestre em Teologia Prática pelo Centro Universitário Assunção (SP). Doutor em Teologia Moral pela Academia Alfonsiana de Roma/Itália. O sacerdote é autor e assessor na área de Bioética e Teologia Moral; além de professor da Faculdade Dehoniana em Taubaté (SP). Membro da Sociedade Brasileira de Teologia Moral e da Sociedade Brasileira de Bioética.

Fonte: http://formacao.cancaonova.com

Perseverança, segredo de uma caminhada em Deus

Como é bom encontrar pessoas entusiasmadas, porque tiveram uma “trombada” com Jesus! Mal comparando, é como o encontro com aquela pessoa que você ama, aquela paquera, o início do aquele primeiro beijo. Você acorda pensando na pessoa, dorme pensando nela, não pode perder a oportunidade de encontrá-la novamente. O coração vai da barriga à garganta, bate forte.

O encontro com Jesus é assim, um impacto em nossa vida. Não vemos a hora de encontrá-Lo na Eucaristia, de ir ao grupo de oração ou de jovens. Passamos horas lendo a Bíblia e em queremos que todas as pessoas que conhecemos experimentem o mesmo. Deus está tão próximo de nós, que a sensação é de que estamos experimentando o céu, andando nas nuvens. É a manifestação do amor de Deus em nós, a maravilhosa ação do Espírito Santo, a qual não conseguimos explicar em palavras, como diz São Paulo “gemidos inefáveis (inexplicáveis)” (cf. Rom 8,28).

Foto: stevanovicigor by Getty Images

Tudo isso é necessário para uma relação de amor e entrega a Deus, no entanto, todo amadurece e passa pela prova do tempo. Um namoro e também um casamento (aliança) são feitos de presença e ausência, de consolações e desertos.

Digo isso, porque, não poucas pessoas, que começaram na comigo, viraram as costas para Deus. Eu me pergunto: Por onde andam? Onde está aquele fervor do início? O que fizeram com as juras de amor a Jesus quando viveram aquela forte experiência com Ele?

O segredo é perseverar

Aprendi que o de uma caminhada em Deus está em uma palavra que faz toda diferença: Perseverança.

Esse “apaixonamento” por Jesus vai amadurecer, as provas virão, o deserto vai acontecer. Os arrepios e as sensações do início desaparecerão, e entrar em oração com Deus será uma interior. Pessimismo? Não. Realidade, porque a fé não é feita de sensações, mas sim de convicção.

Deus não vai “blindá-lo” das e das quedas na sua caminhada, porque Ele não está interessado em sua queda, mas sim em sua capacidade de se levantar, não importa quantas vezes isso ocorra. Perseverança significa “não importa o que acontecer, eu não vou desistir de Deus”, tendo a consciência de que Ele jamais desistirá de mim.

Se você se encontrou com Jesus agora, saboreie mesmo este tempo, deixe-O transformar, a cada dia, sua vida. Sinta o amor de Deus por você, deixe que o “homem velho” e as coisas antigas morram, mas se lembre de que você está entrando numa guerra. Pode ser que, nesta sua nova caminhada, você perca algumas batalhas, mas não é o fim. Levante-se, confesse sua queda, entre mais uma vez na batalha e a se dará pela sua perseverança.

Jesus disse que a que cai na terra boa “são os que ouvem a Palavra com coração reto e bom, retêm-na e dão fruto pela perseverança” (Lucas 8,15).

E aí? Vai perseverar?

Daniel Machado de Assis, natural de São Bernardo do Campo-SP, é membro da Canção Nova desde 2002. Psicólogo formado pelo Centro Universitário Salesiano de São Paulo, também estudou filosofia pelo Instituto Canção Nova. Atualmente é coordenador do Núcleo de Psicologia Canção Nova que tem por objetivo assessorar e auxiliar a formação dos membros desta instituição.

Fonte: http://formacao.cancaonova.com

Amor e paixão são sentimentos diferentes ou a mesma coisa?

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Ama e faz o que quiseres. Essa frase belíssima e significativa de Santo Agostinho, infelizmente, é mal interpretada. Para compreendê-la, deve ser respondida uma pergunta básica: o que é o amor? Muitas pessoas julgam saber da resposta, mas, na verdade, estão enganadas. Como diz o ditado popular, “estão comprando gato por lebre”.

É muito comum ouvirmos da boca dos jovens a seguinte frase: “Estou perdidamente apaixonado por minha namorada. Tenho um sentimento imenso de amor por ela!”. Façamos uma avaliação dessa frase, de modo a compreender como pensa um jovem sobre o significado do amor.

Foto: Wesley Almeida/cancaonova.com

O que é paixão?

A primeira coisa a destacarmos aqui é quando o jovem diz: “Estou perdidamente apaixonado por você”. A paixão é algo fascinante e belo do ponto de vista humano. Trata-se daquele momento em que predominam os sentimentos, as emoções. Existe até uma dito popular: “Quem se apaixona perde a razão”. A partir disso, pode-se concluir que paixão não é amor. Tem seu valor em um relacionamento afetivo, pois é aquela primeira fase, é o encantamento, quando “o mundo gira em torno da pessoa amada”. Não existe ninguém melhor, mais belo e inteligente. Porém, a paixão é como a flor que desabrocha, mas não dura mais que uma estação.

Segunda parte da frase: “Tenho um sentimento imenso de amor por ela”. Nessa segunda parte, o engano é ainda maior. Muitos acham que amor é sentimento, mas amor não pode ser sentimento, pois estes podem nos trair. Hoje, sentimos algo que, inclusive, pode ser nobre, porém, amanhã, podemos deixar de sentir. É próprio do sentimento não ser duradouro, faz parte de sua essência ser passageiro.

O que é amor?

Se o amor não é paixão, muito menos sentimento, o que ele é afinal? Erich From diz o seguinte: “O amor será essencialmente um ato de vontade, de decisão de entregar minha vida completamente à de outra pessoa. […] Amar alguém não é apenas um sentimento forte: é uma decisão, um julgamento, uma promessa. Se o amor apenas fosse um sentimento, não haveria base para a promessa de amar-se um ao outro para sempre. O sentimento vem e pode ir-se!” (Erich From, A arte de amar, p. 71-72).

O “amor em contraste é a maratona do coração. Exige treinamento, disciplina, paciência e trabalho. Não é um esporte de espectadores nem um evento com o resul­tado decidido em segundos. É escalar montanhas, sofrer dores e resistir à tentação de se desligar. […] Quando o amor é considerado um ato da vontade […], sobrevive enquanto o coração bater. Em outras palavras, embora estar apaixonado, às vezes, leve o casal ao casamento, é o amor que faz o casamento durar. De modo mais específico, o compromisso deliberado e ativo que o amor faz supor está no centro do arrebatamento conjugal”. (Genovesi, 142).

O amor é indispensável para o relacionamento

Sem o verdadeiro conceito de amor podemos ferir muita gente; além do mais, passaremos a vida inteira enganando nós mesmo e os outros. Quantos namoros acabaram, porque faltou amor! Viveram muito tempo junto somente apaixonados, não deram o próximo passo para chegar ao amor maduro e verdadeiro. Muitos casamentos também terminaram por motivos parecidos, pensavam que paixão, sentimento e amor eram a mesma coisa. Por não terem conhecimento, fatalmente o casamento acabou.

Ao tratar-se de um relacionamento, é indispensável o amor, pois ele não existe sem sacrifício. Quem não é capaz de se sacrificar é porque não ama de verdade. Aqui está a necessidade, já no namoro, de ambos abrirem mão de suas vontades em prol do outro, de modo a aprenderem a se sacrificar pelo bem do outro. Quem assim fizer, sem dúvida, terá um casamento feliz e duradouro, porque aprendeu que o verdadeiro amor exige sacrifício.

Candidato às Ordens Sacras na Comunidade Canção Nova. Licenciado em Filosofia pela Faculdade Canção Nova, Cachoeira Paulista (SP).  Bacharelando em Teologia pela Faculdade Dehoniana, Taubaté (SP) e pós-graduando em Bioética pela Faculdade Canção Nova. Atua no Departamento de TV da Canção Nova, no Santuário Pai das Misericórdias e Confessionários.

Fonte: http://formacao.cancaonova.com

Alma feminina e sua importância para compreender o mundo

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Com muito respeito, alegria e senso de responsabilidade, aceitei esse imenso desafio de, como homem e sacerdote, escrever sobre a realidade da mulher, na certeza de que sua presença agrega um valor inestimável para este mundo. Sua alma é portadora de talentos e dotes capazes de trazer novas cores e esperanças em meio às penumbras de nosso tempo.

Marias, Fernandas, Franciscas ou Bárbaras, cada mulher é um universo particular composto pelo mosaico de suas experiências, aprendizados, dores e alegrias. Há mulheres mais frágeis, outras mais fortes e destemidas, algumas do campo, outras da cidade. Cada uma com uma história diferente, escrevendo, com a caneta da alma, enredos e capítulos muito peculiares na biografia que a existência lhes confiou.

Foto: Daniel Mafra/cancaonova.com

Dons femininos

Cada mulher precisa se compreender, enxergar-se e valorizar-se como um verdadeiro dom. Ela não pode se “nivelar por baixo”, abrindo mão de sua dignidade em virtude das inseguranças ou de um cárcere de dominação emocional fabricado por carências. Quando uma mulher se permite dominar pelo medo, insegurança ou frustração, e troca sua dignidade pelo desejo de ser aceita e falsamente amada, ela está traindo o propósito divino de felicidade que há sobre sua vida, jogando pelo ralo as inúmeras possibilidades que descansam sobre sua história.

É claro que são muitas as realidades que podem ferir a alma de uma mulher, no entanto, haverá sempre um caminho de regresso para o coração ferido, que se perdeu em busca de afeto e aprovação: haverá sempre a possibilidade de reconstruir a própria história, reencontrando o caminho de virtude e felicidade que o Criador escreveu em cada alma feminina.

Deus, que criou com infinito amor cada mulher, é especialista em compreender os anseios e dilemas presentes em cada alma feminina. Saiba que Ele te entende como você é; e interpreta com exatidão suas lágrimas e os pedidos que, muitas vezes, você não foi capaz sequer de formular, mas que estão presentes em suas emoções, tornando opaca a realidade de seus afetos e motivações.

Enfim, é um pouco disso e muito mais que você encontrará neste meu novo livro.

Padre Adriano Zandoná é missionário da Comunidade Canção Nova. Formado em Filosofia e Teologia, tem publicados pela Editora Canção Nova e participação em dois CDs de oração.

Todas as segundas-feiras, o sacerdote preside a Missa na Catedral Nossa Senhora do Líbano, às 19h30, em São Paulo (SP). A transmissão é ao vivo pela TV Canção Nova. Padre Zandoná apresenta o programa ‘Pra ser Feliz’ na mesma emissora, todas as quintas-feiras ao meio dia, e também na Rádio América CN AM 1410, todas as quintas-feiras às 13h.

Atualmente, o sacerdote exerce a função de responsável local da Canção Nova em São Paulo (SP) e promove o evento ‘Abraça São Paulo’.

Fonte: http://formacao.cancaonova.com

Alma, calma

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Olá todos!
Eis a ideia para vocês refletirem ao longo da semana:  o lema “alma, calma”.

Numa ocasião, lendo sobre a vida de um santo, vi que sua família possuía um brasão cujo lema era “alma, calma” e me pareceu bastante sugestivo para a nossa vida.

Todos nós temos certa tendência a nos deixar levar pela afobação, pela correria do dia a dia. E isso é bastante prejudicial, pois a afobação gera ansiedade, e a ansiedade é nociva ao ser humano. A ansiedade provoca:– depressão;– irritação;– síndrome do pânico;

– dificuldade para dormir, para desligar-se dos problemas etc.

O certo seria ter uma vida bastante intensa, pois a vida é intensa, mas sem nos deixar levar pela afobação. Para isso, nada melhor do que agir como nos diz este lema: “com toda a alma, mas com toda a calma”. Esse lema tem feito bem a muita gente. Não é uma varinha mágica, mas é uma pauta, uma ideia-mestra que orienta a nossa luta. As ideias-mestras são muito importantes para a nossa vida. São como guias, como parâmetros, máximas de vida. Uma vez que as temos, que as aprendemos, temos de aplicá-las e exercitá-las no dia a dia. E, com o exercício, o efeito começa a ser surtido.

Mas o que significa fazer as coisas “com toda a alma, mas com toda a calma”? Expliquemos através de um exemplo. Vamos imaginar que temos umas dezenas de coisas para fazer no dia e que já acordamos super preocupados se teremos o tempo suficiente para realizar tudo. Fazer as coisas com “alma, calma” é:

a) em primeiro lugar, e não seria nada mau, pedir ajuda a Deus

b) em segundo lugar, gastar de 5 a 10 minutos fazendo um planejamento das tarefas que teremos que realizar neste dia

c) em terceiro lugar, contando também com a ajuda de Deus, imbuir-nos de muita calma, de muita serenidade

Imbuir-nos de muita calma é fazer uma coisa de cada vez. Não duas nem três coisas ao mesmo tempo. Por exemplo: escrever no computador e falar ao mesmo tempo sobre outro assunto com alguém no telefone, e dar ao mesmo tempo ordens a uma outra pessoa de algum assunto que precisa fazer. Isto gera ansiedade, nos impede de fazer bem cada coisa, nos faz cometer erros constantes e enlouquece qualquer um.

Temos que convencer-nos que a calma é aliada nossa para fazer bem o nosso trabalho. Basta pensar, por exemplo, que quando estamos calmos, somos capazes de ouvir as inspirações de Deus e Ele irá nos guiando em tudo o que temos que fazer. Querem mais eficácia do que isto?

d) em quarto lugar, fazer as nossas tarefas com toda alma

Isto significa pôr toda a concentração naquilo que fazemos. Isso é de uma enorme eficácia. Não é fácil pôr toda a cabeça nas nossas tarefas. Costumamos ser muito dispersos distraindo-nos com as coisas ao nosso redor, deixando também a cabeça ser invadida por outros pensamentos, pelo que teremos que fazer depois etc. Fazer as coisas com toda alma é colocar toda nossa inteligência, vontade, sentimentos naquilo que estamos fazendo como se não tivéssemos mais nada que fazer depois.

É isto o que significa fazer as coisas com “alma, calma”. Não é verdade que se incorporarmos este lema na nossa vida, ficaremos muito mais serenos e aproveitaremos muito bem cada minuto do dia, aumentando enormemente a nossa eficácia e a nossa capacidade de trabalho? Pensemos nisso!!!

Uma santa semana a todos!

Padre Paulo 

Fonte: http://www.fecomvirtudes.com.br

Não pela força, mas pelo Espírito

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“Não pelo poder nem pela força, mas por meu Espírito, declara o Senhor de todo poder” (Zc 4,6)

Assista a pregação completa:

Muitas vezes, queremos resolver as coisas na força, na base do grito. Desse modo, movidos pelas emoções, falamos, brigamos e xingamos. Mas nossas emoções nos traem e prejudicam. Muitas coisas fazemos por causa das emoções, quando, na verdade, nunca poderíamos ter feito daquela forma. Nós nos deixamos levar pela emoção, pelo sentimento. Em geral, enfrentamos os problemas do casamento movidos pelo sentimento, pela emoção. Falamos o que não poderíamos ter falado e estragamos muitas coisas.

Foto: Wesley Almeida/cancaonova.com

Que seu coração e sua cabeça aprendam isso: para perdoar o irmão, abra o coração e viva o amor. Se não for pelo Espírito, não perdoamos mesmo. Quantos pais se decepcionaram com seu filho, sua filha e os colocou para fora de casa! Mas é preciso mudar e não resolver as coisas assim. Muitos filhos também partiram para o ressentimento e para a mágoa por coisas que os pais fizeram, mas é preciso dizer que essa revolta não vem de Deus. As pessoas erram, até os bons pais erram.

É preciso viver o amor, não continue sendo trouxa do tentador, que, covarde e sujo, colocou veneno de revolta no seu coração. Quanto pai e quanta mãe ainda conservam revoltas do tempo de jovens, adolescentes e crianças! Isso precisa acabar. O que mais o tentador deseja, no dia de hoje, é explodir nossas famílias, e ele nos usa para conseguir isso. Ele procura e coloca em nossa frente motivos para nos decepcionarmos. Ele quer usar de nós para sermos “bucha de canhão” para explodir com nossa família.

A decepção nos faz agir movidos pelo instinto e a fazer coisas que nem sabíamos que eramos capazes de fazer. Se não se faz para fora, explode para dentro. É aí que nos tornamos instrumentos do tentador, isso não pode continuar. Mas nessa situação em que você se encontra só Deus pode ajudá-lo. Às vezes, não é revolta, apenas mágoa e ressentimento. Muitas pessoas não têm mais paz, porque vivem decepcionadas, sentem-se traídas, vivem “explodindo”.

Os motivos pelos quais você está ressentido e triste podem matá-lo, pois não há neles utilidade nenhuma. Deus quer acabar com suas atitudes erradas.  É Ele quem está aí para lhe dar a mão. O Senhor está lhe dizendo: “Abra-se para receber meu Espírito Santo”, Ele O está dando a você de graça.

Seu irmão,

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova

Pregação

Fonte: http://padrejonas.cancaonova.com

De 1º a 2 de agosto: saiba como obter a Indulgência da Porciúncula!

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Os fiéis que visitarem qualquer igreja franciscana, em qualquer lugar do mundo, desde o meio-dia de 1º de agosto até a meia-noite de 2 de agosto poderão obter a assim chamada Indulgência Plenária da Porciúncula.

Mas atenção: não basta, obviamente, fazer a vista. É também necessário cumprir as condições habituais para se ganhar qualquer indulgência plenária: confissão sacramental, comunhão eucarística e oração pelas intenções do Santo Padre.

A Porciúncula

Trata-se da pequena igreja que São Francisco de Assis dedicou a Santa Maria dos Anjos. Ela hoje fica dentro da grande Basílica de Assis, construída entre os séculos XVI e XVII.

A igrejinha foi a segunda morada de São Francisco e dos seus primeiros frades. No Domingo de Ramos de 1211, foi lá que São Francisco recebeu a profissão de Santa Clara, dando assim origem à família religiosa das clarissas, de inspiração franciscana. A Porciúncula foi ainda o local em que, na tarde de 3 de outubro de 1226, São Francisco partiu deste mundo para a Casa do Pai.

A indulgência

A Indulgência da Porciúncula foi concedida em 1216, quando São Francisco partiu para a cidade de Perúgia a fim de falar com o Papa Honório III após uma aparição de Jesus e Maria, rodeados por anjos, dentro da Porciúncula.

Durante essa aparição, Francisco tinha pedido a Jesus que concedesse uma indulgência a todas as pessoas que visitassem aquela igreja. Nosso Senhor atendeu ao pedido, mas sob a condição de que o santo fosse até Perúgia e solicitasse do Papa esse favor tão desejado. O Santo Padre o concedeu.

Foi um enorme presente obtido por São Francisco para as almas que ele tanto amava. Antigamente, a obtenção de indulgências era muito difícil para os fiéis, que precisavam partir em peregrinação a lugares distantes como a Terra Santa. Com a Indulgência da Porciúncula, porém, o assim chamado “Perdão de Assis” pode agora ser concedido em todas as igrejas franciscanas do mundo, cumpridas as condições habituais de qualquer indulgência.

Em 1966, por ocasião do 750º aniversário da concessão da Indulgência da Porciúncula, o Papa Paulo VI publicou a carta apostólica Sacrosancta Portiunculae Ecclesia, na qual indica, em referência às peregrinações dos fiéis:

“Queira Deus que a peregrinação transmitida durante séculos à igreja da Porciúncula, que Nosso mesmo predecessor João XXIII empreendeu com ânimo piedoso, não termine, mas, antes, cresça continuamente a multidão de fiéis que ali acorrem ao encontro com Cristo rico em misericórdia e com sua Mãe, que sempre intercede perante Ele”.

Fonte: http://pt.aleteia.org

Por que você não vai pra frente? Talvez esteja faltando rezar a oração da fortaleza

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Lena Nicholson-CC

Todos os dias, você deve se levantar com a certeza de que vai vencer, sem perder a esperança. Não fique apegado às circunstâncias que escurecem o seu pensamento e não permitem que você avance. Deus atuará no momento em que você menos espera. Simplesmente não se enfraqueça; é preciso continuar acreditando no que Deus fará em sua vida.

Quero convidá-lo, hoje, a recuperar o ânimo perdido depois daquelas circunstâncias adversas, que roubaram a sua paz. E que nunca duvide que Jesus sempre o acompanha; Jesus caminha com você e você deve confiar nisso.

Anime-se e lute com todas as suas forças e com as forças que Deus colocou dentro de você. Peça, clame, implore, mas não fique imóvel, como se você fosse uma estátua esperando para ver se tudo passa ou se acalma.

Tenha fé no que o Senhor fará, e, então, receberá as respostas que estava esperando. Vamos, sorria! Com Jesus ao seu lado, coisas maravilhosas o esperam, dias maravilhosos, sonhos a realizar e novas coisas a descobrir.

Deixe que Deus seja esta luz que ilumina todos os seus caminhos, apazigua todas as suas tormentas e encaminhe sua vida para a vitória. Vamos! Renove seu espírito de vitória e permita que o poder restaurador de Deus toque todos os seus sentidos, encha-os de sua Graça e os reviva.

Oração da fortaleza

Senhor meu, obrigado por estar atento a tudo o que preciso e a tudo o que me acontece, porque sei que me amas e queres o melhor para mim.

Sinto que teu imenso amor me acompanha e me faz crescer, por isso te dou graças por tudo o que fazes em minha vida.

Quero começar todos os dias da minha vida com força e com a certeza de que teu poder e misericórdia estão sobre mim. E eu recebo com prazer e gratidão esta bênção.

Confio plenamente em tua imensa bondade e que nunca me abandonas.

Hoje, posso e quero dizer confiante: “Não me rendirei, porque sei que o Senhor está comigo, mesmo que eu não o veja ou não o sinta.”

Sei que estás aí para me ajudar a enfrentar todas as situações. Embora existam mil e um conflitos ao meu redor, Tu és capaz de me dar a paz, se em Ti eu confiar.  Porque tu tens imenso carinho por mim.

Dá-me, Senhor, meu, um pouco de tua força para que eu me sinta seguro no meu caminhar e possa ser também a calma e a paz para os meus.

Protejo-me em Tua palavra que abençoa e cura: “Como um pai carinhoso com seus filhos, assim o Senhor é carinhoso com seus fiéis” (Salmo 103,13).

Conselho: deixe que Deus opere em sua vida, mesmo quando você não vir a luz na sua estrada. Ele tem controle de tudo. Siga confiando nele e não deixe de caminhar.

Amém

Por Qriswell J. Quero

Artigo originalmente publicado por , traduzido e adaptado ao português.

Fonte: http://pt.aleteia.org

A humildade abre a porta do céu – Assessoria de Imprensa

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Quando nos colocamos na presença do Senhor com o coração contrito e humilhado, Ele se compadece de nós e nos envolve com sua misericórdia. Precisamos elevar o nosso coração a Deus e nos abandonarmos em suas mãos, permitindo que Ele seja o Senhor das nossas vidas, porque, na verdade, a nossa vida não nos pertence, nós apenas administramos um patrimônio que é de Deus.

Se clamarmos Seu nome com pureza de coração e reta intenção, Ele acalmará todas as “tempestades” e nos concederá o dom da fortaleza, para que na hora da dor e da provação estejamos firmes. Não existe problema sem solução, tudo pode ser mudado pela oração.

O nosso chamado, hoje, é para sermos homens e mulheres de oração, que se deixam conduzir pelo Espírito Santo, tornando-se uma brasa viva do amor de Deus. Faça da sua vida uma oração e a cada dia você testemunhará as maravilhas operadas pelo Senhor.

Coração humilde, oração atendida! Esta é uma realidade do Reino de Deus para a qual precisamos nos abrir. A humildade é a chave que abre a porta do céu. É com esse coração humilde e necessitado que devemos nos dirigir a Deus.

Deus está formando um povo de fé, que suplica, que pede, um povo que não desanima diante das dificuldades, mas acredita, espera e suporta. Por meio das tribulações, dos sofrimentos, Deus tem nos ensinado a pedir sem nunca desanimar. “Senhor, livra-me; vem depressa, Senhor, em meu auxílio” (Sl 70,2).

A partir de você, cada um de seus entes queridos, por mais distante de Deus que esteja, poderá ser mudado pela oração,  pois ela faz a ligação entre Deus e o necessitado. Não desanime! Por mais impossível que pareça, se você crê no Senhor Jesus, a salvação chegará à sua casa e resgatará cada membro da sua família.

Seu irmão,

Monsenhor Jonas Abib

Fundador da Comunidade Canção Nova, presidente da Fundação João Paulo II, mantenedora do Sistema Canção Nova de Comunicação, em Cachoeira Paulista (SP) e reitor do Santuário do Pai das Misericórdias. É um dos religiosos que mais se destacou utilizando os meios de comunicação na ação evangelizadora da Igreja Católica, na América Latina. Autor de 57 livros, CDs e DVDs, além de várias palestras em áudio e vídeo.

Fonte: http://assessoria.cancaonova.com

É possível viver um namoro à distância? Casal testemunha essa experiência. Confira!

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Eu sou José Rafael da Silva, tenho 24 anos, sou formado em Publicidade e Propaganda e moro em Cachoeira Paulista (SP).

Meu nome é Gabriela Soares Ferrari, tenho 19 anos, sou estudante de Nutrição e moro em Mogi Guaçu (SP).

Namoramos há três anos. Antes disso, vivenciamos seis meses de discernimento, pois, além da distância de 300km, eu, Gabriela, nunca havia namorado. Portanto, havia muita insegurança por minha parte e pressão da minha família, justamente por eu ser inexperiente em relacionamentos e ser a caçula. O Rafael teve um papel muito importante no início, que foi a persistência e paciência. Ele sempre me passou confiança; com muito respeito, ele me cobrava, não de forma negativa, mas para eu tomar uma atitude em relação a nós.

Foto: Arquivo pessoal

Rafael – No nosso relacionamento, buscamos, a cada dia, viver conforme aprendemos e pensamos ser um namoro sadio para um casal que tem sua fé católica. A confiança no namoro é primordial, pois temos um relacionamento à distância e não estamos juntos o tempo inteiro, para sabermos o que o companheiro está fazendo ou deixando de fazer.

Confiar no outro

Eu nunca proibi a Gabriela de sair com as amigas dela ou fazer o que ela gosta; até porque, ela tem discernimento e sabe que não é só porque o namorado não está perto, que pode agir como solteira. Assim como eu ajo da mesma maneira para com a pessoa dela, pois temos confiança um no outro.

Fidelidade não é novidade para ninguém, todos sabem que em um relacionamento é necessário ser fiel. A partir dela, você passa confiança para seu companheiro viver bem o relacionamento. Com a confiança que temos, nós nos propusemos a ser totalmente verdadeiros um com o outro. Eu e a Gabriela nos cobramos para sempre sermos totalmente abertos e dialogar sobre aquilo que nos faz bem, e também sobre certas atitudes, que, às vezes, nos magoam. Se temos a intenção de um dia chegar ao matrimônio, precisamos colocar em prática, desde já, o estar juntos nos bons e maus momentos.

Presença de Deus

Gabriela – Nosso namoro sempre esteve ligado à oração, lembro-me de que, quando o Rafael me pediu em namoro, ele propôs que fosse um triângulo amoroso: eu, ele e Deus. Um exemplo que nos define é o presente que ele me deu quando completamos três anos juntos: um quebra-cabeça com a nossa foto, dizendo que nossas partes se completam e juntos formamos um ao outro. Ele deu também um porta retrato, que significava a presença de Deus em nossa vida, porque um quebra-cabeça pode se desencaixar diante de uma tribulação. Mas Deus é essa segurança, que nos deixa firmes e não “desencaixa” o nosso quebra-cabeça.

A distância

Rafael – Não vou dizer que é fácil um namoro à distância, porque não é! As dificuldades são grandes, pois a saudade, muitas vezes, é torturante, principalmente quando eu sei que a Gabriela não está bem. Queria poder estar com ela, fazer um carinho, realmente poder fazê-la se sentir melhor. Ela também tem esse amor, esse cuidado comigo. A saudade é muito difícil! Há também a questão financeira, e eu me esforço para ir, ao menos, uma vez por mês na casa dela, para passarmos um tempo juntos.

Gabriela – Eu vejo o quanto o Rafael se esforça para estarmos juntos. Por isso, tenho consciência de que ele tem seus gastos, as contas dele para pagar. Reconheço e o admiro por isso. Eu busco fazer o que posso também, para, nas oportunidades, visitá-lo.

Rafael – A partir do conhecimento, nós fomos percebendo que podemos nos ajudar. Gabriela me ajuda e ensina muito na vida de oração, ela está sempre nos motivando a buscar Deus. Posso dizer que ela é a pessoa que me leva mais para Ele, e eu também me esforço para ser o mesmo canal para ela. O que é importante em um namoro cristão.

Namoro é tempo de conhecimento, e em um relacionamento à distância é preciso saber aproveitar os momentos que estamos juntos, para convivermos e nos conhecermos. Conversamos muito. Tem horas que é preciso ter humildade diante de um desentendimento, saber reconhecer o erro e pedir perdão.

Buscar sempre surpreender

Gabriela – Vale lembrar a importância que as surpresas têm no nosso relacionamento, isso faz com que nosso amor se renove e não caia na rotina, deixando que fique morno. As surpresas não são necessariamente “grandes coisas”; uma simples carta escrita à mão faz toda a diferença, o que o Rafael sempre faz. Ele é muito criativo, sempre faz alguns recadinhos para me lembrar o quanto me ama.

Em datas comemorativas, ele procura fazer alguma surpresa “com as próprias mãos”. Acho que isso torna tudo mais especial, pois ele se dedicou a pensar e desenvolver aquilo. E, é claro, eu também faço surpresinhas para ele. Mas ele sempre me surpreende com muita criatividade!

Rafael – Acho que o nosso relacionamento se resume a quatro coisas: amar, fazer o outro feliz, sonhar e orar. Nós buscamos aproveitar, de fato, no tempo que temos, a presença um do outro, viver o presente. Sempre sonhamos muito, pensamos no nosso futuro, em constituir uma família. Acho que isso é importante, planejar o futuro, o matrimônio, pois namorar só por namorar, não tendo a meta de um futuro casamento, é um namoro sem sentido.

Gabriela – Amá-lo é algo que me faz feliz. Sou realizada quando o faço sorrir. E assim nós entregamos a Deus nosso futuro, pedimos a intercessão de Nossa Senhora e confiamos que tudo já está preparado para que, um dia, com a Graça de Deus, alcancemos o matrimônio.

Gabriela Ferrari e José Rafael da Silva

Fonte: http://formacao.cancaonova.com

E no 3º dia, ele ressuscitou…

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Nossa meta aqui na terra é o céu. Se cremos na vida eterna, se somos verdadeiros cristãos, passamos todos os anos da nossa vida nessa busca. E nós, eu e Marcos Almeida JS, tivemos o privilégio de ter um filho que nasceu pronto pro céu. 

Nasceu dia 13/07/17, dia de Nsa Sra Rosa Mística. Três dias depois voltou pra Deus, 16/07/17, dia de Nsa Sra do Carmo. No ano Mariano, consagrado a Nsa Sra de Fátima.

Não que seja fácil devolver a Deus o que é Dele. Não está sendo. Nosso desejo era tê-lo conosco por toda nossa vida. Mas, aprendemos que o amor verdadeiro é livre, é doação. 
Só posso agradecer a Deus a honra de ser mãe do Heitor! Honra de ser colaboradora para sua vinda a esse mundo. Por poder gestá-lo por 31 semanas. Por ter sua presença tão intensa durante os 3 dias que esteve conosco nesse mundo. 

Obrigada, filho amado, por cada segundo ao seu lado! Por eu ter podido te beijar, te cheirar, rezar, cantar pra vc e olhar nos seus olhinhos lindos pra dizer o quanto te amo! 

Obrigada por me ensinar o que é o amor verdadeiro. Obrigada porque já intercede por nós junto à Jesus pra gente suportar a saudade que rasga nosso coração. Porque uma certeza eu tenho: um dia a gente vai se encontrar! Te amo muito meu filho! Pra sempre vou te amar! #heitor #nossomilagre
Por Cintia Almeida 

Fonte: http://sonhodedeussite.wordpress.com